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A mostrar mensagens de abril, 2007

Disto & Daquilo ...

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O nosso querido José falou sobre o estado do "estado", mas... ... ... imperdoavel (!), nem uma linha sobre o "campeonato" que se disputa este fim de semana. Campeonato claro, porque campeonato é Benfica-Sporting, o resto é paisagem... Eu por mim estarei fora... cá dentro, até 4ªfeira próxima, mas seguirei via TV o "derby". Só puxei este assunto porque espero (é um voto que deixo por aqui) que venhamos a ter e a ver (os que gostam) um jogo de futebol a sério, sem malabarismos nem de jogadores, nem de árbitros, e muito... MUITO menos de pseudo-espectadores (felizmente parece que alguns estarão entretidos lá por Santa Comba, o que dá esperança de civilidade ali para os lados da "catedral"), selvagens habitualmente à solta nos nossos campos de futebol. O resultado (para satisfação do nosso querido e habitual "Profano") é o que menos me interessa, porque o que dá "pica" é ver jogadores a sério (já que são profissionais que honrem ...

Disto e Daquilo - Como vai a Sociedade

Hoje e como não venho aqui há muito tempo vou deambular. Vi nos noticiários relatada a carga policial sobre uma manifestação ocorrida no dia 25 de Abril. E hoje por uma casualidade ouvi uma parte do debate mensal com o Governo no Parlamento. Vamos ao primeiro. Nao sou Pró policia nem contra a policia, e acredito que em algumas situações umas bastonadas são aplicaveis. Pude perceber que a manifestação não tinha as devidas autorizaçoes legais, logo era ilegal o que dava a policia o direito de a impedir. Pude perceber que os manifestantes eram extremistas e que uma das suas palavras de Ordem era com a Autoridade - uma clara alusão à Anarquia - e consequentemente configura um comportamento nao enquadravel num regime democratico. Pude perceber que iam de cara tapada e que pelos danos causados estavam a destruir propriedade privada e publica. Também foi notório que nao acataram a ordem de dispersar e de acabar com a manifestação. Face a isto creio que foram mais que justificadas as bast...

Mais Lojas Baden-Powell

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No texto Baden-Powell e a Maçonaria , além de fazer constar algumas informações sobre o criador do Movimento Escotista, referenciei a existência de diversas Lojas Maçónicas que adoptaram como sua designação o nome desse profano ilustre. Recebi ontem uma simpática mensagem de correio electrónica, enviada pelo Irmão HSM, Mestre Instalado da Respeitável Loja Baden-Powell, n.º 185 da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, informando-me da existência desta Loja, fundada em 4 de Novembro de 2004 e com sede no Oriente de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Esta Loja conta actualmente com 42 obreiros. Informou também o mesmo Irmão que no Brasil existem ainda mais duas Lojas com o nome Baden-Powell, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo. Ao referenciar, no mencionado texto, diversas Lojas com a denominação de Baden-Powell, não tive a pretensão de recensear todas as que existiam. Limitei-me a dar conta do que encontrara em pesquisa na Rede. A achega agora trazida...

Visita à Sinagoga "Portas da Esperança"

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Ontem, quarta quarta-feira do mês, seria normalmente dia - ou melhor, noite - de sessão da Loja Mestre Affonso Domingues. Sendo também o dia de ontem feriado comemorativo do Dia da Liberdade, entendeu o Venerável Mestre, com o acordo geral da Loja, que se deveria, porém, organizar um programa especial alternativo. Ficou assim aprazada para ontem uma visita que há muito estava projectada, a visita à Sinagoga da Comunidade Israelita de Lisboa, aberta a todos os membros da Loja, famíliares e amigos. Assim, ao fim da tarde deslocámo-nos à Rua Alexandre Herculano, n.º 59, em Lisboa, local onde se encontra a Casa de Oração, Centro de Estudo e local de reunião da Comunidade Israelita de Lisboa, tendo sido recebidos por um membro da referida Comunidade, que nos proporcionou uma visita guiada e uma interessante sessão de esclarecimento sobre a sinagoga e sobre alguns aspectos da religião judaica. Quanto às instalações, centro da nossa curiosidade, a sinagoga impressiona sobretudo pela sua sobri...

É 25 de ABRIL

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Liberdade querida e suspirada Liberdade querida e suspirada, Que o Despotismo acérrimo condena; Liberdade, a meus olhos mais serena, Que o sereno clarão da madrugada! Atende à minha voz, que geme e brada Por ver-te, por gozar-te a face amena; Liberdade gentil, desterra a pena Em que esta alma infeliz jaz sepultada; Vem, oh deusa imortal, vem, maravilha, Vem, oh consolação da humanidade, Cujo semblante mais que os astros brilha; Vem, solta-me o grilhão da adversidade; Dos céus descende, pois dos Céus és filha, Mãe dos prazeres, doce Liberdade! Bocage Depois do “post” do Rui fica muito pouco para dizer sobre o significado desta data. Eu tenho mais 15 anos do que o Rui, o que significa que passei sob aquele regime mais 15 anos do que Ele, tendo-me dado a oportunidade, que dispensaria gratamente, de viver algumas situações que a geração dele já não chegou a sentir, felizmente. O “Dia do Estudante”, a “greve da fome” na Cantina Universitária, as corridas pelo Jardim Botânico de Lisboa quand...

Memória do último dia sem Liberdade

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Faz hoje trinta e três anos que vivi o último dia de Ditadura, o último dia sem Liberdade. Vivi dezoito anos, oito meses e três dias em Ditadura. Bem menos do que meu Pai. Bem mais, felizmente, do que todos aqueles, o presente e o futuro desta terra, que nem um dia de falta de Liberdade suportaram. Talvez estes não tenham a noção da felicidade que têm: ninguém apreciará, certamente, mais a faculdade de ver do que o cego de nascença que foi curado da sua cegueira... Talvez só aprecie verdadeiramente a Liberdade, a singela Liberdade a transparente Liberdade, a invisível Liberdade, a "inútil" Liberdade quem viveu dela privado. Eu vivi (só) dezoito anos, oito meses e três dias em Ditadura e tive a sorte de, na maior parte desse tempo, não me aperceber disso, embalado na Inocência da Infância e distraído pelos fulgores da Adolescência. Mas, sempre que a Razão se sobrepôs à Distracção a falta de Liberdade atingiu-me como ao asmático a falta de ar o afecta. É isso: fui um "as...

Diálogo (III)

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- Antes de passar o teu pedido, tenho de te informar sobre questões materiais... - Questões materiais? Então a Maçonaria não trata do aperfeiçoamento moral e espiritual? - Claro que sim, mas isso não impede que, como qualquer organização, não tenha de se preocupar com aquilo com que se compram os melões... - Já estou a ver o filme! Como já estou convencido a comprar a ideia, agora é altura de falar do preço... Tens a certeza que não foste vendedor de automóveis em outra incarnação? - Nem acredito em reincarnações! Deixa-te de piadinhas e ouve, para saberes como as coisas se passam. - Sou todo ouvidos! - Se fores admitido à iniciação, coisa de que me permito duvidar se continuas com essas piadinhas secas... - Diz o roto ao nu! Continua, continua... - Se fores admitido à iniciação, o custo de adesão será de 600,00 euros (Nota: Montante em vigor na Loja Mestre Affonso Domingues desde julho de 2014). - É carote... - Na realidade, estás a pagar o aventa...

Carlo Collodi, o maçon que criou Pinóquio

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Carlo Collodi não era o seu verdadeiro nome, antes um pseudónimo usado por Carlo Lorenzini. Mas foi por Carlo Collodi que ficou mundialmente conhecido. Nasceu em Florença em 24/11/1826 e aí passou ao Oriente Eterno em 26/10/1890. Foi jornalista, escritor e combatente voluntário na Guerra de Independência de Itália, entre 1848 e 1860. Publicou as obras "Gli amici di casa" e "Un romanzo in vapore. Da Firenze a Livorno. Guida storico-umoristica", por volta de 1856. O seu primeiro livro infantil foi publicado em 1876 e intitulou-se "Raconti delle fate". Em 1877 escreveu "Giannettino" e no ano seguinte " Minuzzolo". Em 1881, inicia a publicação de um periódico virado para o público infantil, o "Giornale per i bambini". Foi nesse peródico que originalmente foi publicada, em curtos capítulos, a "Storia di un burattino" (História de um Boneco), o primeiro título do que veio a ser o livro mundialmente conhecido por "Ave...

Diálogo (II)

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- Explica-me cá uma coisa! Eu conheço um maçon... - Pelo menos... - Já percebi a insinuação... Isso vê-se depois, agora deixa-me continuar. Eu conheço um maçon e pude pedir-lhe para entrar na Maçonaria. Mas como faria se não conhecesse? Mesmo considerando-me de bons costumes e querendo aperfeiçoar-me, seguindo o método maçónico, como tu dizes, não tinha hipótese, não tinha a quem pedir... - Dizes tu, que às vezes dizes sem pensar e não pensas no que dizes... - Estás sempre a deitar abaixo... Com amigos destes não preciso de inimigos... - Claro que, mesmo sem conhecer um maçon, um verdadeiro interessado na Maçonaria tem a quem pedir. Então nos dias de hoje! A Maçonaria tem existência legal e sede. Pode enviar uma carta. Mais simples ainda, pode enviar um fax ou uma mensagem de correio electrónico.No sítio da GLLP / GLRP existe uma página de contactos disponíveis para todos. Os sítios das Lojas também costumam disponibilizar pelo menos um endereço de correio el...

Recordando...

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Meus Queridos Irmãos, Meus Queridos “Blogers”, Meus Queridos visitantes, habituais ou não: Não resisto a pôr neste nosso espaço o texto que, no Expresso de 6/Abril p.p., lembrava que existiu um Homem que, enquanto por cá andou, deu pelo nome de Mário Viegas. No dia 1 de Abril fez 11 anos que o seu corpo nos deixou, mas a lembrança da sua existência e o som da sua voz e entoação únicas ficaram connosco. No Teatro, na Poesia, no Dizer, no sarcasmo com que mordeu a pobreza de espírito e o falso pudor da sociedade mandante, Mário Viegas foi um exemplo de verticalidade a seguir. Humaníssimo, solidário o mais possível com os carentes, deixou em todos que conheceram o seu trabalho uma saudade que nunca mais acaba. Nunca estive com ele e portanto não o conheci pessoalmente, mas tenho muita pena que tal nunca tenha acontecido. Este “post” tem também esta intenção, a de homenagear alguém que admirei e que lamento profundamente ter deixado tão cedo a companhia dos vivos. Mário Viegas faz falta a ...

Diálogo (I)

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- Essa coisa dos motivos para não ser maçon e do motivo para o ser é muito bonita, mas quem está de fora da Maçonaria fica sem saber, se quiser entrar, como o fazer... - Se é isso que queres saber, é simples: começa por ir ao sítio da Loja Mestre Affonso Domingues e tens logo ali a primeira informação de que necessitas. (...) - Já fui, mas a tal informação deve estar muito escondida, que a não encontrei... - Meu caro, julgo já te ter dito que nós, maçons, estamos habituados a utilizar símbolos, a descortinar através deles; todas as mensagens estão lá, mas tens de as saber ver... A atenção e a concentração são importantes... - Tudo bem, estás sempre a dizer isso, mas se não ajudas um profano a ver, como queres que ele veja? Ao menos, diz-me para onde olhar! - Que tal exactamente ao centro, à frente dos teus olhos? Repara na mensagem que aparece: Bate e ela se abrirá, Procura e acharás, Pede e receberás Conhece-te a ti próprio e ama o próximo como a ti mesmo - Essa? Bem, mas já ...

O maçon Rudyard Kipling

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Nasceu em Bombaim, Índia, em 30 de Dezembro de 1865, mas foi educado em Inglaterra. Regressou à Índia, a Lahore, em 1880. Aos 17 anos, era sub-editor do Jornal "The Civil e Military Gazette". Casou com uma americana, Caroline Starr Balestier, em 1892. Foi o primeiro escritor britânico a receber o Prémio Nobel da Literatura, em 1907. Foi iniciado na Loja Hope and Perseverence (Esperança e Perseverança), n.º 782, em Lahore, em 5 de Abril de 1886, beneficiando de uma dispense especial emitida pelo Grão-Mestre Distrital, por ter apenas 20 anos de idade e não ter, consequentemente, atingido a maioridade legal, então fixada nos 21 anos. Passou a Companheiro a 3 de Maio seguinte e foi elevado a Mestre a 6 de Dezembro, ainda antes de completar os 21 anos de idade. Foi, por um curto período de tempo, Secretário da Loja. Em 1887, passou a integrar os Altos Graus (Arco Real). Deixou Lahore e passou a residir em Allahabad em 17 de Abril de 1888, tendo-se, em consequência, transferido pa...

Rudyard Kipling na Esquadra da Policia

Pois também achei estranho "cruzar-me" com o Irmao Kipling numa esquadra de policia em Lisboa. Ontem desloquei-me a uma esquadra de Lisboa para participar o assalto do qual fora vitima a minha irmã, mais propriamente o carro dela. Depois de me identificar e cumprir todas as formalidades e do Sub-chefe diligentemente ir escrevendo no seu computador todas as coisas que lhe ia dizendo, olhei para a parede e vi afixado um poema. Nao liguei de inicio pois pensei que era daquelas "baboseiras" que se penduram em locais como este. Mas o texto ficou a ressoar e olhei outra vez e li com atenção o seguinte poema que transcrevo. SE... Se puderes guardar o sangue frio diante de quem fora de si te acusar, e, no instante em que duvidem de teu ânimo e firmeza, tu puderes ter fé na própria fortaleza, sem desprezar contudo a desconfiança alheia... Se tu puderes não odiar a quem te odeia, nem pagar com a calunia a quem te calunia, sem que tires...

As marcas da ira

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Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muito explosivo. Um dia, o seu pai deu-lhe um martelo, um saco cheio de pregos e uma tábua de madeira e disse-lhe que, a partir daí, ele deveria martelar um prego na tábua de cada vez que perdesse a paciência com alguém. No primeiro dia, o garoto colocou 37 pregos na tábua. Ao fim do dia, compreendeu que, se continuasse sem dominar o seu temperamento irado, brevemente esgotaria os pregos e o espaço na tábua. Nos dias seguintes, à medida que ia aprendendo a controlar a sua raiva, o número de pregos martelados por dia ia progressivamente diminuindo. O garoto ia descobrindo que lhe dava menos trabalho controlar a sua raiva do que estar a pregar pregos na tábua. Finalmente, chegou o dia em que o garoto não perdeu a paciência nenhuma vez. Contente, o garoto foi contar ao seu pai o sucesso que, com esforço, alcançara e como se sentia melhor em já não estar constantemente a explodir com os outros. O pai, sorrindo, disse-lhe então que devia reti...

Inquérito

É Normal na maçonaria proceder a inqueritos ou inquirições. Estes são feitos aos candidatos e deles dependem a admissão do candidato. Mas não é desses que venho aqui falar hoje. Há uns dias fui submetido a um inquerito, totalmente inesperado. Inquerito rigoroso, prolongado e completo, feito com muito a proposito e que me levantou algumas dificuldades em conseguir responder de forma criteriosa. Não é segredo na minha familia que sou maçon e todos sabem que escrevo neste blog. Alguns fazem o favor de consultar o blog para lerem o que aqui é escrito, outros para poderem aceder ao site da ajuda de berço e clicarem o seu donativo diário, enfim vão deixando nos seus computadores rasto. Ora eis que um dos meus sobrinhos, garoto de quase 14 anos, se vira para mim e diz " Tio , tive a ler o teu blog, tu és o JoseSR ...." Até aqui ... " Tio, o que é um Maçon ? " , "isso de seres inspector quer dizer que és o dono ? ", "tens uma loja ? - és o dono ou o c...

Livros

O Rui mencionou no seu post um dos ultimos livros que foi publicadosobre maçonaria. Como ja comentei ao referido post, já o estou a ler e apenas por uma coincidencia. Não sou habitué de livrarias, apesar de gostar de passear nelas, e por isso raramente stou ao corrente dos titulos que vao saindo. Todavia o senhor meu Pai, conhecedor desta minha faceta de Maçon, ofereceu-me esta semana 3 livros sobre o tema. O ja referido " A Conspiração Judaico Maçónica", um segundo intitulado " A verdadeira história da Maçonaria" de Jorge Blashke e Santiago Rio e um terceiro ( que nisto da maçonaria parece o numero 3 é importante) de titulo " Maçonaria" de Jeremy Harwood. JA folheei os 3 e pude perceber que o 3º " Maçonaria" é uma especia de revista em forma de livro, com ilustraçoes explicativas e um texto simples. Agradavel de ler, embora nao acrescentando nada ( ou muito pouco) em termos de informação para alguém que ande nisto ha ja uns anos, todavia ...

A Conspiração Judaico-Maçónica

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Esta semana, três vezes foi chamada a minha atenção sobre o recém-publicado livro de Alain Goldschläger e Jacques Charles Lemaire A Conspiração Judaico-Maçónica. Primeiro, através de um texto lido num blogue maçónico americano; depois, através de uma mensagem de correio electrónico recebida de um Irmão adormecido, mas que continua atento (para quem não sabe: em Maçonaria, diz-se adormecido o maçon que, por qualquer razão, decide suspender a sua actividade maçónica, sem prejuízo do seu direito de, quando o entender, a retomar normalmente); a terceira, através de mensagem enviada pelo JPSetúbal. Manifestamente que se trata de uma obra que suscitou o interesse dos maçons. À primeira vista, dir-se-ia que tal interesse se revestia de algum masoquismo, tendo em atenção o título da obra e o preconceito anti-maçónico que leva alguns a enredar a Maçonaria nas mais mirabolantes teorias da conspiração. Porém, o título está (propositadamente?) imbuído de alguma dose de equivocidade: é ce...

UM motivo para ser maçon

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Único - Desejo de aperfeiçoamento Só existe uma motivação válida para se pretender ser admitido maçon: o desejo de se aperfeiçoar pessoal, ética e espiritualmente. Quem, sendo homem crente, livre e de bons costumes, tiver este desígnio e estiver disposto a utilizar o método maçónico na busca do transcendente, é bem-vindo! Esse pode estar ciente de que nada lhe é ensinado, mas tudo pode aprender. Esse pode confiar que nada lhe é imposto, mas que de bom grado aceitará as regras de conduta que encontrará. Esse pode e deve estar preparado para um longo, e difícil, e trabalhoso, percurso, mas verificará que nunca fará sua jornada só, antes e sempre acompanhado por seus Irmãos. Esse pode ficar certo que começou o seu trabalho no momento em que foi iniciado e que só o terminará no momento da sua passagem ao Oriente Eterno. Esse, se fizer bem e persistentemente o seu trabalho, tornar-se-á melhor, portar-se-á melhor, actuará melhor, em todos os aspectos da sua vida e será assim e só assim,...

Cinco motivos para NÃO SER maçon

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1. Influência política - Poder Ao contrário do que muitos pensam, a Maçonaria - pelo menos a maçonaria Regular; e, mesmo quanto à Maçonaria Liberal, acho que são mais as vozes do que as nozes... - não tem mais influência junto do Poder Político do que qualquer outra instituição social. A única influência que a Maçonaria pode exercer é apenas de ordem moral, pelo exemplo dos seus membros através da aplicação dos seus princípios. Engana-se quem pensa que. ao juntar-se à Maçonaria, terá acesso aos corredores do Poder... Aliás, uma das coisas de que o maçon rapidamente se dá conta,dentro da Ordem, é que é muito mais abrangente a ilusão do Poder, do que este propriamente dito. Ao menos em ambiente democrático, cada um exerce apenas o Poder que os demais lhe reconhecem e admitem que exerçam. Em Loja, o detentor do Poder, o condutor, o decisor, o que detém os símbolos do Poder é o Venerável Mestre. Pois bem: como todos os que já se sentaram na Cadeira de Salomão rapidamente veri...

King Solomon's Lodge

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Regresso dedicando um texto à Loja do Rei Salomão, não a R.'. L.'. Rei Salomão, n.º 25 da GLLP/GLRP , que ainda não tive o prazer de visitar, mas uma outra realidade. A Loja do Rei Salomão não é uma loja maçónica. Também não é um estabelecimento comercial. É um sítio maçõnico criado por um Irmão norte-americano e, sobretudo, uma excelente ideia, executada com o indiscutível sentido prático que naquela zona do Mundo abunda. Em bom rigor, o sítio chama-se King Solomon's Lodge - path to masonic blogs (A Loja do Rei Salomão - caminho para blogues maçónicos). Mas é mais do que o nome indica: não é apenas um caminho para blogues maçónicos, é um repositório de atalhos muito útil para quem se interessa pela Maçonaria, particularmente pela Maçonaria americana. Do lado direito do sítio, tem um espaço de informação sobre muitos aspectos da maçonaria e organizações para-maçónicas. Aí constam atalhos para textos simples e claros (em inglês, obviamente...) sobre a Maçonaria, o Rito de Y...

Medula Ossea

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A medula ossea, ou melhor a sua dação, tem sido tema ao qual este blog tem vindo a dar alguma atenção. Foi com satisfação que li o relatório de actividades do CEDACE para o ano de 2006. Nele estão bem expressos os progressos deste ano e que não se reduziram a aumentar o numero de inscritos em mais 20000 dadores, mas também em aumentar substancialmente a qualidade de informação genética destes ou seja passaram de 65% para 87% os dadores totalmente analisados. O numero de consultas nacionais e estrangeiras ao registo aumentou, bem como o numero de activações ( activação sendo o contacto para testes mais profundos após uma possibilidade de existencia de compatibilidade) e de consultas gerais ao registo. Ser dador de medula , ou pelo menos estar inscrito no registo, é um processo simples e indolor. Provavelmente nunca ocorrerá a necessidade de ser "activado" mas se isso acontecer então o dador estará a dar ao doente uma probabilidade de cura. Por isso se está a ler este post e n...