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A mostrar mensagens com a etiqueta Conservação do ambiente

+ Ambiente

Volta não volta... volta o tema. É incontornável ! É impossível passar-lhe ao lado ! Cada vez mais… Cada dia que passa, cada descuido que temos, cada papel fora do “papelão”, cada árvore a menos. Gostaria que o texto estivesse em português. Não está, mas o “espanhol” é bem compreensível e eu não tenho outra versão do vídeo. Fica mais um grito de alarme. Sou otimista em relação e esta matéria (reparem que até já escrevo sob as regras do novo acordo ortográfico) como em relação a quase tudo, mas… mas não defendo o “fia-te na virgem e não corras …” Mesmo otimista há que actuar. Há que correr ! Continuo a acreditar na reciclagem, dos lixos, mas principalmente na dos homens. É cá uma fezada… - Não vale a pena viver se não acreditarmos que há uma salvação para o mundo. (Prof. Agostinho da Silva) JPSetúbal

Caldeirada (poluição)

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Há tempos escrevi uma série de artigos sobre Maçonaria e Ambiente. Dois conceitos que aparentemente nada têm a ver um com o outro. Procurei mostrara alguns pontos de contacto possíveis. Hoje, numa escala bem mais ligeira, proponho-me demonstrar uma ligação ainda mais difícil de conceber: FADO E MEIO AMBIENTE! A Antena 1 apresenta, um pouco antes das 13 horas, de segunda a sexta-feira, uma rubrica que genericamente se intitula Alma lusa . Nela, é transmitido, após um breve comentário do autor da rubrica, um fado - o género musical que o autor da rubrica entende (e eu concordo!) mais bem retratar a alma da lusa gente. Há dias, foi transmitido um fado, cantado pela grande Amália Rodrigues, que foi editado originalmente em 1977 e se encontra integrado em algumas colectâneas de fados por ela cantados. Ora vejam lá como a preocupação pela conservação do Meio Ambiente e pela acção depredatória do mesmo pelo Homem também pode ser objecto de um Fado. Da autoria de Alberto Janes (autor também do...

MAÇONARIA E AMBIENTE- Conclusão: Fazer diferença

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Apelar às boas práticas de poupança e protecção do ambiente há muito quem faça. Ele é o grupo que trata das espécies ameaçadas, ele é a associação que denuncia as duzentas e cinquenta e sete mil e quinhentas maneiras de poluir a água, o ar, o solo e as mentalidades, ele é a organização que pugna pelos parques naturais... Para chamar a atenção sobre a causa da protecção do ambiente existem muitas e variadas associações, organizações, comissões. Uns mais fundamentalistas, outros mais pragmáticos. Uns pugnando pelas energias renováveis, entre as quais a energia hídrica, outros lutando contra a construção de barragens produtoras de energia hídrica, em nome da preservação da Natureza mais natural, verde mais verde não há... A conservação do ambiente está na moda! O aquecimento global parece que está aí e agora todos acordaram, despertados pelo toque do despertador da urgência do aqui-del-rei que o efeito de estufa vai estragar isto tudo, somos todos uns inconscientes que estamos a dar cabo...

MAÇONARIA E AMBIENTE: O paradigma do Valor

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Para se trocar um bem por outro, há que calcular quanto vale cada um. Para facilitar o processo de troca, criou-se a moeda. A moeda é a referência do valor de todos os bens. A moeda, a troca, o mercado são os pés do tripé que sustenta a economia global. Mas não é a moeda que estabelece o valor de um bem. É suposto que uma dada quantidade de moeda represente o valor de um bem. O Valor dos bens é intrínseco e logicamente anterior à sua expressão monetária. O problema é que a nossa Civilização criou um paradigma de Valor que não é perfeito. O paradigma do valor que estabelecemos respeita à QUANTIDADE de algo que nele está inserido: quantidade de matéria, quantidade de trabalho nele introduzida, quantidade de custos necessários para o produzir e comercializar. Exemplificando: o valor de uma jarra corresponde ao valor da quantidade de material de que ela é composta, mais o valor do trabalho necessário para a fabricar, mais os custos de produção e comercialização da mesma (lucro dos divers...

Variações sobre e=mc2

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O simple elaborou um comentário ao texto MAÇONARIA E AMBIENTE: e=mc2 que merece ser puxado para o corpo principal do blogue, quer pelo seu interesse intrínseco, quer por suscitar várias questões. É algo longo e, com as considerações que o comentário me suscita, vai resultar num texto maior do que o habitual, mas acho que vale a pena ler. O Rui, como nos tem habituado, começou bem e acabou melhor. De facto, estamos em plena fase de transição de uma forma de energia (o petróleo) para outra (sabe-se lá qual...) e temos que ser cautelosos com o rumo que tomarmos. Pelo meio, contudo, o Rui vacilou um bocadinho - não é a sua área, e não tem obrigação de a dominar com precisão. Vou tentar, já que o Rui abordou o assunto - que, reconheça-se, não é nada simples - aclarar um ou outro ponto. Como descobriu Lavoisier, "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" . Contrariamente ao que parece empiricamente, na combustão não há transformação de matéria em energia; o que há é liberta...

Ambiente...

O nosso caríssimo Rui voltou às lides "blogueiras" abordando o tema ambiente e bem como sempre. A colocação da conservação ambiental face às necessidades energéticas do planeta e ao respectivo consumo mostra a fotografia de uma relação tão terrível quanto real. Para ajudar a esta "festa" trago para o blog um vídeo da WWF-BRASIL, organização que visa a conservação/salvação do ambiente natural no Brasil (Amazónia, Pantanal,...) espalhando a sua acção pelo resto do mundo com a mesma preocupação, onde a protecção de espécies animais e de ambientes ameaçados o justificam. O vídeo que junto é um complemento, verdadeiramente directo, ao texto do Rui. Parece-me que ficam bem, agora para terminar esta achega, 2 apontamentos vindos de origens diferentes, o que também ajuda a perceber que esta preocupação existe nos mais diversos quadrantes do globo, ainda sem consequências muito visíveis mas, com mil diabos, falar-se e discutir-se o problema já é um começo. GreenPeace – Quan...

MAÇONARIA E AMBIENTE: e=mc2

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A civilização humana actual baseia-se no consumo de energia. Usa-se energia para produzir. Usa-se energia para transportar. Usa-se energia para consumir. A energia é tão vital para a civilização humana, tal como a entendemos nos tempos actuais, como o ar para uma pessoa. O problema é que a energia que existe em abundância (por exemplo, a solar) não é fácil de utilizar. Não é fácil pegar num pouco de energia solar e colocá-la dentro do reservatório do nosso automóvel, para a utilizar como combustível... O problema é que a civilização humana tem tendência para se desenvolver sempre através da solução mais fácil. Durante séculos, a necessidade de aquecimento foi suprida com o recurso à queima de madeira, recurso abundante e de fácil obtenção e utilização. Com a descoberta das potencialidades da energia do vapor de água, a obtenção deste fez-se à custa da queima de carvão. Com a descoberta do motor de explosão, a obtenção da energia necessária para movimentar o veículo fez-se à custa...

MAÇONARIA E AMBIENTE - Demografia: Infecção ou nem por isso?

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Existe um sítio na Rede, em inglês, que mostra, de maneira particularmente impressiva, o ritmo de crescimento da população humana no Mundo e todo um conjunto de dados, quer inerentes à população (número de infectados por HIV, número de doentes com cancro, quantidade de pessoas que passam fome), quer inerentes ao estado do planeta, poluição e exploração dos seus recursos (temperatura média global, emissão de CO2, espécies extintas, área de floresta perdida e área de floresta replantada, área desertificada, petróleo extraído, petróleo derramado nos oceanos, reservas de petróleo, sua duração, resíduos nucleares). É o Relógio da Terra . A consulta dos dados deste sítio é elucidativa. No que a este texto respeita, fiquemo-nos pelos dados demográficos: existem presentemente mais de seis mil, seiscentos e trinta milhões de seres humanos à face da Terra, dos quais mais de quarenta e cinco milhões infectados com o vírus HIV e mais de sete milhões sofrendo de cancro. Só desde o princípio do corr...

MAÇONARIA E AMBIENTE - Intróito: desculpem lá, mas...

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O Muito Respeitável Grão-Mestre da GLLP/GLRP solicitou aos Irmãos da Obediência que procurassem reflectir e elaborar trabalhos sobre a temática do ambiente. A Maçonaria Regular não discute opções políticas, mas não ignora os grandes temas da Civilização e da Sociedade e procura ajudar a reflectir sobre eles, estejam ou não na ordem do dia, sejam ou não objecto de controvérsia. O Homem que se insere no seu tempo, que procura compreender-se a si próprio, compreender os demais, o Mundo, e busca descortinar o significado da Vida, da Criação e do relacionamento do Material com o Imaterial não pode deixar de reflectir sobre os grandes temas do seu tempo. E o Ambiente e sua defesa são, indubitavelmente, nesta fase da Civilização, temas candentes, urgentes, incontornáveis. A Maçonaria, que é Tradição na Modernidade, não deve, pois, abstrair-se de neles reflectir também. Sou, no entanto, obrigado a confessar que a temática ambiental não é uma das minhas preferidas. Até por deficiências - que a...