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A Lenda do Ofício - análise crítica: Athelstan

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Chegamos finalmente ao epílogo da Lenda do Ofício . Esta última parte da Lenda tem um fundo histórico há muito conhecido. Registos históricos comprovam que, no tempo do rei saxão Athelstan, foram reguladas por lei as frith-gildan ( free guilds em inglês moderno), ou corporações livres de artífices de diversas profissões, entre eles os construtores. Mas, sendo uma construção lendária, a base histórica entrelaça-se com alguma imprecisão, embelezamento, modificação, gerada pela transmissão oral ao longo dos tempos. Mas, antes do mais, relembremos o último trecho da Lenda do Ofício , que alguns estudiosos maçónicos autonomizam sob a designação de Lenda de York: Pouco tempo depois da morte de Santo Albano, houve diversas guerras no reino de Inglaterra entre diversas nações, pelo que a boa regra da Maçonaria foi destruída até ao tempo dos dias do Rei Athelstone, que foi um valoroso Rei de Inglaterra e trouxe a esta terra descanso e paz; e construiu muitas grandes obras de Abadias e Torres...

A hora mudou ! E os homens ?

Pois é, esta coisa das mudanças de hora tem uma influência danada na psique do povo, e eu sou povo sofro enormemente com estas alterações. Por que raio se hão-de lembrar de mudar a hora para mais cedo se, pouco tempo depois a tornam a mudar para mais tarde ? Não seria mais sensato deixar os "reloginhos" tal qual e em vez disso dar um geitinho à velocidade da terra ? (ou do Sol como preferissem...) Parece que não é assim e esta gente prefere as soluções mais complicadas. Hoje já tive que dar à roda de uma boa dúzia de ponteiros e vários outros ficarão para quando reparar que cheguei com uma hora de avanço à reunião. Nessa altura ficarei admiradíssimo, procurarei uma boa razão para o atraso dos outros todos e constatarei com o ar inteligente que me caracteriza que afinal não acertei o meu relógio na altura certa. Paciência... há coisas piores ! Bom, mas pela confusão que estas mudanças me provocam vejam bem com que atraso chego ao blog este fim de semana... Tenho este texto com...

A Lenda do Ofício - análise crítica: Santo Albano

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Santo Albano No texto anterior, analisou-se a chegada da Maçonaria=Geometria=Arquitetura=Arte da Construção em pedra à Europa, segundo a Lenda do Ofício. A partir do texto que hoje se destaca, a Lenda centra-se em Inglaterra, país onde foi criada. A Inglaterra em todo este tempo manteve-se alheia, quanto a qualquer assunto de Maçonaria, até ao tempo de Santo Albano. E nos dias deste o rei de Inglaterra, que era pagão, edificou as muralhas da cidade que agora se chama Saint Alban. E Santo Albano era um valoroso cavaleiro e nobre da corte do Rei e tinha a direção dos assuntos do reino e também da edificação das muralhas da cidade; e gostava dos Maçons e acarinhava-os muito. E fixou o seu salário bem, de acordo com os padrões do reino; pois deu-lhes dois xelins e seis dinheiros por semana e três dinheiros para as suas refeições. E antes desse tempo, por toda esta terra, um Maçon recebia apenas um dinheiro por dia e a sua refeição, até que Santo Albano emendou isso e deu-lhes uma carta-p...

Direitos... adquiridos ?

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Nas deambulações via Net, cruzadas com mensagens que Amigos me vão fazendo entrar na caixa do correio, vou apanhando de quando em vez com notícias referentes a acontecimentos que "já passaram", a maior parte das vezes com muita pena minha por não ter dado por eles mais cedo. Se esse conhecimento estivesse comigo a tempo e horas poderia segui-los com maior atenção. Assim estou pendurado no "acaso" de uma descoberta durante a navegação ou no "acaso" de um alerta chegado por mensagem amiga. Este foi o caso. Trago-vos uma peça já posta em blog (outro, com motivações e objetivos diferentes do nosso "A-Partir-Pedra") que fiquei a conhecer agora. Para fim de semana parece-me interessante. Dá que pensar e como estamos em período fresquinho pós-eleitoral, com as equipas políticas em reconstrução, pode bem ser que alguém dessas novas equipas dê por este texto e faça alguma coisa com o seu conteúdo. Como de costume limito-me a ser o copista de serviço (apen...

A Lenda do Ofício - análise crítica: Carlos Martel

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Estátua de Carlos Martel no Palácio de Versailles Finalmente, a Lenda do Ofício chega à introdução do mesmo na Europa. Relembremos esta parte do texto: Homens da Fraternidade curiosos viajaram por diversos países, uns para aprenderem mais da arte de construir e aparelhar, outros para ensinar aqueles que tinham poucos conhecimentos. E assim sucedeu que houve um curioso Maçon, chamado Maymus Grecus, que esteve na construção do Templo de Salomão e que veio para França e aí ensinou a ciência da Maçonaria aos homens de França. E houve um, da linhagem real de França, chamado Carlos Martel; e ele era um homem que gostava muito desta ciência e aproximou-se deste Maymus Grecus, acima referido, e aprendeu com ele a ciência e obteve através dele os Deveres e as Regras; e mais tarde, pela graça de Deus, foi escolhido para ser Rei de França. E quando ele estava nessa função, contratou Maçons e ajudou a fazer Maçons de homens que não eram nada; e pô-los a trabalhar e deu-lhes os Deveres e as Regras...

Quem tudo quer...

É muito antiga a expressão "Quem tudo quer, tudo perde". Nasci e cresci ouvindo esta expressão e acontece que o tempo da vida tem-se encarregado de me mostrar que de facto é assim na grande maioria dos casos. Como sempre alguns escapam... mas na grande maioria (na grande maioria, mesmo !) das situações que conheço o resultado é mesmo o do título que escolhi. A ponderação das possibilidades, o senso das oportunidades, o saber-se onde e quando parar são princípios básicos de equilíbrio que nem todos conseguem desenvolver. Depois há o velho Peter, com o seu Princípio a marcar o ponto de viragem para a asneira. Em mais um período reflexivo/eleitoral (?) escolhi um exemplo... exemplar ! para vos entreter. E se calhar relacionado com alguns dos personagens principais deste fim de semana. Bom fim de semana... e até pode ser que Portugal vá ao Mundial da África do Sul... JPSetúbal

A Lenda do Ofício - análise crítica: O Templo de Salomão

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Do Egito, a Lenda salta para a Judeia e para a construção do Templo de Salomão. Recorde-se o texto da Lenda do Ofício , nesta parte: Muito depois deste tempo, quando os filhos de Israel chegaram à Terra Prometida, que agora é chamada entre nós de Jerusalém, o rei David iniciou a construção do Templo que é chamado entre nós de Templo de Jerusalém. E o rei David apreciava os maçons e tratava-os bem e dava-lhes bom salário. E deu-lhes os Deveres pela forma que tinha aprendido no Egito, dada por Euclides, e outros deveres de conduta de que ouvirão falar mais tarde. E depois da morte do rei David, Salomão, que era filho de David, concluiu o Templo que o seu pai começara; e mandou vir maçons de diversos países e várias terras; e juntou-os, de forma a ter 40.000 trabalhadores em pedra e chamou-lhes maçons. E escolheu de entre eles 3.000 que determinou fossem Mestres e responsáveis pelo trabalho. E, para além disso, havia um rei de outra região que os homens chamavam Hiram, que era amigo de Sa...