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Os maçons e os filhos (atualização)

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Como recordou o Nuno, corria o "longínquo" ano de 2007 quando o profano Simple, já na altura candidato à admissão na Loja Mestre Affonso Domingues, teve esta dúvida de como e quando revelar às suas filhas a sua condição de maçom. Ao longo desses anos, as filhas foram crescendo, e estando presentes em alguns almoços com uma data de "tios" que só viam de vez em quando. Como bem disse o Rui Bandeira, preocupavam-se mais com a presença dos "primos" de idades parecidas com as delas - se bem que, ao longo do tempo, tivessem conhecido melhor um ou outro "tio", e mesmo manifestado saudades de o rever. Foram-se também apercebendo de que em certas quartas-feiras o pai saía antes da hora do jantar, e quando voltava já tudo dormia. E faziam perguntas: "Onde é que vai a esta hora? A algum sítio chique?" - pois ia de fato... que entretanto já não usava diariamente. Lá lhes respondia que ia trabalhar, doutras vezes que tinha uma reunião - ...

Os maçons e os filhos (republicação)

O texto que é republicado hoje é datado do "longínquo"  ano de 2007 e foi escrito pelo Rui Bandeira  e teve como principal motivador uma questão colocada por um leitor de blogue e que pode ser consultado no seu original aqui . Este texto é de alguma forma relevante porque aborda um assunto pelo qual todos os maçons passam, a sua relação com os seus filhos e com a sua própria condição maçónica . Esta é sem dúvida algo com que muitos se debatem internamente e que também se aconselham com os seus irmãos que vivem a mesma situação. Naturalmente que cada um vive a sua vida à sua maneira, mas neste ponto, quase todos o sentem mais ou menos da mesma forma. Como e quando se deve informar um filho ou familiar sobre a vida maçónica de alguém? O Rui emite a sua opinião, com a qual eu concordo também, e que abaixo transcrevo: " O simple colocou a questão que se segue:   Contaram-me o caso de um maçom que toda a vida ocultou a sua condição à família, e de quem só dura...

Maçonaria - Uma grande Família: Princípios e Deveres

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Comunicação à Assembleia de Grande Loja no Solstício de Verão e comemoração do XXIV Aniversário da Grande Loja Lisboa 27 de Junho de 6015 Acolhemos hoje o solstício de Verão, o dia mais longo, onde a grande vitória da luz sobre a escuridão se concretiza na sua plenitude: e assim tem que ser para todos os maçons, sempre a luz dos ancestrais princípios e valores, a triunfar sobre os medos e as trevas dos obscurantismos. Comemoramos também hoje o vigésimo quarto aniversário da nossa Grande Loja, que vive um tempo de plena asserção institucional, forte afirmação internacional, grande crescimento em obreiros e lojas, que está a materializar antigos desideratos, tal uma sede própria que se consolida e engalana. Ainda neste dia de hoje e sempre quero que celebremos a nossa grande e fraterna família maçónica. Como podeis constatar meus Irmãos, nas suas mais variadas dimensões, podemos bem dizer que hoje é não só um dia grande, como também um grande DIA: três comemoraçõ...

A importância da Família na Maçonaria...

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  (imagem proveniente de Google Images)     Para um maçom é muito importante o apoio que lhe é prestado pela sua família face à quantidade de ausências do seu ambiente familiar  que vão sucedendo ao longo dos anos para cumprimento dos seus deveres maçónicos . Deveres estes que, na maioria dos casos, serão a frequência das sessões da Respeitável Loja a que pertença, as assembleias gerais da sua Obediência, atividades que sejam promovidas pela sua Respeitável Loja tanto no mundo profano como internamente ; bem como para a assistência de cursos, debates, tertúlias e palestras que lhe interessem tanto nas várias áreas do Esoterismo como no âmbito da Maçonaria em geral.   Digo que é necessário este apoio,   porque com o passar do tempo é normal existir sempre algum desgaste natural nas relações familiares e por vezes as sistemáticas ausências que levam o maçom a sair do seu lar, poderão criar brechas no seu relacionamento marital se estas saídas ...

Às Senhoras !

De entre os brindes tradicionais há um que se destaca porque não tem muito a ver com a Maçonaria, ou se calhar tem. Falo do Brinde às Senhoras, sejam elas a nossa mulher, mãe, irmãs ou amigas. Este brinde através do qual os Maçons homenageiam as senhoras, e reconhecem a sua importância na estabilidade da vida da família, é talvez o mais significativo de todos. Os deveres associados à família são muito importantes para a Maçonaria, e sobrepõe-se aos deveres para com a Loja. Por isso mesmo hoje o meu post é para homenagear a Senhora que faz o favor de ser minha mulher que festeja nesta data aniversário importante. Requisito assim para mim o 6º Brinde. “Meus Irmãos, por ordem do Venerável peço-vos que levanteis os vossos copos e me acompanheis neste Brinde: ÀS SENHORAS !!!!! “ José Ruah

A Família e o Século XXI

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Estes 2 dias tenho estado com um casal amigo que numa espécie de férias saltaram da Madeira para o centro da Europa regressando agora a Lisboa, na volta para a Madeira. Ele é de origem brasileira, ela de origem beiroa/madeirense, e entre os vários temas que nas nossas conversas sempre saltam com enorme facilidade e fluência um houve que deu origem a um aprofundamento especial. Falava-se da actualidade da relação homem/mulher, versus casamento, procriação e educação de filhos, constatando-se o divórcio entre a juventude actual e laços da família que nos criou.. Considero tratar-se de uma questão para ser profundamente analisada, criticada e necessitando de uma consciencialização a todos os níveis da sociedade, pelo que trago aqui alguns excertos das várias facetas da questão. É absolutamente necessário que a discussão do tema se generalize, a fim de que todos tomem consciência de qual a situação, quais as causas e qual a correspondência entre as causas e os efeitos que observamos e dos ...

O maçon e os filhos

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O simple colocou a questão que se segue: Contaram-me o caso de um maçon que toda a vida ocultou a sua condição à família, e de quem só durante o velório os filhos e os netos souberam, por uns senhores que nunca tinham visto mas que mostraram conhecer muito bem o falecido, que o pai de uns e avô de outros fora maçon a vida toda... A minha questão - que não é, certamente, nem nova nem original - é esta: como consegue um maçon manter oculta dos profanos a sua condição, e ao mesmo tempo envolver a família nesses eventos, se tiver filhos ainda pequenos - e naturalmente pouco sensibilizados para a discrição? Recorre-se à grande Instituição que são as baby-sitters?! A partir de que idade é comum revelar-se à respectiva prole a condição de maçon - especialmente quando se preveja um anátema por parte da família alargada caso tal fosse conhecido? Ah, e não vale responder "cada pai sabe dos seus"... até aí já eu discorri. :) Nos termos e condições que o simple coloca, a questão ...

A mudança

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Costuma-se dizer que um homem pode mudar de emprego, de casa, de camisa, de automóvel, de quase tudo, mas que não muda de clube. Tenho um amigo que hoje vai demonstrar que a frase anterior não é inteiramente verdadeira: vai formalizar a sua mudança de clube! A decisão que hoje vai ser levada à prática fora já decidida há uns tempos e era conhecida de um grupo restrito de familiares e amigos. Como todas as decisões importantes da vida, há já algumas semanas que andava a ser preparada, tendo-se tomado todas as cautelas e preparado tudo o que havia a preparar, no sentido de que tudo corra bem com esta mudança. A preparação necessária para que tudo corra bem determinou mesmo que esse meu amigo tivesse tido que limitar fortemente algumas das suas actividades, designadamente uma de carácter público: a publicação de textos no A Partir Pedra ! Esse meu amigo – já perceberam – é o José Ruah. E não, não muda a sua afeição pelo Glorioso... A mudança decidida e agora formalizada é outra: hoje glor...

Aproveitando a análise

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Cá estamos no A-PARTIR-PEDRA, aconchegadinhos e muito quentinhos, naquela pose que apetece, junto à lareira, com um frio de rachar lá fora. E estamos satisfeitos. Primeiro porque o José não perdoa e anda em cima dos acontecimentos; Segundo porque garantidamente nenhum de nós foi optimista ao ponto de prever que “isto” ia ser a sério (mesmo); Terceiro porque os comentários, que são “pouquérrimos” (esta inventei eu) são, por outro lado, bem simpáticos e incentivadores. Como o José, também agradeço a todos que têm tido a paciência de nos ler, e ainda mais aos que têm contribuído com comentários, que são sempre, sempre, bem vindos. Como diria um “pirata” meu amigo, comentem, digam bem, digam mal, p…, mas digam alguma coisa ! O comentário do nosso leitor “Profano” à última intervenção do José, trouxe-me de novo à primeira linha do consciente a relação da Maçonaria com o “mundo profano”, como nós chamamos ao mundo que não aderiu à organização maçónica, mas que não é menos válido por isso. E ...