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O Pai Natal é maçon!!!

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Persistentes, difíceis e demoradas investigações permitem finalmente confirmar uma notícia de que alguns suspeitavam desde há muito tempo. Não, não é a notícia de que o Pai Natal existe! Essa, qualquer criança de três anos conhece! Este autêntico "furo" jornalístico - que nos faz mesmo sonhar com a possibilidade um Prémio Pulitzer... - é a confirmação, prova provada, à vista de todos, para que vejam com aqueles dois que a terra há-de comer, de que... O PAI NATAL É MAÇON! A iomagem que acompanha este texto é inequívoca: nela, o simpático e obeso idoso de barbas brancas e roupa garrida ostenta, sorridente e orgulhosamente, o avental que todos os maçons devem usar em Loja, no caso um avental usado no grau de Aprendiz. As nossas investigações não lograram (ainda) apurar se o uso do avental neste grau resulta de o Pai Natal, também conhecido por Santa Claus e Père Noel, ter sido iniciado recentemente e, portanto, ainda se encontrar no estágio inicial do seu processo de aperfeiçoam...

Oitavo Landmark

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Os Maçons juntam-se, fora do mundo profano, nas Lojas onde estão sempre expostas as três grandes luzes da Ordem: um volume da Lei Sagrada, um esquadro, e um compasso, para aí trabalhar segundo o rito, com zelo e assiduidade e conforme os princípios e regras prescritas pela Constituição e os Regulamentos Gerais de Obediência. A unidade fundamental da Maçonaria é a Loja, um conjunto autónomo de maçons utilizando o mesmo rito, isto é, o mesmo conjunto de textos e actos pelo qual se busca a concentração dos presentes e que é utilizado como fonte de significados simbólicos a serem apreendidos e desenvolvidos pelos maçons, como forma e método do seu aperfeiçoamento moral. A Loja é um espaço de união e de liberdade. Cada um sabe o que nela tem de fazer como contribuição para o grupo, como se comportar, como colaborar com os demais. Cada um, respeitando esses princípios, é livre de pensar como entender, de se expressar em conformidade com o seu pensamento, de agir como entender, em consonânci...

Justos de entre as Nações.

O exterminio do povo Judeu pelo regime Nazi foi uma realidade. Se foram exatamente 6 milhões de Judeus ou 5.999.999 ou 6.000.001 é pouco relevante. Foi esta a ordem de grandeza. O Campo de Treblinka "processou" isto é gaseou e cremou cerca de 1 milhao de Judeus num ano, antes de ser integralmente destruido. Birkenau ( Aushwitz) não tem conta. Mas no meio da Barbarie surgiram os Justos de Entre as Nações, pessoas, que a perigo da sua vida e da vida das suas familias, ajudaram Judeus ( nem que fosse um) a sobreviver. O Estado de Israel, através da Instituição Yad Vashem - Museu do Holocausto, decidiu na Decada de 60 distinguir estas pessoas e por cada caso comprovado foi plantada uma arvore in Memoriam, aparecendo assim um Jardim chamado Alameda do Justos. Estes Justos, hoje mais de 20 000 têm as mais diversas origens e historias que poderão ser lidas aqui . De entre estes Justos há um Português. Este homem a sacrificio da sua carreira e da sua familia e fortuna salvou algumas...

TEERÃO Dezembro/2006

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A fina flôr do entulho juntou-se em Teerão, em reunião dita "Conferência sobre o holocausto". Segundo as notícias que nos chegaram tratou-se de uma "Conferência (?)", de facto, sobre o "não holocausto" que juntou vários dos cérebros mais negros da história da humanidade (Pinochet já não conseguiu passagem a tempo !) e entre eles, brilhando, o "campião" da KuKluxKlan, David Duke. Tudo gente fina portanto. Esta piratagem (a rapaziada do "nacional renovadorismo" teria estado representada, ou nem para isso servem ?) quer provar à viva força que o holocausto não aconteceu, que Auschwitz é um ce nário para filmes e que Hitler foi "um gajo porreiro". Estive em Auschwitz há cerca de 1 ano, e o espectáculo aterrador que lá se encontra é de molde a convidar, seja quem fôr, pensar no Ser, a pensar no Humano, a pensar no Pensar. Não é descritível, sem um novo arrepio, a lembrança do sítio, dos edifícios, dos passeios externos rodeados de ...

Sétimo Landmark

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Os Maçons tomam as suas obrigações sobre um volume da Lei Sagrada, a fim de dar ao juramento prestado por eles o carácter solene e sagrado indispensável à sua perenidade. Este Landmark reforça o carácter deísta da Maçonaria. Só quem é crente atribui significado ao "carácter solene e sagrado" de um juramento! É também através deste preceito que apreendemos que o ateu ou o agnóstico não pode integrar a Maçonaria Regular. Este é , pois, um dos Landmarks que distingue a Maçonaria Regular da dita maçonaria irregular ou liberal. Para o maçon regular, o assumir dos seus compromissos é um acto solene, daí que tal assunção se faça pela forma do mais sagrado dos juramentos, o que é proferido sobre um volume da Lei Sagrada. Porque o cumprimento dos seus compromissos tem uma alta importância para um maçon, tal inevitavelmente que se reflecte na sua vida profana, no seu dia a dia. Deve, consequentemente, o maçon, entre outras coisas, distinguir-se pelo cumprimento da sua palavra, constit...

Há Máfias e Máfias

É verdade ! Quem julgava que a a verdadeira Máfia era um produto Italiano pois que se desengane. Não é. É um produto Portuense ( não confundir com português) com duas variantes - em Italia há a Camorra e a Siciliana - que são a Portista e a Gondomarense. Em Italia durante o ano de 2006 foi julgado o caso Calcio Caos que envolvia clubes de Futebol e dirigentes. Os pobres coitados não fizeram nada de muito grave, compraram uns arbitros viciaram uns resultados, ganharam uns dinheiritos numas apostas, enfim o trivial para uma situação análoga e veja-se lá o desplante das autoridades foram condenados. É indamissivel que o tivessem sido, coitados foram despromovidos, começaram os campeonatos com pontos negativos, tiveram que vender uns jogadores a preço de saldo, etc.... Cá no nosso canto - mais propriamente na região da Naçon Portista ( que fique aqui claro que eu sou da Nação Portuguesa) - andam as investigaçoes a correr ha mais de 2 anos com Nomes muito mais poeticos - Apito Dourado ( Cal...

Sexto Landmark

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A Maçonaria impõe a todos os seus membros o respeito das opiniões e crenças de cada um. Ela proíbe-lhes no seu seio toda a discussão ou controvérsia, política ou religiosa. Ela é ainda um centro permanente de união fraterna, onde reinam a tolerante e frutuosa harmonia entre os homens, que sem ela seriam estranhos uns aos outros. Este preceito resume as regras de convivência entre maçons. Desde logo, avulta o respeito absoluto pela individualidade dos demais. As opiniões de cada um devem ser, e são, absolutamente respeitadas por todos os outros. Pode-se discordar de uma opinião emitida por outro maçon, mas a manifestação dessa discordância deve ser feita fundamentadamente e sem hostilizar, escarnecer ou por qualquer forma apoucar o seu autor. Pelo contrário, a crítica ponderada e fundamentada possibilitará um diálogo sereno, susceptível de permitir verificar os pontos de discordância, mas também aqueles em que se concorda, as razões do desacordo e a validade delas. Assim procedend...