Grau e qualidade
É raro - mesmo muito raro! -o José Ruah cometer uma imprecisão quando escreve sobre Maçonaria. Aliás, é muito mais provável que desse defeito sofra muito mais eu, com o meu estilo palavroso, de frases complicadas e conceitos fluidos e o meu hábito de me entusiasmar com o que me parece um bom argumento, sem, por vezes, curar de todas as implicações das teses que defendo ou afirmo. O Ruah não. Com o seu estilo seco e directo e com o seu gosto pelas afirmações simples e claras, branco é branco, preto é preto e essa história dos cinzentos é para quem gosta de perder tempo com detalhes insignificantes, raramente escreve algo diferente do que quer efetivamente transmitir e do que tem por acertado. Mas uma vez não são vezes e, num esclarecimento a uma pergunta do NuNo_R, formulada em comentário ao texto Nelson Évora, Campeão em Pequim e na Vida , quiçá apressadamente formulado, lá permitiu a exceção que confirma a regra e cometeu uma raríssima imprecisão. E eu, não porque alvoroçadamente apr...