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A mostrar mensagens de julho, 2008

Reposição de textos do primeiro ano do blogue

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Dois problemas há muito pairavam no meu espírito relativamente ao blogue. Um, o facto de a estrutura organizativa de um blogue enterrar nas profundezas do seu arquivo textos que merecem ser lidos por quem só veio a conhecer o blogue depois de eles terem sido publicados. Ou de serem relidos por quem já os leu, mas os deixou ir deslizando pela inevitável corrente do esquecimento. O outro, a inevitável necessidade de férias e a possível quebra do desde o início vigente e quase sempre garantido ritmo de publicação de, pelo menos, um texto por dia útil. Há dois anos, no entusiasmo de um blogue recém-lançado, entre os três mais assíduos autores de textos lá conseguimos falhar pouco esse ritmo. O ano passado, as despesas do blogue em Agosto foram quase por inteiro assumidas pelo José Ruah, com uma pequena ajuda do JPSetúbal - que eu declarei descanso absoluto e ausência total de publicação em Agosto. Não sei se este ano o Ruah terá a mesma disponibilidade que o ano passado - uma das coi...

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990

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Foram publicados ontem no Diário da República a Resolução da Assembleia da República n.º 35/2008, que aprova o Acordo do Segundo Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, e o Decreto do Presidente da República n.º 52/2008, que formalmente ratifica, em representação da República Portuguesa, tal Acordo. Com estes actos, Portugal reconhece que se encontra em vigor o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, por ter já sido ratificado por três dos países dele signatários. Quer na Resolução da Assembleia da República, quer no Decreto do Presidente da República, declara-se que Portugal fixa um período de transição de seis anos, a partir da data do depósito do instrumento de ratificação na chancelaria determinada para o efeito (que ocorrerá brevemente), durante o qual podem coexistir as regras ortográficas anteriores ao acordo de 1990 e as resultantes do mesmo. Ou seja, a partir de agora, e durante os próximos seis anos, pode escrever-se "à antiga" o...

Cerimónia da colocação da primeira pedra

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É comum, sobretudo no início da construção de grandes edifícios públicos, efectuar-se uma cerimónia de colocação da primeira pedra. Normalmente, um dos políticos de serviço assenta uma pedra, posa para a fotografia, bota faladura e assim mantém a visibilidade mediática que para os políticos é tão essencial como o pão para a boca. Nos Estados Unidos também existe a cerimónia de colocação da primeira pedra. Só que lá é uma cerimónia maçónica, executada por maçons. São conhecidas várias representações da cerimónia de colocação da primeira pedra do Capitólio, em 1793, por George Washington, então já Presidente dos Estados Unidos, de malhete e avental - uma delas ilustra este texto. Em inglês, esta cerimónia designa-se por Cornerstone ceremony - cerimónia da pedra do canto. Não é por acaso que a colocação cerimonial da primeira pedra, em termos maçónicos seja a da pedra do canto. Um dos segredos da arte da maçonaria operativa era a da precisa colocação em esquadria das paredes de um edifíc...

Em busca dos assinantes perdidos

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Durante parte do fim de semana e do dia de hoje, o ícone que, na banda direita do blogue, indica o número de assinantes do blogue indicou, não os 76 assinantes que efectivamente estão activos, mas apenas 5. Estive este fim de semana e quase todo o dia de hoje sem acesso a um computador e não pude verificar o que se passava - apenas tinha comigo o meu PDA, onde recebi uma mensagem avisando-me da ocorrência e através do qual acedi ao blogue e verifiquei a veracidade do aviso, mas que, por limitações tecnológicas de comunicação de dados, não me possibilita introduzir palavras passe, quer no Blogger, quer no Feedburner. Tive que me limitar a especular sobre o que acontecera. Seria que houvera um súbito e em larga escala desinteresse pelo blogue? Existira alguma virose que atacara o registo de assinantes? Alguém acedera, apesar das habituais seguranças, à administração do registo de assinantes e apagara a quase totalidade dos existentes? Ou apagara mesmo todos e já houvera cinco reinscriçõ...

O copo está meio cheio!

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Hoje é dia habitualmente dedicado a uma alegoria e assim vou classificar este texto. Mas, ao contrário do que habitualmente faço, não vou aqui deixar uma qualquer história que sirva de pretexto para tirar uma lição. Hoje, vou-me servir de uma mensagem de correio electrónico que recebi há uns meses do JPSetúbal e que acho que contém directamente algumas chamadas de atenção particularmente oportunas para os tempos que vamos vivendo. Anda tudo macambúzio, todos com perspectivas negras, é a crise dos combustíveis, a dos alimentos, tudo aumenta menos os nossos rendimentos, onde é que vamos parar, enfim, um desatino de preocupações, pessimismos, estados depressivos, típicos de quando os tempos vão difíceis. A crise também a mim me bate forte e feio. Mas aprendi que nada se ganha em nos deixarmos abater. Há que cerrar os dentes e seguir em frente. Melhores dias virão. O problema quando o clima de pessimismo se instala é que parece que se instala uma espécie de epidemia que leva todos a só re...

Rituais e Ritos

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Existem diferentes rituais, praticados por diferentes ritos maçónicos. Logo desde início, desde a transição da Maçonaria Operativa para a Especulativa, isso se verificou. As Lojas que se agruparam na primeira Grande Loja de Londres, que vieram a ser designados por Modernos e influenciadas pelos intelectuais que tinham sido aceites nas Lojas operativas (os Maçons Aceites) e os que se lhes seguiram, praticavam um ritual deísta, em que a referência ao Grande Arquitecto do Universo é formulada de tal forma que qualquer crente, independentemente da religião que professe, se pode rever no conceito. A breve trecho se verificou existir em Inglaterra uma outra corrente, baseada nos maçons operativos e na zona de York, os Antigos, que praticavam um ritual teísta, mais influenciado pela tradição religiosa cristã. Essas duas correntes vieram mais tarde a fundir-se na actual Grande Loja Unida de Inglaterra, na sequência de negociações mediadas e dirigidas pelo Duque de Sussex, dessa fusão resultan...

Ritual

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A maçonaria é um método de aperfeiçoamento moral, espiritual e ético dos seus membros. com o recurso a símbolos e alegorias. Estes apresentam-se sob variadas formas. Mas cada Loja maçónica organiza o seu trabalho segundo um específico ritual, uma particular forma de disposição dos elementos simbólicos em Loja, de sequência dos trabalhos, de evolução e apresentação das alegorias, das falas e respostas praticadas. O primeiro objectivo do ritual é CONGREGAR. Congregar as vontades, a atenção, do grupo. O segundo objectivo é DEMARCAR. Demarcar a diferença entre o mundo profano e o espaço maçónico. O terceiro objectivo é HARMONIZAR. Harmonizar a resposta psicológica e comportamental do grupo e de cada um dos elementos que o integram ao que se passa. O quarto objectivo é IMPRIMIR. Imprimir, no espírito de cada um, pela repetição, as lições que traz em si. Finalmente, o quinto objectivo é ENSINAR. Ensinar as lições morais, comportamentais e éticas que o ritual contém. Por isso, o ritual ...

Deixar os metais à porta do Templo (2)

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Pegando no texto do RB apetece-me fazer um pequeno exercício. Troquemos metais por... títulos, honrarias, posições sociais (ou pseudo-sociais), supostas dignidades. E aí temos os metais que devem ficar à porta do Templo. Há que avaliar a capacidade que cada um tem para o fazer, cada um de per si terá que tomar a decisão de ser ou não capaz de o fazer. Na Maçonaria o título é Irmão, a honraria é ser reconhecido como tal, a dignidade é merecê-lo. Tudo o resto é para ficar à porta do Templo. Só que para além do Templo Loja, há um outro não menos importante. É o Templo individual, aquele que cada um de nós transporta em permanência e que se deve manter em permanente construção. E é sobre este templo individual, profano, que se eleva e ergue o Templo Maçónico. É com o templo individual que construímos o Templo comum, pedra sobre pedra, pedra ao lado de pedra, pedra sob pedra ! E se em cada um dos templos individuais os metais não ficarem à porta, então é porque o polimento da pedra falh...

Deixar os metais à porta do Templo

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Aos maçons é dito que devem deixar os metais à porta do Templo. Esta frase não deve ser, obviamente tomada no seu sentido literal. Não faz, evidentemente, sentido impor que um obreiro se despoje de tudo o que é metálico para aceder ao Templo. Até porque a Maçonaria de hoje é herdeira especulativa das organizações de construtores em pedra, que utilizavam e utilizam ferramentas metálicas para trabalhar a pedra. Assentemos, pois, que esta frase não se aplica literalmente - excepto numa circunstância, que aqui não quero referir. Os maçons costumam designar os meios monetários como "metais". Quererá então a mencionada frase dizer que os maçons devem entrar no seu local de reunião sem transportarem consigo dinheiro? Está mais próximo, mas ainda não é assim! Nomeadamente na Maçonaria Europeia, pelo contrário, os maçons devem ter o cuidado de levar consigo para o interior do local onde vai decorrer a sua reunião algum dinheiro, já que, a determinada altura, circulará o Tronco d...

Como consertar o Mundo

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Hoje é sexta-feira e, como vai sendo hábito, dia de alegoria no blogue. Os tempos vão difíceis, as crises sucedem-se, parece que o Mundo está cada vez pior e não se vê solução à vista. O discurso pessimista instala-se. Isso é o pior que pode acontecer! As dificuldades superam-se com força e determinação e, para as ter, é necessário crer que é possível tal superação. Diz o Povo que Depois da tempestade vem a bonança , mensagem de esperança que devemos ter sempre presente nas ocasiões difíceis. É por isso que escolhi para hoje este texto, de autoria que desconheço, que recebi por correio electrónico e que nos ensina Como consertar o Mundo Um cientista, muito preocupado com os problemas do mundo, passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de melhorá-los. Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário, decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou a...

Novas da Inês

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Durante o mês de Maio, levou-se a cabo neste blogue uma campanha de angariação d fundos para auxílio no pagamento das muitas despesas que o tratamento da muito grave doença de que a Inês foi acometida. Finda essa campanha, informei aqui no blogue o resultado obtido e anunciei que o montante recolhido iria ser entregue à família da Inês, conjuntamente com o que fosse obtido através dos donativos expressamente destinados a esse fim feitos pelos obreiros da Loja Mestre Affonso Domingues. Como esta Loja reúne duas vezes por mês e fora entretanto decidido que seria reservado o período correspondente à realização de três reuniões da Loja para a recepção dos donativos dos obreiros, a campanha interna de angariação de fundos prolongou-se por Junho adentro. Agora, recolhidos todos os donativos, estou em condições de anunciar aqui que hoje se efectuou a transferência dos montantes resultantes dos donativos dos leitores do A Partir Pedra e dos obreiros da Loja Mestre Affonso Domingues para a con...

Simbolismo: da Loja à Vida

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A Loja maçónica é constituída por um conjunto de obreiros que, em diversos estádios da sua evolução individual, buscam aperfeiçoar-se e contribuir para o aperfeiçoamento dos demais, com o auxílio de símbolos e alegorias, que representam lições morais, comportamentais e espirituais. A Loja maçónica reúne-se num espaço fechado, de acesso restrito aos obreiros da Loja e respectivos visitantes, necessariamente também maçons, organizado de forma específica e decorado por símbolos. Tudo em Maçonaria gira à volta de símbolos. Símbolo é aquilo que representa algo. Um algarismo é um símbolo que representa uma determinada quantidade. O método maçónico de evolução individual recorre à exposição e apresentação de símbolos, da mais variada natureza e composição, destinados a serem estudados e compreendidos no seu significado. Cada maçon estuda cada símbolo, medita sobre ele, busca compreender o que significa, intenta alcançar a lição que disponibiliza. Porque o conhecimento de cada lição é individu...

Malhetes

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O malhete é um dos símbolos do poder numa Loja Maçónica. Pela percussão do malhete, o Venerável Mestre convoca toda a Loja para estar atenta e o acompanhar na execução ritual que vai levar a cabo. Pode ser um simples anúncio, uma acção de mero significado e interesse administrativo ou um acto de relevo especificamente ritual. Não importa. Com o percutir do malhete, o Venerável Mestre convoca as vontades de todos os elementos da Loja ou, se for o caso, daqueles a que especificamente se dirige, para o acompanharem ou auxiliarem. Vontade - é esta a palavra-chave! O Poder em maçonaria é - afinal como na vida, ao contrário do que os seus cultores parecem crer - ilusório e limitado. O Venerável Mestre tem o poder que os obreiros lhe concedem. Tem o poder que resulta da consonância da sua vontade com a da Loja. Porque em Maçonaria tudo é voluntário e, portanto, ninguém é obrigado a fazer o que não quer ou a executar decisão com que não concorde. O Poder do dirigente da Loja resulta, assim, d...

A Continuidade - Vem aí o 19º Venerável

Este Sábado dia 12 a Loja Mestre Affonso Domingues, elegeu os seus proximos Veneravel Mestre e Tesoureiro. Numa votação sem qualquer sobressalto, foi assegurada a continuidade da Liderança da Loja. Para Tesoureiro foi eleito o Irmão António M., espera-o um cargo dificil e ingrato, se bem que o estado das contas se encontre bom e os sistemas de controlo a funcionar, mas que ele conseguirá cumpri-lo nao temos qualquer duvida. Para Veneravel, e será o 19º Veneravel da Loja, foi eleito o Irmao João F., a ele a dificil tarefa de ser o primeiro Veneravel da Idade adulta da Loja. A tomada de posse ocorrerá em Setembro e nessa altura disso daremos conhecimento aqui. Aos Irmãos eleitos as nossas sinceras felicitações e votos de sucesso. José Ruah

O copo de leite

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O texto de hoje, como venho fazendo às sextas-feiras, é um texto que seleccionei para publicação, com o objectivo de que sirva de ponto de partida para alguma meditação, em ordem a algo aprendermos. Este texto, de autor que desconheço, chegou-me já em português, mas tenho-o como tradução de um texto original em inglês, tendo em atenção o nome de um dos intervenientes, que também mantenho. Também como uso fazer, o texto é editado, adaptado e comentado por mim Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez cêntimos e tinha fome. Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, os seus nervos traíram-no quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta. Em vez de comida, pediu um copo de água. Ela reparou que jovem estava esfomeado e assim deu-lhe um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois perguntou à mulher: -Quanto lhe devo? -Não me deves nada - respondeu ela. E con...

Maçons e controvérsia sobre religião

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Os princípios existem para serem seguidos sem desvios. Por isso são princípios. Os princípios enformadores da Maçonaria Regular, os Landmarks, que por vezes também designamos pela Regra dos Doze Pontos, existem e são observados desde há centenas de anos. Um desses princípios é o sexto Landmark, a que já dediquei um texto e cujo teor aqui agora reproduzo: A Maçonaria impõe a todos os seus membros o respeito das opiniões e crenças de cada um. Ela proíbe-lhes no seu seio toda a discussão ou controvérsia, política ou religiosa. Ela é ainda um centro permanente de união fraterna, onde reinam a tolerante e frutuosa harmonia entre os homens, que sem ela seriam estranhos uns aos outros. Recordei que este basilar princípio existe para ser aplicado em todas as circunstâncias há poucos dias. No último parágrafo do texto Escada em caracol escrevi, erradamente, que "(...) a escada em caracol não deve ser confundida com a escada de Jacob, símbolo eminentemente cristão, (...)". Atento, o ...

Com que então a fazer caixinha!

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O Companheiro Maçon do Estado de São Paulo a que aludi no último texto, também escreveu na sua mensagem de correio electrónico: Sou leitor assíduo de seu blog. Como Companheiro Maçom, às vezes sou criticado pelos Mestres de minha Loja por sugerir alguns temas que, diante de suas visões, fogem ao meu grau. Entretanto, desconhecem a fonte de minhas pesquisas: o blog do Ir.´. Rui Bandeira, de Portugal . Vamos lá por partes: ser leitor assíduo deste blogue é algo que me agrada. Recomendo. Acho que faz bem ao espírito. E, porque diminui o stresse, também acaba por fazer bem ao corpo e à saúde. É só vantagens! Por aqui estamos de acordo! Um pequeno desacordo existe quando o Irmão Companheiro escreve que a fonte de suas pesquisas é "o blog do Ir.'. Rui Bandeira, de Portugal. Aqui, como sou cordato, acho que o meu correspondente acerta em 50 %: o blogue é de Portugal e escrito por maçons de Portugal. Mas no mais tenho que corrigir o Irmão: o blogue não é do Irmão Rui Bandeira. É dos m...

Escada em caracol

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Um Companheiro Maçon do Estado de São Paulo enviou-me uma simpática mensagem de correio electrónico, na qual vinha incluído o seguinte pedido: Gostaria de ler algum comentário do prezado Irmão, sobre a Escada em Caracol. Pretendo apresentar um trabalho sobre a mesma em Loja, e suas idéias poderiam me auxiliar na sua execução. A escada em caracol não é propriamente um dos símbolos que tenha chamado a minha atenção. Normalmente é referido como tendo um significado simbólico muito directo, que acaba por ser ofuscado pela primazia do estudo do Homem, das Artes e das Ciências, estádio especialmente recomendado para ser objecto dos esforços do Companheiro maçon. Este pedido deixou-me, assim, a modos que descalço... Que escrever sobre o tema? Fiz uma busca electrónica e encontrei quatro referências que, sendo parcas, provavelmente abarcam os principais aspectos deste símbolo. Como não gosto de me enfeitar com penas alheias, não vou elaborar um texto com base no que recolhi nesta busca. Em ve...