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Almoço de Solsticio de Inverno

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Caros irmãos, cunhadas, sobrinhos e afins... Como ja vem sendo hábito na nossa loja, todos os anos, mais ou menos por esta altura, realiza um almoço-convívio com as nossas famílias. Desta vez foi no restaurante “Os severianos”, perto da Lourinhã, no passado Domingo dia 10 de Dezembro. O nosso almoço de Solstício de Inverno decorreu às mil maravilhas, começando por umas entradas fartas e deliciosas e terminando num lanche copioso. Foi uma festa bonita, cheia de calor humano e em fraternidade...como não podia deixar de ser! Ainda não foi desta que batemos o record de presenças... mas conseguimos um número bastante satisfatório de comensais. Este meu post, é precisamente para agradecer a todos os que estiveram presentes no nosso almoço e a todos aqueles que fizeram com que tudo corresse da forma agradável como decorreu. Muito, muito obrigado e bem hajam! PauloFR PS: com as minhas desculpas pelo atraso na colocação deste Post. Mas mais vale tarde que nunca.

Tolerância - o verdadeiro inicio do conceito

Dando uma ajuda ao Rui, e corrigindo os seus pensamentos. Talvez eu o tenha induzido em erro ao mencionar Locke, mas seguramente não me enganei no tempo. As primeiras questões filosóficas sobre a Tolerância surgem com a reforma de Martinho Lutero, portanto bem no século XVI e no seu primeiro quartel. Se não passaram 500 anos devem faltar uns 10, lapso pelo qual me penitencio. Com a reforma a questão da tolerância ganha um relevo enorme pois passam a existir outros Cristãos para além dos Católicos. E se até aí os de outras religiões eram Infiéis, os Protestantes eram Hereges, mas ainda assim Cristãos. Como politicamente houve países / regiões / principados que passaram a praticar outro tipo de Cristianismo, a questão da tolerância ganhou uma importância imensa, para o equilíbrio político da época. Locke retoma a questão da tolerância em 1689. Mas deixemos o Rui prosseguir com a sua explanação, pois fiquei com essa ideia ao ler o seu ultimo post. JoseSr

O Ramo de Acácia

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Quem me conhece sabe que não sou dado a grandes explicações simbólicas, nem tão pouco tenho seguido a via do esoterismo. Acredito que as coisas têm um fundamento e que esse fundamento poderá ser encontrado na História, nos Usos e Costumes, ou em Livros Sagrados. O que fazemos com as coisas pode derivar da interpretação dada, tenha ela sido a mais correcta ou não, ou simplesmente diferente. Hoje decidi pegar na Acácia. A Maçonaria elegeu como um dos seus símbolos a Acácia, outros, e apenas a título de exemplo, são o Esquadro e o Compasso. Porquê a Acácia e não o Cedro? Sabemos pela tradição e pela História que estas madeiras foram usadas no Templo de Salomão, base simbólica da Maçonaria Especulativa tal como a conhecemos actualmente. Aliás o Cedro é muito mais mencionado como material de construção do Templo que a Acácia, mas não é utilizado na simbologia Maçónica. E a Acácia, ou mais propriamente o Ramo de Acácia (Inglês: Sprig; Francês: Rameau) passou a ser claramente um símbolo. As p...

Tolerância: o início enquanto conceito filosófico

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A resposta do JoséSR ao meu último texto, Tolerância: o debate continua consistiu na reafirmação das suas posições, apenas com a novidade de expressamente ter agora admitido a evolução do conceito de Tolerância (anteriormente apenas referira que o "politicamente correcto" estava "polindo" o conceito, o que não é a mesma coisa...). Duas pessoas que se julguem minimamente inteligentes não debatem um tema com o propósito de convencer o opositor. Tal seria, na quase totalidade dos casos, pura perda de tempo e energia. Duas pessoas minimamente inteligentes debatem um tema de forma a, sob a forma de rebaterem os argumentos do opositor e apresentarem os seus, atingirem dois objectivos: um (a que o JoséSR já aludiu no seu texto Tolerância - parte 5 1/2 ) é o de aprofundarem o seu conhecimento sobre o tema; o outro é o de verificarem, maxime construírem, atenta a discordância original, os pontos de convergência possíveis. É por isso que dou particular importância ao acordo...

Acácia

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Quando inseri um comentário ao Post do JPSetubal, para o provocar um pouco, fi-lo já com a intenção de escrever algo sobre a Acácia e a sua simbologia para a Maçonaria. Tenho estado a documentar-me, pois uma das duvidas pertinentes é qual a verdadeira Acacia. Qual a que foi usada pelos Hebreus para constuir a Arca da Aliança e posteriormente o mobiliário do Templo de Salomão, e qual a Acacia usada como marcação funebre. Parece simples dizer que a Acacia identifica o Mestre Maçon mas não é tão directo. Prometo que dentro de uns dias espero que poucos voltarei com literatura sobre o tema. JoseSR

Vivó Blogue !!!!

E o contador de visitas marca ( neste momento) 4000 pode nao ser muito , mas é muitissimo JoseSR

Tolerancia - se é para continuar o debate então seja !

Lembram-se que vos disse que o Rui é um excelente causidico. Como pode ser lido no seu ultimo texto, tentou encontrar uma forma airosa de sair do embroglio que se tinha metido. E Fez o que um causidico deve fazer, interpretou da forma que lhe dá jeito, uma vez que aqui nao falamos de leis e que consequentemente a latitude de interpretação é muito mais vasta. Pois é , mas ele continua a persistir num erro. Usando o exemplo que ele deu o Amor. Não há varios tipos de Amor, há só um. Há sim várias formas de o por em pratica, e aí sim evidentemente que a forma de amar entre homem/mulher e Irmao/Irmã ou Pai/Filho é diferente. Diferente na Prática - de praticar de por em acçao - mas IGUAL e UNO no fundamento que é Amar. Da mesma forma acontece com a Tolerância. O Conceito é só UM e é o que venho defendendo desde o inicio. A Pratica é diversa mas aqui já não em função das pessoas envolvidas mas em função das situações a tratar. NA verdade, e eu proprio fui o primeiro a falar nisso, não me esqu...