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Força e Razão

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A Força, incontrolada ou mal controlada, não é apenas desperdiçada no vazio, tal como a  pólvora queimada a céu aberto e vapor não confinado pela ciência; mas, golpeando no escuro e  seus golpes atingindo apenas o ar, ricocheteia e se auto-atinge. É destruição e ruína. É o vulcão,  o terramoto, o ciclone, não crescimento ou progresso. (...) Precisa ser regulada pelo  Intelecto. O Intelecto é para as pessoas e para a Força das pessoas o que a delicada agulha da  bússola é para o navio – sua alma, sempre orientando a enorme massa de madeira e ferro, e sempre apontando para o norte. (Albert Pike, Morals and Dogma) A Força é uma das qualidades essenciais dos atos e obras que os maçons devem empreender (as outras são Sabedoria e Beleza). Para os maçons, o conceito de Força abrange a Força de Caráter, a Força de Vontade de quem realiza, mas também a Eficácia e a Durabilidade do que se realiza. O excerto acima transcrito alerta-nos para o mod...

Um trecho de Albert Pike, a propósito de Maçonaria, Crise e Sociedade

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Um leitor deste blogue, em comentário ao texto Regras Gerais dos Maçons de 1723 - XXX , expressou a sua insatisfação pelo facto de, em tempos de crise em Portugal e na Europa, não ver aqui comentário à mesma. Seguiu-se uma troca de comentários em que penso ter explicado a posição dos maçons que aqui escrevem sobre o assunto. Mas, ao documentar-me sobre as respostas a dar, recordei uma passagem de M orals and Dogma , de Albert Pike, que julgo interessante para se ver como a Maçonaria já desde há muito tempo que sabe muito bem como cada um dos maçons deve intervir na Sociedade. Os teóricos da conspiração costumam muito citar Pike e a sua obra Morals and Dogma  para elocubrarem sobre o pretenso projeto da Maçonaria de dominar a Humanidade e criar a Nova Ordem Mundial  (seja lá o que isso for). Mas não se dão ao cuidado de ler Pike e Morals and Dogma ... Este excerto que aqui transcrevo ilustra bem, creio, a postura dos maçons perante a Sociedade. E, quanto à prese...