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A mostrar mensagens de março, 2009

Atividade Maçónica

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. Hospital Maçónico de Sorocaba, Brasil Pegando na “estorinha” da chávena e em algumas outras achegas, especialmente a do nosso Irmão AG que escreveu uma prancha focando a sua preocupação pelo estado “disto”… sendo que o “isto” é, apenas, a sociedade humana, trago ao blog alguns minutos do nosso comportamento. Podemos ser tentados, e somos com enorme frequência (por mim falo !), a considerar que vivemos com dois comportamentos, cada um em seu lugar próprio. Assim, quando em Loja cada um de nós é Maçon, comporta-se como tal, veste, vive e relaciona-se ritualmente de acordo com os regulamentos instituídos e voluntariamente aceites. Uma vez fora da Loja somos profanos, vulgaríssimos, iguais a todos os restantes humanos que passam por nós ou que connosco convivem socialmente. Na empresa, no transporte, no restaurante, onde quer que estejamos… Ora esta dualidade de estados é totalmente despropositada, mais ainda se a eles fazemos corresponde...

28 de Março de 2009, DIA DE FESTA

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Ora aí está, Dia de Festa, com maior verdade, Dia de Grande Festa. Por uma coleção de razões, a saber: - A GLLP/GLRP reconduziu o seu “novo” Grão-Mestre. Contradição ? Nem pensar, está certíssimo, em todos os aspetos. Na recondução tanto como no novo Grão-Mestrado. Grande festa para os nossos lados, cerimónia de enorme significado foi a reinstalação de Mário Martin-Guia como Grão-Mestre da Ordem, com o testemunho das potências maçónicas regulares mais importantes. Cá tivemos as representações ao mais alto grau das potências Maçónicas da Rússia, Israel, Alemanha, Suíça, Roménia, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos (Pensilvânia) e França. O Past Grão-Mestre da Grande Loja Nacional Francesa tomou o malhete como potência que avaliza o reconhecimento da regularidade da GLLP/GLRP e dirigiu pessoalmente a instalação do nosso Grão-Mestre (sempre auxiliado pela presença bem disposta do nosso Irmão da Pensilvânia). Não podia ser simultaneamente mais solene e informal ! Outra contradição ? Outra v...

Fim de ciclo

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Este vai ser o último texto que, pelo menos durante algum tempo, publicarei no A Partir Pedra . Foi publicado um Decreto do Muito Respeitável Grão-Mestre, pelo qual fui designado para assegurar o ofício de Grande Correio Mor da Grande Loja Legal de Portugal/GLRP. O Grande Correio Mor é o oficial que tem a seu cargo a execução da política de comunicação, interna e externa, quer nacional, quer internacional, da Grande Loja. É também responsável pela manutenção da página na Internet da Grande Loja ( http://www.gllp.pt/ ). É frequente dizer-se que apenas duas pessoas falam em nome da Grande Loja e a vinculam, através das suas declarações: o Muito Respeitável Grão-Mestre e o Grande Correio Mor. Assim é, efetivamente. Por este facto, a confiança que o Muito Respeitável Grão-Mestre em mim depositou, ao confiar-me o exercício deste ofício, fez simultaneamente recair sobre os meus ombros uma pesada responsabilidade e a necessidade de fazer uma opção. Ao passar a ser porta-voz da GLLP/GLRP, veic...

O Chocolate quente

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Verdade que o tempo mais frio parece ter passado... de facto nunca se sabe, mas mesmo com a tradição a não ser o que era a Primavera anuncia-se esplendorosa renovando a vida. Está a ser assim e ainda bem. A Primavera está-se nas tintas para as crises ! Esta constatação vem a propósito de uma boa chávena de chocolate quente... Quem, de entre Vós se lembra e teve a sorte de beber o "Cacau da Ribeira" ? Em Lisboa funcionava como o "ide e que Deus vos abençoe" das missas católicas... Era o final inevitável das "noites da malta", aí pelas 5 ou 6 da matina, já abrandava o escuro do Céu quando o pessoal se juntava no Cais do Sodré para o "Cacau da Ribeira", quente, denso, com cacau a sério (não era plástico, não !) que repunha a ordem no corpo e no espírito após uma noitada... de trabalho duro e cansativo que Deus sabe... Aquilo é qu'era trabalho... haja Deus ! Ora bem, hoje é dia de "estorinha" (institucionalização do Rui) e como tal aqui...

Divisas

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No plano individual, no que concerne ao maçon e às suas obras, a Maçonaria exorta a que se busque a simultânea presença da Sabedoria-Força-Beleza, isto é, que toda a obra do maçon seja produto da Sabedoria, tenha Força para subsistir e atingir os propósitos pretendidos s seja dotada da qualidade da Beleza, para que melhor seja apreciada por todos. A Maçonaria de língua inglesa utiliza com frequência a divisa Brotherly Love - Relief - Truth (Amor Fraternal - Auxílio - Verdade) para significar o desejável modo de relacionamento entre maçons. No plano social, uma outra divisa é cara à Maçonaria: Liberdade-Igualdade-Fraternidade. Entende-se que, em todas as sociedades humanas, incluindo a própria Maçonaria e suas Lojas, devem imperar estes princípios, como indispensável cimento de ligação entre cada um e os seus pares e, portanto, da própria estrutura social em si. A divisa Liberdade-Igualdade-Fraternidade é usualmente associada à Revolução Francesa. Mas não foi nela que a mesma foi criada...

Liberdade - um ponto de vista de um profano

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O nosso já conhecido José Restolho enviou-me uma nova reflexão. Devidamente autorizado, aqui a publico Caros amigos e leitores, enquanto os meus olhos deambulavam pelas páginas do livro “O Profeta” de Khalil Gibran, encontrei uma serie de passagens que gostaria de partilhar convosco e de reflectir um pouco sobre elas. Para quem não conhece, Khalil Gibran (1883 - 1931) foi um ensaísta, filósofo, prosador, poeta, conferencista e pintor de origem libanesa, cujos escritos são repletos de profunda e simples beleza e espiritualidade. Infelizmente não consegui apurar se possuiu ou não alguma ligação à Arte Real. Mas, maçon ou profano, penso que seja indiscutível a sua genialidade e o seu elevado sentido de reflexão. Transcrevo então um excerto d’ “O Profeta” sobre a liberdade (pretendo noutras ocasiões partilhar mais alguns textos deste autor): “E um orador disse, Fala-nos da Liberdade. E ele respondeu: Às portas da cidade e junto à lareira já vos vi prostrados a venerarem a ...

O segundo Grão-Mestre

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Coube a Luís Nandin de Carvalho a tarefa de exercer o ofício de Grão-Mestre da então GLRP, como seu segundo Grão-Mestre. A empresa já não se afigurava fácil, uma vez que Nandin de Carvalho sucedia ao carismático Grão-Mestre fundador, Fernando Teixeira. Em circunstâncias semelhantes, assegurar a sucessão, trilhar caminhos que necessariamente serão novos ou diversos, nunca é fácil. O peso institucional do líder fundador era muito. A inevitável comparação entre os estilos de quem fundara e de quem assumia as rédeas da liderança não facilitava nada a tarefa do sucessor: se este mantivesse uma linha semelhante ao seu antecessor, seria considerado um mero executante da vontade do fundador, um discípulo sem autonomia e sem real liderança; se alterasse o rumo, arrostaria com todo o peso dos fiéis do fundador, que não aceitariam bem as mudanças. A sucessão de um líder carismático é sempre muito complicada e aceitar assegurá-la é sempre um ato de coragem. Se Luís Nandin de Carvalho certamente sa...

United Grand Lodge Of England - Quarterly Communication

Falamos muito dos eventos maçónicos ocorridos do outro lado do Atlântico Sul. Esquecemo-nos de vez em quando dos que acontecem aqui mais perto. Venho hoje falar de um evento que em si é importante mas que se revestiu de importância suplementar se tivermos em conta o discurso do Grão-Mestre (reeleito) local. O escrito de hoje é sobre a United Grand Lodge of Engalnd e sobre o que na sua “Quarterly Communication” de 11 de Março aconteceu. Em finais de 2008 foi a Maçonaria Universal informada que o Marquês de Northampton, Pró Grão-Mestre da UGLE iria renunciar ao seu mandato por se encontrar doente. Convém aqui relembrar que em Inglaterra quando o Grão-Mestre é membro da família Real nunca representa formalmente a Grande Loja, por uma questão de protocolo nacional e internacional. Existe assim regulamentarmente o oficio de Pró Grão-Mestre que tem como função, entre outras, substituir o Grão-Mestre em todas deslocações e missões de representação. Nessa qualidade o Marquês de Northampton vis...

Vai uma anedotinha para um bom Domingo

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Altas horas da madrugada, um casal acorda ao som insistente da campainha da sua moradia. O dono da casa levanta-se e pela janela pergunta: - O que é que você quer? - Olá. Eu sei que é tarde. Mas preciso que alguém me empurre. A sua casa é a única nesta região. Você precisa de me empurrar! Louco da vida, o recém-acordado replica: - Eu não o conheço. São 4 horas da madrugada e pede-me para o ajudar? Ah!, vá-se catar! Você está é bêbado! E volta para a cama. A mulher, que também acordou, não gostou da atitude do marido: - Exageraste! Já ficaste sem bateria antes. Bem podias ter ajudado esse indivíduo. - Empurrá-lo? Ele está é bêbado - desculpa-se o marido . - Mais um motivo para o ajudar, insiste a mulher. Ele não vai conseguir andar sozinho. Logo tu, que sempre foste tão prestável... Tomado por remorsos, o marido veste-se, sai de casa e vai para a rua: - Hei, vou ajudá-lo! Onde é que está? E o bêbado, gritando: - Aqui, no baloiço!... Divirtam-se, e cuidado com os baloiços. JPSetúbal

O lenhador e a raposa

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Hoje é dia de historieta,como de costume selecionada de entre o que me chega por correio eletrónico, de autor desconhecido e com texto editado por mim. Existiu um Lenhador que acordava as 6 da manhã e trabalhava o dia todo cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do Lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e portando não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O Lenhador, sempre discordando dos vizinhos, dizia que isso era um disparate: a raposa era sua amiga e nunca faria isso. Os vizinhos insistiam: - Lenhador abre os olhos ! A Raposa vai comer o teu filho. - Quando sentir fome, comerá o teu filho! Um dia, o Lenhador, muito exausto do...

Do valor da imaginação

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No último texto, mencionei uma das razões porque decidi publicar aqui no A Partir Pedra o texto, dividido em duas partes de Frederic L. Milliken. Agora é tempo de referir a outra. Quem segue com alguma assiduidade este blogue já terá certamente percebido qual a minha posição quanto à abertura da Maçonaria à Sociedade. Não sou cultor do secretismo absoluto. Terá sido necessário aqui noutros tempos. Será porventura ainda necessário noutros lugares. Na sociedade democrática da informação do século XXI, não me faz sentido. Também já deixei bem claro que não sou adepto das "paredes de vidro", tudo divulgando, tudo deixando devassar. A Maçonaria, como qualquer pessoa ou instituição humana necessita e tem direito a uma zona de privacidade. Reconhecê-lo é uma simples questão de bom senso. Sou adepto da política de definir e dizer claramente quais os aspetos que reservamos para nós e porquê. Fi-lo já, claramente e sem ambiguidades, neste blogue, designadamente na série de textos A pr...

Do valor da parábola

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Quem acompanha este blogue sabe que, com exceção das "alegorias" de (algumas) sextas-feiras, privilegio a publicação de textos originais meus. A recente publicação de "Tive um sonho" e de " O último grau " é a exceção que conforma a regra. Estes dois textos - que, afinal, são apenas um, apenas dividido, por razões de extensão, em duas publicações no ótimo blogue The Beehive , do excelente sítio Freemason Information - impressionaram-me quando os li e decidi pedir autorização ao seu autor, Irmão Frederic L. Milliken, para os traduzir e publicar aqui no A Partir Pedra , autorização essa aliás pronta e simpaticamente concedida e que eu agradeço. Duas razões me motivaram ao labor de traduzir e publicar trabalho alheio. A primeira, resultante de uma identificação com a mensagem constante da "palestra" do "último grau", explico-a neste texto. A segunda ficará para um outro. Escrevi já várias vezes, a última das quais há não muito tempo ( O...

O último grau

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Quando entrei na sala da Loja, privado de visão, ouvi a mais bela música que alguma vez ouvi. Não era uma música com que eu estivesse familiarizado, nem com o que a produzia, nenhum instrumento que eu pudesse identificar. Mas era, oh, tão pacífica, trespassava a minha alma e criava uma noção de harmonia e de acordo total. Eu era energia arrastada ou conduzida em pensamento em torno da Loja por esta música, seguindo o que parecia um rumo ao acaso, mas, após oito repetições, fui capaz de discernir que havia quatro repetições de duas manobras, uma sendo um círculo e outra um triângulo . A repetição de manobras foi necessária, como mais tarde me foi explicado, para criar a imagem de um símbolo tridimensional para este grau. E este símbolo era um dos existentes na Câmara do Meio onde recebi este grau. O Esquadro e o Compasso continuavam a adornar o exterior do edifício da Loja, mas dentro deste edifício existia uma Câmara do Meio, onde Pirâmide e Globos eram os símbolos utilizados. Pude ma...

Tive um sonho

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Tive um sonho há não muito tempo. E nesse sonho eu tinha passado para a Loja Celestial e encontrava-me mesmo junto ao Portão das Pérolas. Não era S. Pedro quem me aguardava, mas antes um Peregrino de bordão e lanterna, vestido com um manto ou túnica larga, com o capuz puxado por cima da cabeça. Estava tão dobrado que mal se viam os seus olhos ou o movimento dos seus lábios. "Eis um Viajante", disse ele com uma voz rouca. "Sim, sou e acho que fiz uma longa viagem", retorqui. "Podes prová-lo?", perguntou o Peregrino. "Tenho a certeza que posso provar, sem margem para dúvidas de ninguém, que sou um Mestre Maçon", respondi. "Está bem. Segue-me." "Para onde vamos?" “Para a Loja Celestial.” "A Loja Celestial no além, que bom". "Não, só Loja Celestial; no além já nós estamos." Para iniciarmos o caminho, tentei dar um passo largo, mas permaneci no mesmo sítio. O Peregrino disse: "Aqui, o caminho faz-se em pen...

O tesouro

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Para meditar este fim de semana, hoje não deixo propriamente uma história, mas um texto que recebi por correio eletrónico e que aqui deixo, muito pouco editado por mim. Leiam-no e, no fim, atentem na pequena nota que acrescento. Há uma história muito interessante, chamada "O Tesouro de Bresa", onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro. Ao estudar e aprender estes idiomas, começam a surgir oportunidades na vida do indivíduo, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar. Depois ele precisa de decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar a estudar e a desenvolver-se e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa desenvolveu-se tanto que ela mesma passou a ser o tesouro. O processo de aperfeiçoamento não deve nunca acabar. A acomodação é o maior inimigo do sucesso!!! Por isso se ...

Loja ao ar livre

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As Lojas maçónicas costumam reunir em local "a coberto da indiscrição dos profanos", isto é, em instalações onde só maçons têm acesso. Mas a Maçonaria americana - já o disse várias vezes - tem caraterísticas distintas da europeia. Nos Estados Unidos, ser maçon é integrar um dos pilares da comunidade local. Os maçons americanos gostam de proclamar publicamente a sua condição de maçons. É usual que o Mestre maçon americano use um anel com o esquadro e o compasso, muitas vezes o mesmo anel que pertenceu a seu pai, seu avô e seu bisavô. É também frequente verem-se veículos automóveis com autocolantes anunciando que o proprietário da viatura é maçon. Enfim, outra mentalidade e outra abertura da sociedade americana, em relação à maior parte das europeias. Ao contrário do que por aí por vezes se clama, os maçons não se escondem nem assumem posturas de discrição, por se considerarem elite ou por conspirarem contra a sociedade ou o que quer que seja. Muitas vezes, os maçons são obriga...

O décimo sétimo Venerável Mestre

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O décimo sétimo Venerável Mestre da Loja Mestre Afonso Domingues foi PauloFR, que exerceu o seu ofício de direção da Loja entre o segundo sábado de Setembro de 2006 e o segundo sábado de Setembro de 2007. Conheci PauloFR na ocasião em que este, apadrinhado pelo José Ruah, solicitou a sua admissão entre os maçons. Recordo-me ainda da ocasião em que o Ruah me falou de um tipo "porreiro" e certinho que era seu colega de trabalho e que ele achava que seria uma boa aquisição para a Loja. Não me lembro já, mas possivelmente terei, como segundo proponente, coapadrinhado a sua candidatura. PauloFR fez o seu percurso na Loja quando esta recuperava da grave crise subsequente à cisão da Casa do Sino e reconstruía e reforçava a sua identidade. Em certa medida, considero que o seu mandato configura o início do período de direção da Loja pela sua segunda geração, aquela que não integrou o grupo daquelas que fundaram ou se integraram no esforço de construção da Loja Mestre Affonso Domingues...

Curso para formação de instrutores para o curso de Oficiais eleitos

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A dinâmica Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas do Grande Oriente de São Paulo, Brasil, conjuntamente com a Grande Secretaria de Orientação Ritualística do mesmo Grande Oriente, quanto ao curso de formadores para Mestre de Cerimónias, vai levar a cabo no próximo sábado, dia 14 de março de 2009, entre as 10 e as 17,30 horas, na sede daquela Obediência, sita na Rua São Joaquim, 457 - Liberdade, um Curso para formação de instrutores para o curso de oficiais eleitos. Para frequentar este curso de formadores, é necessária inscrição prévia, através do endereço de correio eletrónico biblioteca@gosp.org.br ou do telefone de São Paulo 11.3346.7088, ramal (extensão) 150. O curso é gratuito, mas é solicitada a cada participante a doação de um quilo de alimento não perecível, para fins de beneficência. Providenciando este Grande Oriente cursos de formação para os vários ofícios de Loja, tem necessidade de proceder a formação de formadores, de forma a manter uma estrutura apta à prosse...