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O lenhador e a raposa

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Hoje é dia de historieta,como de costume selecionada de entre o que me chega por correio eletrónico, de autor desconhecido e com texto editado por mim. Existiu um Lenhador que acordava as 6 da manhã e trabalhava o dia todo cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do Lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e portando não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O Lenhador, sempre discordando dos vizinhos, dizia que isso era um disparate: a raposa era sua amiga e nunca faria isso. Os vizinhos insistiam: - Lenhador abre os olhos ! A Raposa vai comer o teu filho. - Quando sentir fome, comerá o teu filho! Um dia, o Lenhador, muito exausto do...

O tesouro

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Para meditar este fim de semana, hoje não deixo propriamente uma história, mas um texto que recebi por correio eletrónico e que aqui deixo, muito pouco editado por mim. Leiam-no e, no fim, atentem na pequena nota que acrescento. Há uma história muito interessante, chamada "O Tesouro de Bresa", onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro. Ao estudar e aprender estes idiomas, começam a surgir oportunidades na vida do indivíduo, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar. Depois ele precisa de decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar a estudar e a desenvolver-se e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa desenvolveu-se tanto que ela mesma passou a ser o tesouro. O processo de aperfeiçoamento não deve nunca acabar. A acomodação é o maior inimigo do sucesso!!! Por isso se ...

O tempo

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Hoje vais ser um pouco diferente das outras sextas-feiras. Normalmente, neste dia da semana publico uma historieta para reflexão, quase sempre de autor que desconheço, selecionada de entre a correspondência eletrónica que recebo. Hoje, publico uma pequena história, mas integrada num texto que me enviou José Restolho. Uma reflexão merecedora de atenta consideração e, portanto, geradora de mais reflexão. Hoje enquanto dialogava com alguém a quem devo muito, por sinal, dei por mim a reflectir sobre o Tempo. Não sobre a meteorologia mas sim sobre o Tempo enquanto medida de intervalos de duração. Bom, Einstein, na sua teoria da relatividade, demonstrou que o Tempo não era afinal absoluto, mas sim relativo. Mas não é sobre a mecânica relativista que a minha reflexão se baseia. O Tempo é como uma cascata de água. Sempre contínuo, impossível de parar. E, tal como se estivéssemos no meio dessa cascata, por mais que se nade contra, acabamos sempre por ir no mesmo sentido da corrente. Já que não ...

O cão velho, o leopardo e o macaco

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Mais uma história para ler e refletir. Hoje, tem a ver com a experiência e a sabedoria que só esta traz. Como habitualmente, recebi-a por correio eletrónico, desconheço o seu autor e editei-a ao meu jeito, para publicação aqui. Uma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velho cão com ela. Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido. Vagueando a esmo, à procura do caminho de volta, o velho cão percebeu que um jovem leopardo o tinha visto e caminhava na sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço... O cachorro velho pensou: - Oh, oh! Estou mesmo enrascado ! Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de se apavorar ainda mais, o velho cão ajeitou-se junto ao osso mais próximo, e começou a roê-lo, dando as costas ao predador . Quando o leopardo estava a ponto de atacar, o velho cachorro exclamou bem alto: - Este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí ? Ouvindo isso, o jovem leopardo, com...

O descuido

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Encerro a semana de trabalho com mais uma pequena história para base de reflexão. Foi-me enviada de além-Atlântico por J.L. (muito obrigado!) e, como habitualmente, desconheço a sua autoria e edito-a ao meu jeito, para publicação aqui. Venha comigo a uma sala de aula do primeiro ano... Há um menino de seis anos sentado à sua carteira e de repente há uma poça entre seus pés e a parte dianteira de suas calças está molhada. Pensa que o seu coração vai parar. Não imagina como isso aconteceu. Nunca havia acontecido antes e sabe que, quando os outros meninos descobrirem, nunca mais o deixarão em paz. Quando as meninas descobrirem, nunca mais falarão com ele enquanto viver. O menino acredita que o seu coração vai parar, abaixa a cabeça e pensa: "Isto é uma emergência! Eu necessito de ajuda agora! Mais cinco minutos e serei um menino morto". Levanta os olhos e vê a professora a aproximar-se, com um olhar que diz que foi descoberto. Enquanto a professora está andando em direção a ...

História banal

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Mais uma história de sexta-feira. Como as anteriores, recebi-a por correio eletrónico, desconheço a sua autoria e editei-a para publicação aqui. Uma sexta-feira, João, no caminho entre a escola e a sua casa, viu um outro garoto da sua turma, chamado Luís, também a caminho da casa dele, levando todos os seus livros. Estranhou, porque os alunos costumavam deixar os seus livros na escola. Devia tratar-se de um marrão , um dos raros espécimes que estudava incessantemente e procurava ter sempre as melhores notas... Conforme ia caminhando, João viu um grupo de rapazes correr em direção a Luís. Cercaram-no, empurraram-no, arrancaram todos os livros dos seus braços, atiraram-no ao chão. Os óculos de Luís voaram e caíram na relva a alguns metros de distância onde tudo se passava. Caído, Luís ergueu o rosto e João viu uma terrível tristeza nos seus olhos. João correu até junto do colega, enquanto ele gatinhava, procurando os seus óculos. Pôde ver uma lágrima nos seus olhos. Enquanto lhe en...

Si non è vero... è bene trovato!

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Alexander Fleming A história de hoje, como habitualmente de autor que desconheço, que me chegou por correio eletrónico e que eu edito para publicação aqui no blogue, afirma-se como sendo uma história real. Não penso que o seja. A ter sucedido, certamente teria sido referenciada nas biografias dos dois famosos intervenientes, coisa que não sucede. Aliás, pelo contrário, uma biografia de Fleming refere factos manifestamente incompatíveis com esta historieta: O médico e bacteriologista inglês Alexander Fleming nasceu nas terras altas do Ayrshire, no sudeste da Escócia, a 06 de Agosto de 1881. O pai faleceu quando Fleming tinha ainda sete anos; a partir desta data a mãe e o irmão Hugh passaram a dirigir a família e a cuidar da exploração de gado, e o seu irmão Tom partiu para Glasgow para estudar medicina. Fleming passava os dias, nesta época, com o irmão John, dois anos mais velho, e com Robert, dois anos mais novo: exploravam a propriedade, seguiam os ribeiros ...

Republicação: A areia e a pedra

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Circula por aí na Rede. Na sua simplicidade, não deixa de constituir um bom e sensato conselho quanto à forma de encararmos o que nos vai acontecendo ao longo da nossa vida. Vale a pena deixar aqui registado, para ser lido e meditado. Conta uma história que dois amigos iam pelo deserto. Em determinada altura da viagem, começaram a discutir e um deles deu uma bofetada ao outro. Este, ferido na sua dignidade, mas sem nada dizer, escreveu na areia: O MEU MELHOR AMIGO DEU-ME HOJE UMA BOFETADA. Continuaram a caminhada até que encontraram um oásis, onde decidiram tomar banho. Aquele que tinha sido esbofeteado começou a afogar-se, mas o seu amigo salvou-o. Depois de se ter recuperado, o esbofeteado e resgatado escreveu numa pedra: O MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME HOJE A VIDA. O outro, que tinha esbofeteado e salvo o seu melhor amigo, perguntou-lhe: QUANDO TE FERI A DIGNIDADE, ESCREVESTE-O NA AREIA E AGORA ESCREVESTE NA PEDRA. PORQUÊ? O primeiro respondeu-lhe: QUANDO ALGUÉM NOS MOLESTA, ...

Republicação: O Homem e o seu Caminho

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I O Homem abeirou-se do Sábio e perguntou-lhe: - Como encontrarei a Luz no Caminho da minha Vida? O Sábio respondeu-lhe: - No Caminho da tua Vida encontrarás três Portais. Lê as regras escritas em cada um deles e cumpre-as. E agora vai! Segue o teu Caminho! - O Homem seguiu o seu Caminho. Em breve deparou com um Portal onde estava escrito: MUDA O MUNDO O Homem pensou que, na verdade, se havia algumas coisas no Mundo que lhe agradavam, havia muitas outras que eram objecto do seu desagrado. E começou a sua primeira luta: os seus ideais, o seu ardor e o seu poder levaram-no a confrontar-se com o Mundo, para corrigir, para conquistar, para mudar a realidade de acordo com os seus desejos. Nisso encontrou o prazer e a volúpia do conquistador, mas não trouxe Paz ao seu coração. Conseguiu mudar algumas coisas, mas muitas outras resistiram aos seus propósitos. O Sábio perguntou-lhe então: - Que aprendeste no teu Caminho? O Homem respondeu: - Aprendi a distinguir entre o que está ao meu alcance ...

Republicação: Deus e o mal

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Uma das definições de Maçonaria que ouvi é que a Maçonaria é um sistema de moralidade, velado por alegorias e desvendado por símbolos. Não é apenas isso, mas também é isso. O texto que vou seguidamente publicar é uma adaptação minha baseada numa daquelas apresentações de diapositivos que, meio lamechas, circulam pela Rede, envoltas em música suave e com fundos de paisagena aprazíveis. Mas esta, em particular, é mais do que isso, é uma forma de mostrar que Razão e Fé não são incompatíveis. São alegorias como esta que os maçons utilizam para reflectir. A Alegoria vela a moralidade, que é desvendada pelos símbolos. Isto também é Maçonaria. Deus e o Mal Um professor universitário desafiou os seus alunos com esta pergunta: - Deus criou tudo o que existe? Um aluno respondeu, afoitamente: - Sim, Ele tudo criou. - Tem a certeza que Deus criou tudo? - insistiu o professor. - Sim senhor! - respondeu o jovem. O professor, então, concluiu: - Se Deus criou tudo, então De...

Atitude!

A história de hoje ilustra algo que é tão básico, tão evidente, que por vezes é esquecido: que somos nós que fazemos a nossa vida. E que a nossa atitude perante ela faz diferença. Esta história vai ser agora escrita por mim, procurando descrever um breve filme onde a vi. No final, colocarei o filme. Leiam a história, vejam o filme e, sobretudo, tenham sempre presente que a nossa vida é feita por nós, não por mais ninguém. Que a forma como a encaramos é determinante para o nosso êxito ou fracasso, para a nossa felicidade ou desdita. E que a cooperação permite resolver o que parece irresolúvel. A rua está cheia de veículos. Todos parados. Os peões acotovelam-se e olham. Tudo bloqueado. Um enorme tronco de árvores está caído atravessando a rua de ponta a ponta, bloqueando por completo o trânsito. Dois polícias, impotentes, limitam-se a procurar acalmar a impaciência das pessoas. Alguém há de resolver a situação. Mas quem? Quando? As pessoas impacientam-se. Têm para onde ir. Têm compromiss...

O mais importante na vida

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O texto que hoje vos deixo é totalmente escrito por mim, a partir de uma historieta que um correspondente brasileiro me enviou há alguns meses, originalmente escrita por autor desconhecido. Trata de amizade. De prioridades. De solidariedade. No fundo, de fraternidade. E lembra-me, também a mim, que prego o primado da Razão, que esta, sendo importante, não é tudo. A nossa inteligência emocional também é importante e precisa de ser cultivada. É isso também que o método maçónico de aperfeiçoamento individual procura possibilitar. Um dia alguém perguntou a um homem de sucesso o que de mais importante ele já tinha feito na sua vida. Ele meditou um pouco, recordou interiormente mil batalhas, miríades de vitórias, incontáveis êxitos. Recordou também alguns, poucos, fracassos e algumas das várias situações difíceis que vivera. Pesou, ponderou e escolheu o que considerava o que de mais importante na vida fizera. E respondeu: O mais importante que fiz na minha vida sucedeu num dia em que tudo pa...

As escolhas

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Hoje deixo-vos mais uma historieta para reflexão nesta sexta-feira, véspera de fim de semana prolongado por feriado. Reescrevi-a com base num texto, de autor que desconheço, que recebi por correio eletrónico. Não trata de otimismo, muito menos otimismo bacoco e infundamentado. Trata da atitude a tomar perante a vida e o que ela, nas suas voltas, nos reserva, muitas vezes inesperadamente. Trata de escolher entre deixar-nos abater pelas adversidades, resignar-nos ao que pensamos ser inevitável e lamentar-nos da nossa má sorte ou procurar sempre obter a melhor solução possível e fazer por a obter. Trata de escolher entre ser marioneta manipulada pelos acontecimentos ou ser ator interventivo das situações. Saber escolher é fundamental. Porque os acontecimentos sucedem e nenhum de nós está numa redoma, eternamente a salvo de percalços. E, quando estes surgem (não é se , é quando , porque, tarde ou cedo, surgem sempre...) estar preparado para reagir, procurar a melhor solução possível, sab...

Ser professor

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A profissão de professor anda na ribalta nos últimos tempos. Por boas e más razões. Ele é a desconsideração progressiva do papel e da importância do professor, ele é o confronto sobre a avaliação dos professores, razões de uns e de outros, ora se reconhece a importância dos professores, ora se acusa os professores de não cumprirem devidamente com o seu múnus, em generalizações de sinal contrário que, por serem generalizações, são inevitavelmente erradas, já que,como em todas as profissões, há professores excelentes, bons, medianos, fracos e péssimos. A história de hoje que,como habitualmente, recebi por correio eletrónico, cuja autoria desconheço e que editei ao meu jeito,procura mostrar como deve ser um bom professor.Não o que nunca erra.mas o que é interessado e dedicado e procura fazer o melhor possível. Quantas vezes,fazendo a diferença! Aquela professora, apesar de sempre ter proclamado que gostava de todos os alunos por igual, olhava para Ricardo com não muito bons olhos. Notava ...

O segredo da felicidade

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Mais uma historieta que me foi enviada e que aqui deixo para reflexão de fim-de-semana. Como habitualmente, desconheço o autor do texto, que editei para publicação aqui. Dona Maria era uma senhora de 92 anos, elegante, bem vestida e penteada. Estava de mudança para uma casa de repouso pois o marido, com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só... Depois de esperar pacientemente durante duas horas na sala de entrada do lar, ela deu um lindo sorriso para a empregada que lhe veio dizer que o seu quarto estava pronto. A caminho da sua nova morada, a empregada ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chita floridas que enfeitavam a janela. - Ah, eu adoro essas cortinas - disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de receber um cachorrinho. - Mas a senhora ainda nem viu o seu quarto... ...

O pacote de biscoitos

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Mais uma historieta para reflexão que recebi por correio eletrónico, de autor que desconheço e que, como habitualmente, adaptei ao meu estilo Uma jovem estava a espera de seu voo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar várias horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou também um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para poder descansar e ler em paz. Ao lado da poltrona estava uma mesa. do outro lado da mesa, havia outra poltrona, onde se sentou um homem, que abriu uma revista e começou a ler. Na mesa entre as duas poltronas, aberto, estava o saco de biscoitos. Quando ela pegou no primeiro biscoito, o homem também tirou um. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que atrevido! Se eu estivesse com disposição dava-lhe uma desanda, para que ele nunca mais se esquecesse deste atrevimento!” A cada biscoito que ela pegava, o homem também tirava um. Aquilo foi-a deixando cada vez mais indignada,...