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A Maçonaria na Ilha da Madeira

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No âmbito das publicações de autores convidados, aqui fica um texto sobre a Maçonaria na Ilha da Madeira. A   Maçonaria   na   Madeira Em 1727, foi constituida a primeira Loja Maçónica em Lisboa composta por comerciantes ingleses e que seria apelidada pelo Santo Ofício de “Hereges Mercadores”, em 1733 uma segunda Loja denominada “Casa Real dos Pedreiros Livres da Lusitânia” com uma  predominância de obreiros católicos portugueses e irlandeses e uma terceira fundada pelo suíço John Coustos em 1741. Todas elas sofrerão uma grande perseguição por parte da Inquisição no ano de 1743, onde alguns destes Irmãos foram torturados e sentenciados a duras penas. Uma segunda fase acontece a partir dos anos sessenta desse mesmo século, como consequência de uma tolerância ideológica por parte do Marquês de Pombal, que fora um homem iniciado no estrangeiro (Inglaterra ou Áustria), onde residiu algum tempo como diplomata da coroa Portuguesa. ...

A primeira Sessão

Por “sornice” (50%), por dificuldade de tempo (50%), por falta de disposição (50%) e por falta de outras coisas (50%), ainda não trouxe ao blogue as minhas últimas notícias da Madeira relacionadas com os nossos Irmãos da nova Loja João Gonçalves Zarco. (Vejam só em que estado anda a minha matemática. Façam as contas… 200%. Não tenho desculpa !) O que tenho para Vos trazer, e não tenho saber nem engenho para reproduzir com o realismo que gostaria, é a 1ª sessão ordinária desta nova loja a Oriente do Funchal. Dei-Vos em momento oportuno uma ideia do que foram os trabalhos do levantamento de colunas da R. Loja João Gonçalves Zarco e as impressões que as cerimónias me deixaram. Acontece que entretanto tive a possibilidade adicional de acompanhar os nossos Irmãos madeirenses na 1ª sessão da Loja e isso é mais um momento que ficará no meu espírito para sempre, dure esse “sempre” aquilo que durar. Foi outra oportunidade única. Como é natural uma 1ª sessão absoluta, tem de ser u...

Salvé 2/5/2009

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Afinal a frase mais ou menos anedótica do “já chegámos à Madeira…” desta vez aplica-se na perfeição. Na verdade já chegámos à Madeira. A 2 de Maio levantou colunas uma nova Loja Maçónica Regular. Com a presença do Grão-Mestre da GLLP/GLRP, de Grandes-Oficiais e de Mestres da R.L. Mestre Affonso Domingues levantou colunas na Madeira, a Oriente do Funchal, a Respeitável Loja João Gonçalves Zarco, n.º71. Sendo um sonho antigo foi finalmente possível reunir as condições necessárias a que a Maçonaria Regular pudesse ter representação portuguesa na Madeira, pela 1ª vez, e com a concordância expressa da autoridade autonómica. De facto têm funcionado na Madeira Lojas Maçónicas sob obediência inglesa, mas nunca houve qualquer Loja de origem exclusivamente portuguesa. Frequentemente temos sido procurados por turistas, de todas as nacionalidades, procurando por uma Loja Maçónica na Madeira já que na sua passagem pela ilha gostariam de contactar Irmãos portugueses. Pois a partir de agora já será p...

Aos Tolerantes... todos !

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A todos os nossos Queridos Tolerantes , que tanto se têem tolerado ultimamente, e mais aos assistentes da Tolerância , que tanto têem tido para assistir, aqui deixo um TAF (!), dos maiúsculos, neste início de 2007, e como a troca de galhardetes ainda vai no adro, que a V. Tolerância , seja ela qual fôr, se estenda a este V. Irmão, mal habituado que está a receber a V. sempre disponível Tolerância . E metendo-me nesta fila de dissertadores sobre tão magno conceito sempre vou adiantando que, da minha parte, não tenho já paciência para tolerar uma data de anedotas que vão continuando a acontecer nesta sociedade "circense". Eu explico. Acabou de ser recebida uma carta do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (Min.Defesa Nacional) referindo o Decreto-Lei 167/2005 e anunciando as consequências do seu cumprimento em 2006 e projectando-as para2007. Em anexo é enviado um Documento Provisório que servirá para a beneficiária poder aceder aos serviços a partir de 1/Jan/2007. Ora ...

Jornal da Madeira, Fernando Pessoa, Municipalismo e mais coisas...

Pessoa e Municipalismo na Bienal de São Vicente Durante o dia de ontem foram discutidos em São Vicente temas tão variados como o esoterismo de Fernando Pessoa, como o municipalismo na actualidade portuguesa. Apesar da contenção de despesas, a Câmara Municipal de São Vicente realizou ontem a primeira Bienal Literária Vicentina. Na sessão de abertura, que contou com a presença de diversas personalidades ligadas à literatura, o presidente da autarquia local, Humberto Vasconcelos, focou a importância deste tipo de evento e acrescentou o facto da cultura ser das áreas mais prejudicadas quando são feitas restrições orçamentais. «As áreas mais sujeitas à diminuição de verbas são precisamente aquelas que se contêm no domíno da cultura, da recreação e do lazer». Apesar de tudo, adiantou o autarca, «o município de São Vicente tem feito um esforço o sentido de manter as apostas culturais por entender ser um dever para o desenvolvimento das populações». Na qualidade de representante do presidente ...