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A mostrar mensagens de fevereiro, 2010

Visita à Loja Hippokrates

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Uma delegação da Loja Mestre Affonso Domingues, na qual se incluíram o JPSetúbal e eu próprio, efetuou, na passada semana, uma visita à Loja Hippokrates, da Grande Loja da Áustria, que reúne ao Oriente de Viena. A Loja Hippokrates foi fundada em 1993. Como o seu nome indica, o seu grupo fundador tinha uma grande prevalência de médicos. Hoje, está diluída essa prevalência. Uma parte dos seus membros são médicos, mas a Loja tem, presentemente, maçons exercendo as mais variadas profissões, ostentando a diversidade que, em Maçonaria, é uma riqueza. A Loja Mestre Affonso Domingues e a Loja Hippokrates geminaram-se em maio do ano passado e um dos pontos do convénio de geminação respeita precisamente à promoção de visitas mútuas entre os obreiros das duas Lojas. A Loja Hippokrates trabalha o Rito de Schröder, um rito praticado essencialmente nos países de língua alemã, de que reconheci elementos dos ritos de York e Escocês Antigo e Aceite, mas que, essencialmente, é um rito muito prático, sim...

“M” ?

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Como anunciei no final do meu último post, naquela altura fui mesmo fazer a mala para uma visita aos nossos Irmãos vienenses. Fomos e viemos (o Rui também, mas não só), com boas viagens embora cansativas (mais chatas que cansativas) por não serem voos diretos. A temperatura máxima de 0 (ZERO, MÁXIMA...) graus que encontramos e o pouco tempo disponível não foram de molde a incentivar grandes devaneios turísticos pelo que nos tivemos de concentrar em meia dúzia de pontos centrais da Viena, e sendo assim uma visita compreensivelmente inevitável seria sempre a casa de Mozart. Deixarei a história da visita à nossa Loja Irmã Hipokrates para o Rui, se ele entender que deve trazer para aqui detalhes dessa visita. Eu limitar-me-ei a trazer duas imagens, históricas para a Maçonaria universal (os objetos representados, não as imagens !) que mostram paramentos que pertenceram a Mozart. Chamou-nos particularmente a atenção o facto de haver um “M” no local onde sempre temos visto um “G”. Se virem co...

Ansiedade

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Um nosso leitor "brasileiro, nascido no Estado de São Paulo" contactou-me pedindo que escrevesse algo sobre o tema da ansiedade. Não é propriamente um tema diretamente relacionado com a Maçonaria e só marginalmente poderá ser associado a ela - abaixo procurarei mostrar como.. Mas o pedido foi formulado de forma tão simpática e tão eloquentemente fundamentado, que não posso deixar de a ele corresponder. Vejamos então o que a um maçom se oferece escrever sobre a ansiedade... A ansiedade não é um defeito - é um estado de espírito que a todos pode acometer - e seguramente que a todos já acometeu. Em bom rigor, tal como o medo é uma arma que a natureza nos confere em prol da nossa preservação e segurança, a ansiedade é uma munição posta à nossa disposição para aguçar o nosso espírito, prepararmo-nos para o que aguardamos que venha aí. Em si mesma, a ansiedade não é boa, nem má - é um facto da vida. Porém, a ansiedade excessiva ou injustificada, essa sim, é um problema ...

Dançar, dançar, dançar...

A vontade de exercer uma atividade, qualquer que seja, se for realmente forte é meio caminho andado para obtenção de exito no exercício dessa mesma atividade. Nunca tive a mais ténue habilidade para a dança, arte que considero destinada a raros privilegiados da condição humana, mas não perco a visão de uma boa dança sempre que possível. Sempre me intrigou a capacidade de, através de movimentos do corpo, se ser capaz de contar uma história, ainda que simples. E algumas não são simples. É uma maneira superior de transmitir os sentimentos, só acessível realmente, a eleitos. Este é um pequeníssimo e modestíssimo introito ao videozinho de hoje. A força interior, o querer, o gostar muito (mas mesmo muito) são capazes de fazer milagres e aqui vai um belo exemplo disso mesmo. Pronto, tenho que ir fechar a mala para a visita que faremos este fim de semana prolongado aos nossos Irmãos Vienenses (Respeitável Loja Hipokrates) Bom fim de semana para todos. JPSetúbal

Blog da ARLS Duque de Caxias IX, n.º 2198

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A Augusta e Respeitável Loja Simbólica Duque de Caxias IX, n.º 2198, ao Oriente de Belém do Pará, filiada no Grande Oriente do Estado do Pará, integrado no Grande Oriente do Brasil, e que trabalha o Rito de York, iniciou, em 23 de julho de 2009, o seu blogue. Proclamava o seu primeiro texto, à guisa de declaração de princípios: O nosso blog inicia em fase experimental, de aprendizagem total, na qual esperamos contar com a participação e colaboração efetiva dos valorosos Irmãos do quadro de Obreiros da Loja, bem como, de todos os ilustres Irmãos iniciados na Sublime Ordem, através do e-mail: duque2198@gmail.com . Assumimos a iniciativa e o desafio de criá-lo com o objetivo de disponibilizar um espaço destinado a divulgação das atividades realizadas em nossa Oficina e para proporcionar a socialização de assuntos voltados ao estudo e a pesquisa da infinita Sabedoria Maçônica, por meio da apresentação de postagens, além da discussão fraterna e do bom debate sobre assuntos relevantes da Ma...

exemplo (?) EXEMPLO (!!!)

Ora meus queridos Irmãos, Amigos e outros (os outros são poucos) volto à cena depois de umas semanas de retiro trabalhoso, que continua, mas este bocadinho hoje ninguém me tira. Desde há algum tempo (alguns meses) tenho contactado na minha outra vida, a profana, com um "artista" cá da minha praça, que tem muito o hábito de utilizar a expressão: - é preciso fazer um desenho ? Compreende-se que é uma expressão bem desagradável, a entrar no grosseiro com a força toda e representando uma arrogância que não se atura. Vem esta conversa a propósito de alguns dos escritos que por aqui vão aparecendo de quando em vez, que me parece que nem com desenho lá chegam. Dei com um "desenho" que vos passo, e se por esta via ajudar os que não entendem de outra forma, fico contente. A minha opinião é a de que, muitas vezes, um exemplo prático pode substituir uma biblioteca inteira de ciência teórica. Ágape... não ? Bom, t'á certo. Ritual... não ? Ok, fora. Escola... também não ? Pr...

A escola

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Uma Loja maçónica deve ser também uma escola. Uma escola diferente. Não propriamente um local onde se ensina matéria única para alunos múltiplos. Antes um meio de proporcionar a cada elemento, que é ÚNICO, porque diferente de todos os outros, os meios, o ambiente, a vontade, a orientação, para que ele apreenda (mais do que simplesmente aprenda...) os múltiplos ensinamentos éticos e morais que a vida nos ilustra e exige que um homem verdadeiramente de bem pratique. A Loja maçónica é uma escola que não ensina. Pelo menos, nada ensina de novo. Ou nada que não possa ser aprendido noutros locais, noutras escolas, em livros, publicações, etc.. No entanto, é um lugar onde se aprende. Aprende-se porque não se limita a ouvir uma palestra ou lição. Aprende-se porque se vivem as situações que demonstram ou sugerem os princípios ou ensinamentos éticos ou morais que se tornam patentes até perante os olhos mais distraídos. Aprende-se porque não é exibido ou induzido um pensamento único, uma formataç...