Educação, o que é ?
A influência da Maçonaria na Sociedade é um dos seus
objetivos. Uma das suas tarefas mais importantes deve ser a de transmitir à sociedade o enriquecimento interno, pessoal e
espiritual que pretendemos obter na nossa vivência maçónica.
A intervenção social é uma das obrigações principais da
Maçonaria unindo todos os homens, toda a Humanidade na procura da Felicidade,
da Paz, da Alegria, da Liberdade.
É obrigação do Maçon dar testemunho de interesse pelo
aperfeiçoamento da Fraternidade Humana.
Hoje dedico aqui algumas linhas à Educação a partir de um evento em que estive há algum tempo, talvez 2 anos (?), mas cuja atualidade é evidente.
Na televisão, nos jornais, nas redes sociais, em todos os
suportes de informação onde é possível falar de Educação encontramos um
consenso bem generalizado, de facto só contrariado sistematicamente pelos órgãos
do governo em funções no momento, seja que governo for, e o consenso é claro, a
Educação em Portugal vai mal ou a Educação em Portugal está pior…
A definição de “Educação” que nos interessa aqui é a
componente escolar.
De facto, o que se entende por Educação é um conjunto de variáveis nas quais se inclui o “ensino escolar”, mas esse é apenas e só apenas, um dos
componentes da Educação, quiçá não o mais importante. Mas é exatamente esse o
componente mais referido e vulgarmente o único, que é avaliado quando se fala
de Educação.
A Escola não é o único fornecedor de Educação, nem sequer o
principal, mas é o mais em evidência por maior facilidade de localização
física.
A escola é aquilo, está ali… O professor é aquele, está ali
também… É muito fácil encontrar um e
outro.
Neste curto pensamento é exatamente a este componente da
Educação que me refiro e é a este apenas, porque é o mais atacado, direi que,
na maior parte das vezes, injustiçado.
A escola não funciona, o professor é mau…
Não se faz referência, ou raramente se faz referência, à
qualidade do aluno e principalmente à qualidade dos Pais (Encarregados de
Educação) do aluno. E no entanto, a meu ver, é a estes que cabe a componente
mais importante do conjunto que é a Educação.
Neste meu interesse momentâneo quero dar visibilidade, a que
consigo dar, a alguém que sabe do assunto e que muito tem pensado e escrito
sobre o tema, com a visão muito clara de que não há “ensinar” sem haver
“aprender”.
É esta dicotomia que é tratada na escola sendo claro que
Professor e Aluno são, devem ser, uma unidade e não elementos separados do “eu
ensino” e “tu aprendes se quiseres”. Se o aluno não aprender o professor também
não ensina. Não há um sem o outro.
Esta tem sido uma das preocupações do Professor Jorge Rio
Cardoso, plasmada no conjunto da sua obra “Bora Lá…”. É um conjunto de livros
pensado para a Escola, para os Alunos e para os Pais (Encarregados de Educação).
Estivemos no lançamento de um desses livros e registamos o que foi dito pelos intervenientes. Divido convosco o final da lição dada na altura pelo professor J.R.C.
(Chamo a atenção para a qualidade da imagem cuja recolha ficou muito deficiente. Mesmo assim resolvi pô-la porque o que de facto interessa aqui são as palavras. E essas são bem percetíveis).
J.Paiva Setúbal (MM:.)

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