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Onde foi parar o meu Salmo 133?

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Quando troquei os pampas do Rio Grande do Sul pela margem do Tejo e passei a frequentar as colunas da Mestre Affonso Domingues, trazia comigo um "vício" de ouvido. Na minha Loja mãe, da GLMERGS, no Rio Grande do Sul, a abertura do Livro da Lei tinha um ritmo quase musical: "Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união". Era o sinal de que a egrégora estava selada. Por isso, confesso que nas minhas primeiras sessões em Portugal, o silêncio desse momento me causou uma certa "ausência". Aqui, o Livro abre-se solenemente, mas as palavras do Rei Davi não ecoam pelo Templo. Ficamos com o peso do silêncio e o foco na Luz que emana das páginas abertas. Para quem, como eu, se formou na escola das Grandes Lojas brasileiras, esse silêncio parece uma omissão. Mas a história explica o desencontro. O REAA, na sua matriz original francesa, não previa a leitura deste salmo. Se no Brasil hoje respiramos o Salmo 133, devemos isso a uma "manobra diplomática...