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A mostrar mensagens de abril, 2015

25 de Abril... uma singela reflexão

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Comemora-se hoje mais um feriado referente ao 25 de Abril.  Como todos bem sabemos, este feriado celebra o fim da ditadura do Estado Novo, época durante a qual as liberdades e direitos da maioria do povo se encontravam cerceados. O 25 de Abril, ou a revolução efetuada nesse dia e mais tarde conhecida com o sugestivo epíteto de “revolução dos cravos”, independentemente de muitos concordarem ou não com os seus fins programáticos, numa coisa todos terão de concordar, trouxe alguma da liberdade de expressão que antes não existiria.  Liberdade de expressão esta que me permite neste momento estar a debitar estas singelas linhas,” liberdade de expressão” que me autoriza a que eu o possa assim fazer apenas por me apetecer tal. Para além disso, consignou o “direito à livre reunião entre pessoas”, direito esse eu que orgulhosamente usufruo na sua plenitude. Permitindo-me estar com quem eu quero quando o assim desejo ou posso. Trouxe também o “direito à livre cir...

Relacionamento “inter-frates”

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O texto que hoje publico é motivado por um agradável  convívio  entre pessoas que observam os mesmos  princípios  e costumes de vida em que tive o prazer de participar e para o qual fui amavelmente convidado. Aliás, pelas presenças neste encontro quase que me apraz dizer que se tratou de um “almoço de família”… Fica assim desta forma aqui explicitado publicamente o meu agradecimento a quem organizou tal refeição. Posto isto, vou " aflorar " um pouco acerca do relacionamento maçónico entre irmãos. Noutra ocasião – noutro texto – já tive  a oportunidade de abordar o relacionamento entre maçons e suas  famílias  particulares, por isso venho agora focar-me noutro ponto deste mesmo tipo de relacionamento. Os maçons consideram-se irmãos entre si, logo dessa forma, como partes integrantes de uma “grande família”, que também é assumidamente universal. É habitual após a realização das reuniões/sessões maçónicas existir uma refeição ...

Introdução a uma merecida exceção

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(O texto que se segue foi proferido em sessão da Loja Mestre Affonso Domingues. Creio que fala por si. Quanto à identidade do homenageado, nós, os seus Irmãos, conhecemo-la - e isso basta, para ele e para nós...) Muito Respeitável Vice Grão-Mestre, Respeitáveis Grande Oficiais, Venerável Mestre da Respeitável Loja Lusitânia, Venerável Mestre, Meus Irmãos, em todos os vossos graus e qualidades, A Loja Mestre Affonso Domingues vai fazer algo que nunca fez em vinte e cinco anos, algo que, precisamente para conferir valor e significado ao que vai ocorrer, tenciona que, nos próximos vinte e cinco anos, em muito raras e escolhidas ocasiões, se é que em alguma, volte a fazer: homenagear um dos nossos! Fazemo-lo pela primeira vez em vinte e cinco anos, e tencionamos muito parcamente voltar a fazê-lo nos próximos vinte e cinco anos, não porque tenhamos algum problema em relação a homenagens, mas simplesmente porque na cultura, na matriz, da nossa Loja está profundament...

"Páscoas"...

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Depois de findo este tempo de “passagem” pela Páscoa, não importando tanto qual, se a Pessach, a Páscoa Cristã ou inclusive a “Páscoa” pagã, o que me importa reter é a reflexão que nos pode ser proporcionada pela vivência desta dita quadra festiva. Tanto judeus como cristãos e pagãos celebraram por estes dias, algo que nas suas praxis  religiosas convida à partilha.  Nos povos judaicos e cristãos é hábito as famílias se juntarem à mesa e repartir o pão – a “comida”- numa ceia que para cada um destes povos tem um significado especial.  Os judeus partilhando o pão ázimo é lhes relembrado não só o tempo de exílio pelo deserto do Sinai após a sua “fuga” do Egipto, mas principalmente e também,  a passagem do anjo que “condenou” os primogénitos egípcios, após a “maldição divina”. Por sua vez, os povos que baseiam a sua religião no Cristianismo, habitualmente na quinta-feira de Endoenças (mais vulgarmente conhecida por quinta-feira santa), também costuma...