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O vento canta!

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Esta historieta - que, como habitualmente, recebi por correio eletrónico e de que desconheço quem seja o autor - parece-me particularmente adequada para os dias que vão correndo. Anda tudo ansioso, preocupado, pessimista, ai que até um grande banco americano abriu falência, ui que o petróleo ora baixa, ora sobe outra vez, mas a gasolina e o gasóleo não baixam coisa que se veja (e, se baixarem, ei, cuidado com os gastos de combustível, olhem a poluição e o aquecimento global...). Enfim, por todo o lado, parece que toda a gente só vê perigos e não descortina possibilidades de mudanças positivas. Não é seguramente boa ideia ser um irrazoável otimista; mas também não se ganha nada em ser um embrutecido pessimista, esquecido que as crises servem para nos adaptarmos, abandonar o que está mal ou é ineficiente e passar a adotar o que melhor global e individualmente nos convém. Vamos então à história, que é pequena no tamanho, mas espero que grande na lição. Certa vez uma fábrica de calçado des...

Sobre o Grande Arquiteto do Universo - 2

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Há tempos, num seu comentário ao texto Maçons e controvérsia sobre religião , o simple lucidamente fazia notar que, embora aparentemente o José Ruah e eu muitas vezes pareçamos discordar, o que na realidade acontece é que normalmente estamos de acordo, simplesmente analisamos os temas de forma diferente, no fundo cada um olhando para uma das faces da mesma moeda. Tem razão o simple : o nosso pensamento é, no essencial, muito semelhante, a forma como lá chegamos ou como o expressamos é que, muitas vezes, é diferente. Hoje, o simple vai ter mais uma demonstração do acerto da sua apreciação. No mês passado, o José Ruah escreveu um texto sobre o Grande Arquiteto do Universo , no qual, em síntese e simplificando, esclarece que esta designação constitui uma abstração em que cabe qualquer conceito de Divindade ou Criador. Daí que tenha prosseguido, esclarecendo que a Maçonaria Regular pergunta a quem a ela pretende juntar-se uma pergunta muito simples (Acredita no Grande Arquiteto do Univer...

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 - Base VI

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BASE VI DAS VOGAIS NASAIS Na representação das vogais nasais devem observar-se os seguintes preceitos: 1º) Quando uma vogal nasal ocorre em fim de palavra, ou em fim de elemento seguido de hífen, representa-se a nasalidade pelo til, se essa vogal é de timbre a; por m, se possui qualquer outro timbre e termina a palavra; e por n se é de timbre diverso de a e está seguida de s: afã, grã, Grã-Bretanha, lã, órfã, sã-braseiro (forma dialetal; o mesmo que são-brasense = de S. Brás de Alportel); clarim, tom, vacum, flautins, semitons, zunzuns. 2º) Os vocábulos terminados em -ã transmitem esta representação do a nasal aos advérbios em -mente que deles se formem, assim como a derivados em que entrem sufixos iniciados por z: cristãmente, irmãmente, sãmente; lãzudo, maçãzita, manhãzinha, romãzeira. Também esta Base em nada altera a norma anterior da escrita. As alterações na escrita introduzidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 são bem menores do que o alarido que à sua volta ...

Mais um marco no A Partir Pedra

São neste momento 1h 40 min do dia 16 de Setembro de 2008, pelo fuso horário de Lisboa, e acabo de constatar que entre a 1h05 e a 1h11 entrou o visitante 100 000 - Cem Mil É certo que é só mais um numero, mas é a inexoravel entrada nos 6 digitos. E isso torna o nosso trabalho muito mais complexo, pois para passar para os 7 digitos é preciso contabilizar 900 000 vistantes adicionais. Nada que não se consiga em ainda durante este século ! Aos nossos devotos, simpaticos, atentos, fieis, assiduos e amigos leitores um Agradecimento especial porque fazem com que valha a pena continuar a porfiar e a escrever. José Ruah

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 - Base V

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Base V Das vogais átonas 1.º O emprego do e e do i, assim como o do o e do u, em sílaba átona, regula-se fundamentalmente pela etimologia e por particularidades da história das palavras. Assim se estabelecem variadíssimas grafias: a) Com e e i: ameaça, amealhar, antecipar, arrepiar, balnear, boreal, campeão, cardeal (prelado, ave, planta; diferente de cardial = «relativo à cárdia»), Ceará, côdea, enseada, enteado, Floreal, janeanes, lêndea, Leonardo, Leonel, Leonor, Leopoldo, Leote, linear, meão, melhor, nomear, peanha, quase (em vez de quási), real, semear, semelhante, várzea; ameixial, Ameixieira, amial, amieiro, arrieiro, artilharia, capitânia, cordial (adjetivo e substantivo), corriola, crânio, criar, diante, diminuir, Dinis, ferregial, Filinto, Filipe (e identicamente Filipa, Filipinas, etc.), freixial, giesta, Idanha, igual, imiscuir-se, inigualável, lampião, limiar, Lumiar, lumieiro, pátio, pior, tigela, tijolo, Vimieiro, Vimioso; b) Com o e u: abolir, Alpendorada, assolar, borb...

Continuidade - instalado o 19º

Ora pois Venerável Mestre!! Depois de eleito em Julho, coube a J.F. ser instalado na primeira sessão de Setembro. A cerimónia, decorreu com a solenidade que se impunha. O Muito Respeitavel Grão Mestre que esteve presente tomou em mãos algumas partes da cerimónia, ajudando o Mestre Instalador que era apenas e só um dos Vice Grão Mestre e além disso membro da Loja. A Loja continua entregue a mãos experientes, não no cargo mas em maçonaria, pois JF é membro da Affonso Domingues desde o dia da sua Iniciaçao e nela fez todo o seu percurso. Estamos seguros que o seu mandato,que agora se inicia, será proficuo e permitirá que a Loja engrandeça e siga no caminho que tem vindo a percorrer. Desejo ( desejamos) um grande sucesso ao JF e daqui vai um TFA. José Ruah

Cenas do Sec.XX em Portugal

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Ainda há uma semana fiz uma referência ao "estado da arte" em Portugal dos anos 50/60 do Séc.XX quando puxei o exemplo da garrafa de Coca-Cola no texto do dia 4 p.p. Como é fim de semana e tentando contribuir para a boa disposição dos leitores cá vos trago uma "anedota" deste jardim à beira mar plantado. Caberia plenamente sob o título de "Portugal no seu melhor", mas de facto na minha opinião seria "Portugal no seu pior", pelo que prefiro pura e simplesmente mostrar-vos a imagem de um documento extraordinário, que descobri através de um Velho Amigo (só podia ser...). É um momento da história deste país e da sua gente, tão capaz de seguir à frente na descoberta científica como de mostrar o maior atraso na organização da vida dos seus habitantes. Como a leitura não ficou famosa, fica o esclarecimento. Trata-se da aplicação do "Imposto sobre pianos" em Janeiro de 1921, conforme Dec.Lei 7002 de 15 de Setembro de 1920 ! Nessa época era nec...