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A mostrar mensagens de 2015

Maçons, "livres-pensadores"...

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Aqui há uns tempos em conversa com um amigo sobre determinado tema, disse-lhe eu isto: “eu apenas te mostro o mapa , caberá a ti escolheres o caminho ”. E de facto esta é a realidade em que temos de viver. Ou seja, nós somos as nossas “escolhas”, nós somos as “decisões” que tomamos e as ações que decidimos praticar. Por mais que uns nos digam para irmos para a “esquerda” , outros para a “direita” e alguns inclusive nos digam para seguir pelo “meio”, a decisão final sairá de nós próprios, da nossa vontade, independentemente das indicações e dos conselhos que recebamos e que possam nos auxiliar na decisão a tomar. Se decidirmos agir de certa maneira, coincidindo ou não com o que a generalidade ou somente com o que alguns considerem sobre tal , foi a nossa mente que o decidiu.  Assim, todos nós na nossa Vida somos  - e seremos sempre - responsáveis por aquilo que decidirmos, sejam ações ou palavras e até mesmo pelos mais simples pensamentos. - Fomos nós que os cri...

Boas Festas!

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Entrámos na reta final do ano civil, quando o ambiente e a disposição nos relembram a cada momento que é a altura das Festas . As Festas  por alturas do solstício de inverno (no hemisfério norte) são assinaladas desde a mais remota Antiguidade. O dia do solstício de inverno constitui o máximo do esforço, da privação, da falta de luz e de calor. É o menor dia do ano, é a maior noite do ano. Porque sentiu a Humanidade a necessidade de festejar este tão soturno, breve e desagradável dia? Porque marca o ponto de viragem, porque assinala a ocasião em que finda o tempo de tudo piorar, de cada dia que vem ser um pouco menor que o anterior e cada noite um pouco maior, para tudo começar a melhorar, a paulatinamente, dia a dia, aumentar o tempo em que o Sol nos ilumina e a diminuir o tempo em que a escuridão da noite nos incomoda. Sempre admirei esta capacidade do bicho-homem de festejar, de assinalar o momento em que o mau é pior, em que se bate no fundo , porque ela significa que...

O Dever, caminho para a realização (republicação)

O texto que hoje republico por o considerar deveras relevante para tal, viu a "luz"  há cerca de 2 anos, em Novembro de 2013, e hoje tal como nessa altura, era e é um texto bastante interessante para ler, reler e fundamentalmente, reter(!). O  Rui Bandeira  escreve de uma forma bastante simples e de uma forma acessível a quem pouco ou nada sabe sobre a Arte Real, eu inclusive que debito umas tenras linhas de quando a quando, apenas posso afirmar que pouco sei, e mesmo assim já é muito para mim. Aproveito para fazer aqui o meu  reparo e o agradecimento ao Rui por aquilo que nos ensina e partilha com a sua sabedoria e conhecimentos adquiridos pela sua experiência, tanto maçónica como profana, porque uma não é indiferente à  outra ... e desejar que assim o continue a fazer por muito tempo. E como o texto versa o "Dever", aqui ficou também demonstrado por mim um dever que deveria ser natural ao ser humano, a "Gratidão". Todavia, se agradecer algo a a...

Verdade

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Depois de ter dedicado um texto ao primeiro termo da divisa utilizada pela maçonaria de língua inglesa, Amor fraternal , e um segundo texto dedicado ao segundo termo, Auxílio , encerro o ciclo com algumas considerações sobre o terceiro termo da trilogia, Verdade. Este tema, já foi soberbamente tratado neste blogue pelo Paulo M., num conjunto de cinco textos que intitulou "Perceção, verdade e tolerância", que facilmente pode ser localizado através do marcador Verdades . Em muito concisa, e por isso grosseira, súmula, no primeiro desses textos , assinala-se a limitação dos nossos sentidos e do nosso cérebro no que toca ao reconhecimento do que designamos por verdade. No segundo , as limitações que a linguagem coloca à transmissão da verdade percecionada. No terceiro , a diferença entre a ciência e a fé, entre o que se sabe  ser verdade e o que se crê  o seja. No quarto desses textos , refere-se como cada uma das várias religiões possui, não uma , mas a (sua) verdade...

Compromisso (republicação)

O texto que hoje revê a luz é da autoria do  Rui Bandeira  e assenta naquilo que enquanto alguns possam considerar como deveres ou obrigações conforme do seu ponto de vista e forma de estar, eu, pessoalmente, considero tal como "qualidades". Qualidades essas que acho que devem ser intrínsecas aos maçons. Desta forma abaixo Vos deixo transcrito o referido texto e que também ele pode ser consultado na sua versão original aqui . "Compromisso Porque a Maçonaria é um contínuo exercício de dar e receber entre cada maçom e os seus Irmãos, cada um aperfeiçoando-se através do que obtém do contributo do trabalho dos demais, a condição do sucesso nessa pretendida melhoria de todos pode resumir-se numa palavra: COMPROMISSO. COMPROMISSO em relação à assiduidade de cada um (pois quem não está, não participa). COMPROMISSO em relação ao cumprimento dos deveres de cada um, designadamente quanto ao pagamento das respetivas quotas (pois a manutenção da estrutura tem custos, que...

A "Hipótese Deus" (Autor: João Anatalino)

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Neste blogue, por regra, publicam-se textos da autoria de Mestres Maçons da Loja Mestre Affonso Domingues. No entanto, ocasionalmente publicam-se também textos de outros autores, quando se entende que, pela sua qualidade e interesse, se justifica essa publicação aqui - desde que, bem entendido, se disponha de autorização para se proceder à mesma, dada por  quem dispõe de legitimidade para a dar . O texto que se segue, da autoria de JOÃO ANATALINO, escritor brasileiro, foi originalmente publicado no sítio da Internet deste escritor ( http://www.joaoanatalino.recantodasletras.com.br/ ), e a sua republicação aqui é efetuada ao abrigo da licença Creative Commons que o referido autor concede, no mencionado sítio da Internet. Vale (muito) a pena lê-lo!  A “HIPÓTESE DEUS”                            Não faz muito tempo que os cosmologistas come...

Um Maçon e a sua religiosidade (republicação)...

Hoje o texto que republico é da autoria de um Mestre Maçom pertencente ao quadro de obreiros da Respeitável Loja que acolhe este blogue e também ele mesmo, um membro do seu painel de autores, e que tem como confissão religiosa, o Islão. E dado o que se passou nos últimos dias aqui perto em Paris, será interessante recordar o pensamento de um muçulmano, o  Alexandre T. . Até porque não se deve nem se pode confundir a "árvore com a floresta"... " Um Maçon e a sua religiosidade " Pode um Maçon ser um Homem crente? Pode um Maçon ser um Homem praticante de uma fé/crença? Perguntas que muitos fazem, respostas que poucos as conseguem entender, pois por isso mesmo hoje decidi apresentar-vos a visão de um Maçon, face à sua vivência enquanto Maçon e enquanto Muçulmano. O que diferencia um Maçon Muçulmano de ou outro qualquer Maçon, seja ele Cristão, Judeu, Deísta, Budista e ou apenas crentes no Grande Arquiteto Do Universo. Deixo-vos a minha opinião suportada por uma ...

Jorge Manuel do Carmo Pereira de Almeida (1958-2015), maçom afável

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Para alguns de nós era o Jorge Pereira de Almeida. Outros conheciam-no melhor por Manuel do Carmo, parte do seu nome que utilizava enquanto autor e artista plástico. Ele era ambos e ambos eram um só, ele, um maçom afável, que era estimado por todos os elementos da Loja que com ele privaram. Foi advogado, autor de quinze livros publicados sobre relações internacionais, arte e filosofia (só para referir três:  Um Café pelo Aqueduto (Dinalivro), O Método Alternativo  (Guimarães Editores), Caixa para Pensar  (Verbo), o seu último trabalho editado), empresário, artista plástico. Foi assessor da Presidência do Conselho de Ministros no VII Governo Constitucional, professor de Relações Internacionais no ISLA, assessor na Fundação Oliveira Martins, Presidente da ONG Latin American Studies Institute , e fundador e Presidente da Manuel do Carmo Foundation , organização sem fins lucrativos sedeada em New York com o objetivo de angariar fundos para promover o diálogo entre ...

O Silêncio dos Aprendizes (republicação)

O texto que hoje republico é um texto da autoria do  A.Jorge  e aborda a sua experiência pessoal em relação ao "silêncio" que é imposto aos Aprendizes. Silêncio este que todos os Maçons alguma vez experimentaram... Para uns, algo difícil, para outros, algo necessário... Cada um com a sua experiência própria. Aqui fica o texto, que pode ser consultado no seu original  aqui  e cuja "Caixa de Comentários" originou um debate interessante e esclarecedor. "O Silêncio dos Aprendizes Ao escolher este tema presto homenagem ao silêncio dos aprendizes em loja e em particular ao seu significado e objectivos, dado considerar que ele contribuiu decisivamente para a minha aprendizagem e para a minha evolução como pessoa e, espero que, como Maçon. Nas conversas prévias que tive com os Irmãos Mestres J:. R:. e R:. B:., integradas no meu processo de admissão à Maçonaria, houve desde logo algo que me causou alguma apreensão – como iria eu conviver com o silêncio que se...