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A mostrar mensagens de outubro, 2009

A Lenda do Ofício - análise crítica: Athelstan

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Chegamos finalmente ao epílogo da Lenda do Ofício . Esta última parte da Lenda tem um fundo histórico há muito conhecido. Registos históricos comprovam que, no tempo do rei saxão Athelstan, foram reguladas por lei as frith-gildan ( free guilds em inglês moderno), ou corporações livres de artífices de diversas profissões, entre eles os construtores. Mas, sendo uma construção lendária, a base histórica entrelaça-se com alguma imprecisão, embelezamento, modificação, gerada pela transmissão oral ao longo dos tempos. Mas, antes do mais, relembremos o último trecho da Lenda do Ofício , que alguns estudiosos maçónicos autonomizam sob a designação de Lenda de York: Pouco tempo depois da morte de Santo Albano, houve diversas guerras no reino de Inglaterra entre diversas nações, pelo que a boa regra da Maçonaria foi destruída até ao tempo dos dias do Rei Athelstone, que foi um valoroso Rei de Inglaterra e trouxe a esta terra descanso e paz; e construiu muitas grandes obras de Abadias e Torres...

A hora mudou ! E os homens ?

Pois é, esta coisa das mudanças de hora tem uma influência danada na psique do povo, e eu sou povo sofro enormemente com estas alterações. Por que raio se hão-de lembrar de mudar a hora para mais cedo se, pouco tempo depois a tornam a mudar para mais tarde ? Não seria mais sensato deixar os "reloginhos" tal qual e em vez disso dar um geitinho à velocidade da terra ? (ou do Sol como preferissem...) Parece que não é assim e esta gente prefere as soluções mais complicadas. Hoje já tive que dar à roda de uma boa dúzia de ponteiros e vários outros ficarão para quando reparar que cheguei com uma hora de avanço à reunião. Nessa altura ficarei admiradíssimo, procurarei uma boa razão para o atraso dos outros todos e constatarei com o ar inteligente que me caracteriza que afinal não acertei o meu relógio na altura certa. Paciência... há coisas piores ! Bom, mas pela confusão que estas mudanças me provocam vejam bem com que atraso chego ao blog este fim de semana... Tenho este texto com...

A Lenda do Ofício - análise crítica: Santo Albano

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Santo Albano No texto anterior, analisou-se a chegada da Maçonaria=Geometria=Arquitetura=Arte da Construção em pedra à Europa, segundo a Lenda do Ofício. A partir do texto que hoje se destaca, a Lenda centra-se em Inglaterra, país onde foi criada. A Inglaterra em todo este tempo manteve-se alheia, quanto a qualquer assunto de Maçonaria, até ao tempo de Santo Albano. E nos dias deste o rei de Inglaterra, que era pagão, edificou as muralhas da cidade que agora se chama Saint Alban. E Santo Albano era um valoroso cavaleiro e nobre da corte do Rei e tinha a direção dos assuntos do reino e também da edificação das muralhas da cidade; e gostava dos Maçons e acarinhava-os muito. E fixou o seu salário bem, de acordo com os padrões do reino; pois deu-lhes dois xelins e seis dinheiros por semana e três dinheiros para as suas refeições. E antes desse tempo, por toda esta terra, um Maçon recebia apenas um dinheiro por dia e a sua refeição, até que Santo Albano emendou isso e deu-lhes uma carta-p...

Direitos... adquiridos ?

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Nas deambulações via Net, cruzadas com mensagens que Amigos me vão fazendo entrar na caixa do correio, vou apanhando de quando em vez com notícias referentes a acontecimentos que "já passaram", a maior parte das vezes com muita pena minha por não ter dado por eles mais cedo. Se esse conhecimento estivesse comigo a tempo e horas poderia segui-los com maior atenção. Assim estou pendurado no "acaso" de uma descoberta durante a navegação ou no "acaso" de um alerta chegado por mensagem amiga. Este foi o caso. Trago-vos uma peça já posta em blog (outro, com motivações e objetivos diferentes do nosso "A-Partir-Pedra") que fiquei a conhecer agora. Para fim de semana parece-me interessante. Dá que pensar e como estamos em período fresquinho pós-eleitoral, com as equipas políticas em reconstrução, pode bem ser que alguém dessas novas equipas dê por este texto e faça alguma coisa com o seu conteúdo. Como de costume limito-me a ser o copista de serviço (apen...

A Lenda do Ofício - análise crítica: Carlos Martel

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Estátua de Carlos Martel no Palácio de Versailles Finalmente, a Lenda do Ofício chega à introdução do mesmo na Europa. Relembremos esta parte do texto: Homens da Fraternidade curiosos viajaram por diversos países, uns para aprenderem mais da arte de construir e aparelhar, outros para ensinar aqueles que tinham poucos conhecimentos. E assim sucedeu que houve um curioso Maçon, chamado Maymus Grecus, que esteve na construção do Templo de Salomão e que veio para França e aí ensinou a ciência da Maçonaria aos homens de França. E houve um, da linhagem real de França, chamado Carlos Martel; e ele era um homem que gostava muito desta ciência e aproximou-se deste Maymus Grecus, acima referido, e aprendeu com ele a ciência e obteve através dele os Deveres e as Regras; e mais tarde, pela graça de Deus, foi escolhido para ser Rei de França. E quando ele estava nessa função, contratou Maçons e ajudou a fazer Maçons de homens que não eram nada; e pô-los a trabalhar e deu-lhes os Deveres e as Regras...

Quem tudo quer...

É muito antiga a expressão "Quem tudo quer, tudo perde". Nasci e cresci ouvindo esta expressão e acontece que o tempo da vida tem-se encarregado de me mostrar que de facto é assim na grande maioria dos casos. Como sempre alguns escapam... mas na grande maioria (na grande maioria, mesmo !) das situações que conheço o resultado é mesmo o do título que escolhi. A ponderação das possibilidades, o senso das oportunidades, o saber-se onde e quando parar são princípios básicos de equilíbrio que nem todos conseguem desenvolver. Depois há o velho Peter, com o seu Princípio a marcar o ponto de viragem para a asneira. Em mais um período reflexivo/eleitoral (?) escolhi um exemplo... exemplar ! para vos entreter. E se calhar relacionado com alguns dos personagens principais deste fim de semana. Bom fim de semana... e até pode ser que Portugal vá ao Mundial da África do Sul... JPSetúbal

A Lenda do Ofício - análise crítica: O Templo de Salomão

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Do Egito, a Lenda salta para a Judeia e para a construção do Templo de Salomão. Recorde-se o texto da Lenda do Ofício , nesta parte: Muito depois deste tempo, quando os filhos de Israel chegaram à Terra Prometida, que agora é chamada entre nós de Jerusalém, o rei David iniciou a construção do Templo que é chamado entre nós de Templo de Jerusalém. E o rei David apreciava os maçons e tratava-os bem e dava-lhes bom salário. E deu-lhes os Deveres pela forma que tinha aprendido no Egito, dada por Euclides, e outros deveres de conduta de que ouvirão falar mais tarde. E depois da morte do rei David, Salomão, que era filho de David, concluiu o Templo que o seu pai começara; e mandou vir maçons de diversos países e várias terras; e juntou-os, de forma a ter 40.000 trabalhadores em pedra e chamou-lhes maçons. E escolheu de entre eles 3.000 que determinou fossem Mestres e responsáveis pelo trabalho. E, para além disso, havia um rei de outra região que os homens chamavam Hiram, que era amigo de Sa...

Homenagem aos nossos Irmãos brasileiros

O Brasil (através da cidade do Rio de Janeiro) ganhou a realização dos Jogos Olímpicos 2016. Por mim fiquei feliz com a decisão principalmente porque teremos uns Jogos Olímpicos falados em português e porque sendo o reconhecimento da capacidade organizativa daqueles nossos Irmãos é, por outro lado, uma ajuda ao desenvolvimento brasileiro. Além de ser um excelente pretexto para um Carnaval extra, coisa que brasileiro que se preze não perdôa. Pois é com o sentido de uma homenagem aos nossos Irmãos da outra banda do Atlântico que hoje dedico este espaço. Vejam só "que coisa mais linda... lá por Ipanema"... e depois uma grande recordação dos "bons velhos tempos" ! Grande abraço a todos, bom fim de semana prolongado e... não deixem roubar a bandeira da Praça do Município... t'á bem ? JPSetúbal