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A mostrar mensagens de dezembro, 2015

Maçons, "livres-pensadores"...

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Aqui há uns tempos em conversa com um amigo sobre determinado tema, disse-lhe eu isto: “eu apenas te mostro o mapa , caberá a ti escolheres o caminho ”. E de facto esta é a realidade em que temos de viver. Ou seja, nós somos as nossas “escolhas”, nós somos as “decisões” que tomamos e as ações que decidimos praticar. Por mais que uns nos digam para irmos para a “esquerda” , outros para a “direita” e alguns inclusive nos digam para seguir pelo “meio”, a decisão final sairá de nós próprios, da nossa vontade, independentemente das indicações e dos conselhos que recebamos e que possam nos auxiliar na decisão a tomar. Se decidirmos agir de certa maneira, coincidindo ou não com o que a generalidade ou somente com o que alguns considerem sobre tal , foi a nossa mente que o decidiu.  Assim, todos nós na nossa Vida somos  - e seremos sempre - responsáveis por aquilo que decidirmos, sejam ações ou palavras e até mesmo pelos mais simples pensamentos. - Fomos nós que os cri...

Boas Festas!

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Entrámos na reta final do ano civil, quando o ambiente e a disposição nos relembram a cada momento que é a altura das Festas . As Festas  por alturas do solstício de inverno (no hemisfério norte) são assinaladas desde a mais remota Antiguidade. O dia do solstício de inverno constitui o máximo do esforço, da privação, da falta de luz e de calor. É o menor dia do ano, é a maior noite do ano. Porque sentiu a Humanidade a necessidade de festejar este tão soturno, breve e desagradável dia? Porque marca o ponto de viragem, porque assinala a ocasião em que finda o tempo de tudo piorar, de cada dia que vem ser um pouco menor que o anterior e cada noite um pouco maior, para tudo começar a melhorar, a paulatinamente, dia a dia, aumentar o tempo em que o Sol nos ilumina e a diminuir o tempo em que a escuridão da noite nos incomoda. Sempre admirei esta capacidade do bicho-homem de festejar, de assinalar o momento em que o mau é pior, em que se bate no fundo , porque ela significa que...

O Dever, caminho para a realização (republicação)

O texto que hoje republico por o considerar deveras relevante para tal, viu a "luz"  há cerca de 2 anos, em Novembro de 2013, e hoje tal como nessa altura, era e é um texto bastante interessante para ler, reler e fundamentalmente, reter(!). O  Rui Bandeira  escreve de uma forma bastante simples e de uma forma acessível a quem pouco ou nada sabe sobre a Arte Real, eu inclusive que debito umas tenras linhas de quando a quando, apenas posso afirmar que pouco sei, e mesmo assim já é muito para mim. Aproveito para fazer aqui o meu  reparo e o agradecimento ao Rui por aquilo que nos ensina e partilha com a sua sabedoria e conhecimentos adquiridos pela sua experiência, tanto maçónica como profana, porque uma não é indiferente à  outra ... e desejar que assim o continue a fazer por muito tempo. E como o texto versa o "Dever", aqui ficou também demonstrado por mim um dever que deveria ser natural ao ser humano, a "Gratidão". Todavia, se agradecer algo a a...

Verdade

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Depois de ter dedicado um texto ao primeiro termo da divisa utilizada pela maçonaria de língua inglesa, Amor fraternal , e um segundo texto dedicado ao segundo termo, Auxílio , encerro o ciclo com algumas considerações sobre o terceiro termo da trilogia, Verdade. Este tema, já foi soberbamente tratado neste blogue pelo Paulo M., num conjunto de cinco textos que intitulou "Perceção, verdade e tolerância", que facilmente pode ser localizado através do marcador Verdades . Em muito concisa, e por isso grosseira, súmula, no primeiro desses textos , assinala-se a limitação dos nossos sentidos e do nosso cérebro no que toca ao reconhecimento do que designamos por verdade. No segundo , as limitações que a linguagem coloca à transmissão da verdade percecionada. No terceiro , a diferença entre a ciência e a fé, entre o que se sabe  ser verdade e o que se crê  o seja. No quarto desses textos , refere-se como cada uma das várias religiões possui, não uma , mas a (sua) verdade...