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A mostrar mensagens de maio, 2008

Galileu e o tempo

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Do muito material que me vai chegando, seleccionei para hoje uma pequeníssima historieta, de autor desconhecido, que atribui a Galileu uma sábia resposta, que nos ajuda a perspectivar o sentido da vida e da nossa forma de por ela passar. Em certa ocasião alguém perguntou a Galileu: - Quantos anos tens? - Oito ou dez. - respondeu Galileu, em evidente contradição com as suas barbas brancas. E logo explicou: - Tenho, na verdade, os anos que me restam de vida , porque os já vividos já os não tenho, como já não temos as moedas que já gastámos. Crescemos em sabedoria se valorizarmos o tempo como nesta historieta alegadamente faz Galileu. Quantas vezes exclamamos, espantados: - Como o tempo passa! Mas, na realidade, não é o tempo que passa por nós, somos nós que por ele passamos! Somos peregrinos e é bom pensar na meta que nos espera... A certeza de que o nosso caminhar terreno tem um final é o melhor meio para valorizarmos mais cada minuto que perc...

Inês: balanço (actualização)

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Recebi ontem a informação, dada pelo Tesoureiro da Loja Mestre Affonso Domingues, que ocorreram na conta indicada para receber os donativos destinados à Inês, mais dois depósitos, um efectuado por uma senhora e outro por um cavalheiro. As boas almas que efectuaram estes donativos optaram pela máxima discrição, nem sequer informando a efectivação do seu acto de solidariedade para o endereço de correio electrónico disponibilizado para o efeito. Isso impede-me de lhes agradecer directa e pessoalmente. Deixo aqui, pois, o meu muito emocionado agradecimento. Bem-hajam! Através do apelo efectuado neste blogue, recolheu-se 370,00 euros, quantia que, conjuntamente com a decorrente dos donativos expressamente recolhidos para o efeito no seio da Loja Mestre Affonso Domingues, vai agora ser entregue à família da Inês. Hoje, acho que o tempo está menos chuvoso e que o Sol brilha um pouco mais! Porventura será impressão minha... Rui Bandeira

Orador

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Nos Ritos de York e de Emulação existe um ofício, designado por Capelão, cuja função é dirigir a Loja na invocação do Grande Arquitecto do Universo, em oração colectiva que realça a espiritualidade da Maçonaria e reforça os laços entre os seus membros. No Rito Escocês Antigo e Aceite, o ofício de Orador é aquele cujo titular pode exercer a mesma função, mas que vai muito mais para além dela. O Orador não se limita à invocação do Grande Arquitecto do Universo. Aliás, em bom rigor, nem sequer é esse o principal escopo deste ofício. O Orador é o oficial da Loja encarregue de tirar as conclusões de qualquer debate. A discussão de qualquer assunto é levada a cabo segundo regras destinadas a permitir um debate sério, sereno e esclarecedor, em que cada um expõe a sua ideia e os motivos dela, mais do que rebater as ideias expressas pelos demais. Em reunião de Loja, procura-se que todos os membros se expressem pela positiva, isto é, afirmem as suas ideias, não pela negativa, limitando-se ...

A sementeira deste ano

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Na Loja Mestre Affonso Domingues, temos por hábito, sempre que os trabalhos decorrem nos segundo ou terceiro grau e, portanto, os Irmãos de grau inferior têm de se ausentar da sala onde decorre a reunião, aproveitar esse tempo para providenciar a esses Irmãos uma sessão de instrução. A instrução dos Aprendizes é da responsabilidade do 2.º Vigilante e a dos Companheiros da do 1.º Vigilante. Mas obviamente que, nestas circunstâncias, estando em simultâneo uma reunião da Loja a decorrer, quer um, quer outro, têm de assegurar o exercício das respectivas funções, pelo que o Venerável Mestre designa um Mestre da Loja para sair da sala juntamente com os Aprendizes e assegurar essa sessão de instrução e, se for caso disso, um outro para acompanhar e instruir os Companheiros. Numa das últimas sessões, estava agendada a passagem dos trabalhos ao grau de Companheiro, para que um Irmão dessa Oficina apresentasse a sua prancha de proficiência. Eu já conhecia essa prancha, pois o Venerável Mestre ti...

Oficios da Loja

O Rui é como já o disse frequentemente um excelente causidico, e como tal apresenta sempre uma colecção de argumentos vasta e que sirvam os interesses da tese que está a defender. Não temos, no que respeita a algumas particularidades , a mesma opinião. Não era sequer saudavel que tivessemos. Temos sim os mesmos propósitos finais. Propósitos estes que estão, em linhas gerais, ligados à gestão sem sobressaltos da Loja e da sua continuidade. Continuidade numa linha de trabalho que vem a ser criada desde há muitos anos e que pensamos ser a correcta. Gestão sem sobressaltos, porque mesmo se todos os assuntos devem ser debatidos, devem também ser burilados, ver mesmo bem lapidados, antes de aparecerem a debate. Não com a intençao de manipular ou de esconder, mas com o propósito de consolidar a Loja. No caso vertente dos cargos de Loja, temos as nossas divergencias e elas assentam neste momento sobre os cargos do Experto e do Hospitaleiro. Vejamos o Experto. No seu ultimo texto Rui Bandeira ...

O Experto e os jovens Mestres

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No seu texto Percurso a Venerável , o José Ruah divulga um trabalho seu, intitulado Cargos de Oficial e Percursos de Progressão REAA - Lojas Azuis , no qual explana a sua concepção de cada um dos ofícios, da forma de organização da Loja, dos critérios de preenchimento dos ofícios pelos obreiros. Concordo em quase tudo com o que ele ali refere. Existem apenas dois aspectos em que divirjo um pouco do seu entendimento. Um deles, já o esclareci no texto Da linha e do percurso . O outro respeita à concepção que o José apresenta de que o ofício de Experto deve ser preferencialmente exercido por um antigo Venerável. Compreendendo embora o seu ponto de vista, o meu entendimento é exacta,mente o oposto, isto é, que tal ofício deve ser exercido preferencialmente por um jovem (em termos de antiguidade) Mestre. Relembro então o que o Ruah escreveu, a este propósito: Experto – A ele estão confiadas tarefas importantes de condução de cerimónias de Iniciação, Aumento de Salário e Exaltação. Es...

Aprender e ensinar

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Costumo dizer, com alguma frequência, e já aqui o escrevi, que a Maçonaria não se ensina, aprende-se . No texto Variação sobre o silêncio , porém, escrevi que ter a palavra é ter o poder de ENSINAR. E, nesse sentido, só os Mestres ensinam, só os mestres detêm a palavra . Atento, como habitualmente, logo o simple, em comentário a este texto, assinalou a aparente contradição. Cumpre, então, esclarecer. A Maçonaria não se ensina, aprende-se . Com esta frase, procuro enfatizar que tudo o que é verdadeiramente importante, essencial, na Maçonaria não nos é transmitido por ninguém, é apreendido por nós próprios. O que qualquer outro, por muito sabedor que seja, nos transmita, nos ensine, em Maçonaria é sempre acessório, não verdadeiramente essencial. O que de verdadeiramente importante há na Maçonaria é aquilo que é impossível de transmitir por palavras. É aquilo que constitui o verdadeiro Segredo Maçónico. A isso, chega-se pela vivência, pelo trabalho e pelo estudo, pela meditação, pela anál...

Transição

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Os antigos Veneráveis Mestres, quando não tenham ofícios atribuídos, devem manter-se disponíveis para assegurar substituições de Oficiais do Quadro, sempre que tal se torne necessário, por impedimento de qualquer destes. Durante parte deste ano maçónico, coube-me a responsabilidade de assegurar, em substituição do Oficial titular, o ofício de Mestre de Cerimónias. Com efeito, o Oficial titular, praticamente logo depois de ter sido investido nas suas funções, viu-se, por razões pessoais que entendeu ponderosas, na necessidade de comunicar ao Venerável Mestre que iria adormecer, isto é, suspender a sua actividade maçónica. O adormecimento de um maçon é algo que, por razões pessoais, profissionais ou outras, pode sempre ocorrer e é visto e aceite com naturalidade pela Loja. Se as circunstâncias obrigam um Irmão a suspender a sua actividade maçónica, o que deve fazer é comunicar esse facto e informar da sua suspensão de actividade. Assim, não estando em falta e, pelo contrário, estando e...

Da linha e do percurso

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No texto A "linha de sucessão" , referi que presentemente a prática na Loja Mestre Affonso Domingues tende a estabelecer que o exercício do ofício de Venerável Mestre seja precedido do exercício sequencial de cinco outros ofícios: Tesoureiro, Secretário, Mestre de Cerimónias, 2.º Vigilante e 1.º Vigilante. No texto Percurso a Venerável , o José Ruah explanou um entendimento ligeiramente diferente: o percurso para o exercício do ofício de Venerável Mestre resume-se à execução sucessiva, no biénio anterior, dos ofícios de 2.º e 1.º Vigilante. No seu entendimento, o acesso ao exercício do ofício de 2.º Vigilante deve ser precedido do prévio exercício, não necessariamente sequencial ou consecutivo, dos ofícios de Secretário e/ou Tesoureiro, Mestre de Cerimónias e Hospitaleiro. A diferença de entendimento não é grande. Resume-se a três pontos: 1. Enquanto a prática actual da Loja prevê o exercício sucessivo dos ofícios de Tesoureiro e Secretário, o José Ruah admite isso mas também...

Hoje é o dia da INTERNET

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É verdade, dei por isso agora. Comemora-se hoje o dia da NET ! Nasceu em 1969, como de costume a partir de um projecto militar, e no princípio de 2006 já tinha 100.000.000 (cem milhões !!!) de aderentes. É coisa de doidos, dizem alguns. É-o certamente, como tudo o que existe pode ser de doidos... ou de gente com juizo ! É perigosa dizem outros... e o que é que existe por aí que o não seja ? Só depende da utilização que lhe der-mos ! Há muita malandragem na NET ? Claro que há. Mas só estão lá dentro malandros que andavam cá fora. Nenhum nasceu dentro na NET !!! É indispensável, clamam muitos... Não, não é ! Mas como é que hoje, daqui onde estou e agora, Vos mandava os votos de um bom fim de semana ? Então aqui vão esses votos acompanhados de: - 3 vídeos (para colecção) que certamente farão alguns regressar aos " bons velhos tempos.. . ", uma estória admirável para meditar que, verão quando a lerem, só poderia ser entre americanos e vietnamitas (aqueles americanos de consciên...

Percurso a Venerável

Volto !!! - espero. O Rui deixou-nos com mais um brilhate texto sobre a " linha de sucessão", no qual nos apresenta a sua visão do fenomeno da continuidade de uma Loja. Referiu-se a uma intervençao minha, originalmente proferida em Loja em 27/7/2006 , já lá vao 2 anos, e que tenho vindo a apresentar em outras Lojas. No meu comentário ao texto do Rui abordei rapidamente o tema na minha perspectiva. Todavia e para melhor enquadrar o que disse publico, com alguns cortes necessários, o texto apresentado em Loja. Cargos de Oficial e Percursos de Progressão REAA - Lojas Azuis Nem todos os Aprendizes chegam a Companheiro, destes nem todos chegarão a Mestre Maçon. Seguramente que apenas alguns dos Mestres chegarão a Venerável Mestre . E Esta deve ser uma das regras fundamentais de qualquer Loja, devendo ser comunicada aos aprendizes no seu primeiro dia. O Cargo de Venerável não é o fim último de uma “carreira” dentro da Loja. É um cargo ao qual se deve chegar porque se crê que na...

A "linha de sucessão"

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Já em vários textos que publiquei no blogue, o último dos quais o dedicado ao ofício de Experto , fiz ocasionais referências à "linha de sucessão". Convém explicar em que consiste e como funciona. A "linha de sucessão", que eu saiba, não tem apoio formal ou regulamentar em qualquer norma de qualquer jurisdição maçónica. Não está prevista com carácter de obrigatoriedade em nenhum lado. No entanto, em muitas jurisdições maçónicas é observada a prática da "linha de sucessão" no preenchimento dos ofícios, quer de Loja, quer mesmo de Grande Loja. Consiste no estabelecimento informal de um percurso de ofícios que deve ser sucessivamente assegurado por um maçon, como que ascendendo numa hierarquia, até ascender ao ofício de maior responsabilidade numa Loja, o de Venerável Mestre, ou numa Grande Loja, o de Grão-Mestre. Na GLLP/GLRP, não se verificou, até agora, um claro estabelecimento de uma "linha de sucessão". O ofício de Grão-Mestre é exercido ...

O vendilhão do Templo

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Pois é, o texto publicado na sexta-feira pelo JPSetúbal recordou-me a nossa (da Loja Mestre Affonso Domingues) tradição privativa do mês de Maio. É assim: Encerrados ritualmente os trabalhos da reunião da Loja, estando os obreiros nos Passos Perdidos (a antecâmara da sala de reuniões) conversando e arrumando os seus pertences, aproxima-se sorrateiramente o JPSetúbal e, como não quer a coisa, arvorando o seu sorriso bonacheirão, dispara à queima-roupa: - Vá lá, meninos! Quantos pirilampos é que cada um vai levar? É claro que já está um qualquer cúmplice de sobreaviso, porque logo de um canto se ouve o ribombar de uma voz: - Eu levo dez! E assim fica logo o pessoal condicionado a que não se fica com unzinho. A ideia é levar uns quantos pirilampos mágicos e distribuir pela família, pela criada, pelos vizinhos, colegas de emprego e ainda ficar com um de reserva para oferecer ao fiscal do estacionamento pago, em retribuição do papelinho da multa diligentemente entregue, assinalando esqueci...

Inês: balanço (7/Maio/2008)

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Meu querido Rui, apetece-me dizer-te, como digo a propósito da Rita Levi, “quem te viu e quem te vê…” Óh menino, já não tens idade para ser vaidoso. Ganha juízo ! Mas que raio de texto te lembraste de postar. É como diz a tal Rita, a idade desactiva os neurónios… Vamos lá ver: Fizeste um texto de apoio à situação da Inês ! Fizeste um texto reforçando as explicações sobre a situação da Inês ! Fizeste terceiro texto re-reforçando a situação da Inês ! Tens posto notas nos outros textos que tens escrito, mesmo que não relacionados com a Inês ! A “malta” não te liga nenhuma e Tu é que és incompetente ? Vá lá, eu ajudo… deixa-te de ser vaidoso ! Querias ser incompetente… querias… mas não consegues ! Azar, é defeito de fabrico. Meu querido, ainda por cima, logo a seguir pões aquele admirável vídeo sobre os exemplos dados às crianças. Mas então não está aí a resposta ? Vê lá bem… E depois tens seguidores. É o nosso querido “Simple” a deitar achas p’rá fogueira (óh balha-me deus… só me saem duq...

RITA LEVI MONTALCINI

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Como de costume uma Amiga de há muitos anos (que raio de coisa, todas as referências são de há muitos anos… Mas eu tenho tão poucos, como é possível ?) mandou-me em mensagem via net uma entrevista com uma Senhora , de nome Rita Levi, médica e investigadora sobre o funcionamento do conteúdo cerebral. Acontece tratar-se de alguém que mantém, aos 99 anos, ideias claríssimas sobre o Homem e a Humanidade, sua situação e suas necessidades. E eu, aproveitador-mor deste reino, trago-a ao A-Partir-Pedra. Parece-me inegável o interesse desta vida, e as ideias que expressa claramente, indicam um caminho que, a ser seguido, só pode trazer bons resultados ao mundo. Uma pequena chamada de atenção. Tudo o que Rita Levi refere sobre a evolução e transformação de neurónios só se aplica aos que têm cabeça com neurónios. Um só é pouco para se sentir estas evoluções… Falo por mim naturalmente ! Dra. Rita Levi, que tem 99 anos recebeu o Prémio Nobel de Medicina quando tinha 77 !!! Rita Levi Montalcini, nas...

PIRILAMPO MÁGICO 2008

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É HOJE !!! É HOJE !!! Pois é assim, é hoje, sexta-feira dia 9, que é lançada a campanha do Pirilampo Mágico 2008. Como habitualmente Maio é o mês do Pirilampo, e até ao fim do mês todos terão oportunidade de adquirir um lindo e fôfo bonequinho verde-alface por módicos 2 euros e adicionalmente um pino por 1 euro. São os preços que duram há anos, resistindo à inflação, às alterações de taxas, às alterações do défice, à crise do sub-prime e mais a todas as crises e alterações complicadas que o ambiente financeiro mundial vai sofrendo. É assim, o Pirilampo é bem mais resistente do que o seu ar fragil e fôfo deixa adivinhar... Não percam tempo, adquiram já o Vosso Pirilampo de 2008, neste ano de "Europeu", dedicado ao desporto. As CERCI´s e os seus utentes, crianças diminuidas física e psiquicamente, agradecerão a V. ajuda. Serão para elas os 2 euros que gastarem na aquisição de cada "bonequinho". JPSetúbal

Mestre e Aprendiz

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Costumo invocar com frequência a noção de que o Mestre maçon deve considerar-se um eterno Aprendiz, se quer ser digno de ser considerado Mestre. Também me relembro com frequência que ser maçon é um percurso de auto-aperfeiçoamento, sempre dinâmico, sempre inacabado, sempre em execução. Um dos marcos desse caminho é o maçon, o homem livre e de bons costumes, poder convictamente considerar-se Mestre de si mesmo, capaz de dominar suas paixões, seus vícios, domar seu temperamento, desbastar sua personalidade, no sentido do equilíbrio, da justeza. Enfim, conseguir EFECTIVAMENTE nortear sua vida e suas acções e realizações dentro do espaço delimitado por três características indispensáveis para que cada obra humana tenha valia digna desse nome: a Sabedoria, a Força e a Beleza. Que cada nossa decisão, cada realização nossa, consiga simultaneamente ser sabedora, porque justa e certa e equilibrada e prudente, forte, porque durável e susceptível de naturalmente se impor e prosseguir seus objecti...