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D. Pedro I e a Maçonaria

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Dom Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon foi o primeiro imperador do Brasil, como D. Pedro I , tendo sido também Rei de Portugal durante um curto período. Recebeu os títulos de Infante, Grão-prior do Crato, Príncipe da Beira, Príncipe do Reino Unido de Portugal do Brasil e Algarves, Príncipe regente do Reino do Brasil além de primeiro imperador do Brasil, como D. Pedro I, de 12 de Outubro de 1822 a 7 de Abril de 1831, e ainda 28º Rei de Portugal (título herdado de seu pai, D. João VI), durante um período de sete dias (entre 26 de Abril e 2 de Maio de 1826), como D. Pedro IV . Ficou conhecido como o Rei-Soldado, por combater o irmão D. Miguel na Guerra Civil de 1832-34 ou o Rei-Imperador. D. Pedro I abdicou de ambas as coroas: da portuguesa para a filha D. Maria da Glória e da brasileira para o filho D. Pedro II. D. Pedro I era o quarto filho (segundo varão) do rei D. João VI e ...

Deísmo - II

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Vimos já que, na versão francesa da Wikipedia, a definição de deísmo, em aparente contradição com o que se escreve na versão inglesa, postula (tradução livre minha): O deísmo, do latim deus , é uma crença ou doutrina que afirma a existência de um Deus e a sua influência no Universo, quer quanto à sua criação, quer quanto ao seu funcionamento. Mas , tal como fizémos em relação à versão inglesa da enciclopédia virtual, olhemos um pouo mais fundo. Verificamos que o artigo prossegue, do seguinte modo (sempre em tradução livre minha): Para o pensamento deísta, certas caraterísticas de Deus podem ser compreendidas pelas faculdades intelectuais do homem. Cá está, afinal, o fio condutor, o cerne efetivamente definidor do conceito! Afinal, as versões das três línguas da enciclopédia virtual acabam por confluir no conceito de deísmo... Pena que tenham dado destaque a elementos secundários diferentes, criando a confusão onde deveria haver esclarecimento... Mas, no anterior texto sobre este tema, ...

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 - Base IX

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BASE IX DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS PAROXÍTONAS 1º) As palavras paroxítonas não são em geral acentuadas graficamente: enjoo, grave, homem, mesa, Tejo, vejo, velho, voo; avanço, floresta; abençoo, angolano, brasileiro; descobrimento, graficamente, moçambicano 2º) Recebem, no entanto, acento agudo: a) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em –l, -n, -r, -x e –ps, assim como, salvo raras exceções, as respectivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas: amável (pl. amáveis), Aníbal, dócil (pl. dóceis), dúctil (pl. dúcteis), fóssil (pl. fósseis), réptil (pl. répteis; var. reptil, pl. reptis); cármen (pl. cármenes ou carmens; var. carme, pl. carmes); dólmen (pl. dólmenes ou dolmens), éden (pl. édenes ou edens), líquen (pl. líquenes), lúmen (pl. lúmenes ou lúmens); acúcar (pl. açúcares), almíscar (pl. almíscares), cadáver (pl. cadáveres), caráter ou carácter (mas p...

Sandes

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Na sequência do excelente artigo do Rui Bandeira, lembrei-me de partilhar convosco uma história que considero muito interessante e que adaptei para o "gosto" Português. Poderíamos chamar-lhe "Sandes de restos do Jantar" Trata-se da história de um homem que todos os dias trazia sandes de restos do jantar para o trabalho e que todos os dias reclamava sobre isso. Ele detestava sandes de restos do jantar e regularmente dizia aos seus colegas: - Estou farto de comer estas sandes; nem sequer o pão é ao meu gosto , ou - Outra vez. Estou farto destas sandes de restos do jantar... é todos os dias a mesma coisa ... Os seus colegas tinham pena dele já que a sua mulher lhe preparava sistematicamente o mesmo tipo de sandes, até um dia, um lhe disse: - Porque é que não pedes à tua mulher que varie as sandes que te prepara? E o homem respondeu: - A minha mulher? eu sou viúvo; sou eu que preparo as minhas próprias sandes... A moral desta história reside no facto de que, freq...

Valor

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Trago-vos hoje mais uma história recebida por correio eletrónico, cuja autoria desconheço, como habitualmente escrita à minha maneira. Em época de dificuldade, de temor, de confusão, de insegurança, como a que vai sendo a presente, é importante que cada um de nós renove a confiança em si próprio e nas suas capacidades. Se é certo que o ambiente, a conjuntura, nos afetam, não é menos verdade que cada um de nós também afeta o ambiente e a conjuntura. A soma de muitos pessimismos e desânimos só pode dar desastre. O resultado da adição de muitas confianças, propósitos de trabalho e fé nas respetivas capacidades, pelo contrário, mais tarde ou mais cedo redundará em progresso e superação das dificuldades. Um conferencista famoso começou um conferência, numa sala com 200 pessoas, exibindo na mão direita uma nota de cem euros. Perguntou: - Qual de vós quer esta nota? Na assistência, todos ergueram a mão. Então o conferencista disse: - Tenciono dar esta nota a um de vós esta noite, ...

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 - Base VIII

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BASE VIII DA ACENTUAÇÃO GRÁFICA DAS PALAVRAS OXÍTONAS 1º) Acentuam-se com acento agudo: a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafadas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, já, olá; até, é, és, olé, pontapé(s); avó(s,), dominó(s), paletó(s,), só(s). Obs.: Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em -e tónico/tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guiché ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê. O mesmo se verifica com formas como cocó e cocô, ró (letra do alfabeto grego) e rô. São igualmente admitidas formas como judô, a par de judo, e metrô, a par de metro. b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos lo(s) ou la(s), fic...

Os dez mandamentos da água

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Hoje, dia 1 de Outubro, é o Dia Mundial da Água. E também o Dia Mundial da Música. Hoje, dia 1 de Outubro, pelas 18 horas, no Museu da Água de Coimbra, sito no Parque Manuel Braga, junto ao rio Mondego e em frente ao Hotel Ibis, será inaugurada a exposição OS DEZ MANDAMENTOS DA ÁGUA , da autoria de Manuel Carmo. Conforme se pode ver aqui , Manuel Carmo é um artista plástico e autor português. Primeiramente advogado, Assessor na Presidência do Conselho de Ministros no VII Governo Constitucional, presidente da ONG de cooperação cultural europeia Latin American Studies Institute, administrador de várias companhias multinacionais, editor de vários jornais e revistas, decidiu nos anos oitenta frequentar o Curso de Pintura do Ar.Co em Lisboa. Manuel Carmo dedica-se hoje exclusivamente à pintura, escultura e escrita. É actualmente Docente no Curso de Pós-Gaduação em Gestão Cultural no ISCIA em Aveiro, Comissário do Museu da Água de Coimbra, Director-Geral das Edições de Arte AABA em Lisboa e ...