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Maçonaria em Loja (republicação)

O texto de hoje saiu da pena do  J. Paiva Setúbal  na época em que teve os "destinos" da Respeitável Loja Mestre Affonso Domingues nº5 nas suas mãos . Ou seja, foi escrito e publicado durante o seu Veneralato, que decorreu durante os anos profanos de 2007 e 2008. Trago-Vos este texto porque considero que ele faz uma reflexão bastante certeira sobre o que  a Loja espera dos seus obreiros. A contemporaneidade deste texto é inegável, e por isso mesmo, decidi partilhá-lo com aqueles que possivelmente não terão tido acesso a ele, por se encontrar nos "confins" do blogue, mas também àqueles a quem tal nunca poderá passar despercebido, sendo que nunca é tarde demais para salientar esta reflexão que foi efetuada na altura por quem a escreveu e que a decidiu partilhar com os leitores nessa época, cabendo agora a mim, ter a mesma deferência para com os atuais leitores... Apesar de o texto poder ser consultado  aqui , deixo-Vos para vossa leitura agora o respetivo texto. ...

Mau-gosto

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O texto de hoje não tem nada a ver com Maçonaria. Ou, se calhar, bem vistas as coisas, até tem. Pelo menos com a forma como os princípios maçónicos nos levam a ver e ajuizar as situações. Li ontem na revista Visão (sai à quinta-feira, mas com esta coisa de trabalhar, escrever no blogue e não ser um completo estranho para a família só consigo ler aos bocadinhos e cada exemplar dá-me para uma semana...) um artigo sobre os reveses e infortúnios que recentemente Paulo Teixeira Pinto tem tido na sua vida privada. Já de si, não é um assunto que me pareça que deva ser objeto do interesse de um órgão de informação de referência. Que os tablóides metam o nariz na vida privada das figuras públicas, já estamos infelizmente habituados. Que a imprensa considerada séria vá pelos mesmos caminhos é um acrescido motivo de desagrado. Mas, enfim, ser figura pública tem destes inconvenientes. E Paulo Teixeira Pinto é, incontestavelmente, uma figura pública em Portugal. Foi Secretário de Estado, foi Presi...

Maçonaria em Loja

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A organização da Maçonaria Regular tem uma base de sustentação, a Loja. E a Loja tem como base os Obreiros que a compõem. Quero eu acentuar com este começo de texto que os Obreiros, ao nível das Lojas, são os alicerces sobre os quais toda a estrutura se levanta. Bom…, mas sendo os Obreiros homens, seres humanos com pernas, braços e o resto, como todos os outros, interessa discorrer um pouco sobre o relacionamento entre os componentes desta estrutura que assume uma tão grande responsabilidade. Quando alguém é proposto para iniciação na Maçonaria, necessariamente a nível de loja, é-lhe feito um inquérito e sobre isso já se escreveu aqui neste blog o suficiente para justificar que não gaste agora mais espaço com o porquê e o como do inquérito. Mas interessa notar que sendo o inquérito, ele também, feito por homens, é evidentemente um exercício de conclusões falíveis, e pode acontecer que seja proposto para iniciação alguém que realmente não esteja em condições de admissão na Maçonaria. E...