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A mostrar mensagens de fevereiro, 2008

Quanto ganhas por hora?

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Mais uma pequena história que recebi por correio electrónico. Mais uma vez, quando procurava uma imagem para ilustrar o texto, verifiquei que já foi publicada em vários blogues. Não é razão para não a publicar aqui. Não precisa de comentários. É tão certeira que até dói...! Um dia, quando um homem chegou tarde a casa, cansado e irritado após um dia de trabalho, encontrou, esperando por si à porta, o seu filho de 5 anos. - Papá, posso fazer-te uma pergunta? - Claro que sim. O que é? - Quanto ganhas numa hora? - Isso não é da tua conta. Porque me perguntas isso?! - respondeu o homem, zangado. - Só para saber. Por favor... diz lá... quanto ganhas numa hora? - perguntou novamente o miúdo. - Bom... já que queres tanto saber, ganho 10 euros por hora. - Oh! - suspirou o rapazinho, baixando a cabeça. Passado um pouco, olhando para cima, perguntou: - Papá, emprestas-me 5 euros? O pai, furioso, respondeu: - Se a razão de tu me teres perguntado isso, foi para me pedires dinheiro para brinque...

Ars Macionica

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A Loja de Investigação da Grande Loja Regular da Bélgica tem o nome de Ars Macionica . Reclama-se de estar sob a égide do número três: Trabalha nos três graus simbólicos, tem três reuniões por ano e comunica em três línguas, inglês, francês e neerlandês. Foi criada em 1992. A ela podem pertencer todos os Mestres Maçons da Maçonaria Regular que tenham publicado, pelo menos, um trabalho original.São admitidos a participar nos trabalhos da Loja Aprendizes e Companheiros, em função do tema em análise. Reúne no seu seio maçons de diversas nacionalidades: belgas, franceses, suíços, holandeses, ingleses, italianos, gregos. O símbolo e medalha da Loja representa a coruja de Atena, a ave que vê à noite. Símbolo da sabedoria, evoca o espírito crítico dos filósofos gregos. Como outras Lojas de Investigação, a Ars Macionica agrega um Círculo de Correspondentes . Mediante o pagamento anual de 25,00 euros, cada correspondente tem direito a receber um volume anual das Acta Macionica , de receber co...

"Fiz das tripas coração"

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É doente? Ou convalescente? Vai ser operado? E está assustado? Então porque espera? Quem espera desespera! Aprenda a sorrir! Meia cura é o rir! Aprenda com o autor Que é médico e doutor! E que ensina com humor A ultrapassar a dor! Este texto bem-disposto chama a atenção no convite que recebi para o lançamento do novo livro de MIGUEL ROZA, com o sugestivo título Fiz das tripas coração , publicado pelas edições São Rozas. O lançamento do livro ocorrerá na próxima sexta-feira, dia 29 de Fevereiro (um dia especial: o autor garante, com certeza absoluta, que não ocorrerá outro lançamento de qualquer outro livro, por ele ou por qualquer outro autor, no dia 29 de Fevereiro, nos próximos três anos...), pelas 18 h 30m, no Grémio Literário, sito na Rua Ivens, n.º 37, ao Chiado, em Lisboa. O Grémio Literário não dispõe de estacionamento privativo, mas o convite assegura que existem vários parques de estacionamento próximos. Ironia em todos os pormenores... O livro será apresentado pelo Dr. L...

O trabalho do Companheiro

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O trabalho do Companheiro é, simultaneamente, a continuação do trabalho do Aprendiz e a realização de uma tarefa diferente. O Aprendiz trabalha no seu aperfeiçoamento e simultaneamente procura conhecer e reconhecer uma significativa quantidade de símbolos e descortinar o seu significado. O Aprendiz trabalha e aperfeiçoa o espírito. Ao Aprendiz pede-se que abstraia das lhanezas do mundo e da vida e que procure subir aos altos planos do Espiritual, do Ético. O Aprendiz recorda que o Homem não é só carne, não é simples animal sobrevivendo no terceiro planeta à roda de uma obscura estrela na ponta de uma das milhares de galáxias existentes no imenso Universo. O Aprendiz relembra, interioriza, que o Homem é também espírito e que esse é o lado nobre da sua natureza. E cultiva esse lado. O Companheiro, sem esquecer tudo isso, continuando a trabalhar nesse sentido, deve voltar de novo a sua atenção para a sua Humanidade, para a sua natureza de Homem. Depois de ter trabalhado exclusivament...

A Passagem

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Chama-se Passagem à Cerimónia pela qual o Aprendiz adquire o estatuto de Companheiro, conferindo-se-lhe o segundo grau da Arte Real. Tal como a Iniciação, a Passagem é um rito... disso mesmo: de passagem. Tal como aquela, tem os três tempos de um rito de passagem: de onde vens, o que és, para onde vais. Mas, ao contrário da Iniciação, a cerimónia de Passagem deixa quase sempre no nóvel Companheiro um travo de desapontamento, uma sensação de que o que ocorreu foi menos do que o que o esperava. Efectivamente, a Cerimónia de Passagem é muito mais simples e sóbria do que a Iniciação. Se pensarmos bem, deve sê-lo! A Iniciação marca a entrada num novo mundo, marca a transição da vida profana para a vivência maçónica. A Passagem assinala apenas o dobrar de uma etapa. Uma marca que, tendo o valor de assinalar um progresso, uma melhoria, um crescimento, no entanto o maçon que dela beneficia já deverá começar a perceber que é só uma pequena parte do muito caminho que ainda tem para percorrer, se...

O doce aroma do café

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Mais um texto, da autoria original de R. P. Arturo Vargas, que recebi por correio electrónico e que adaptei para aqui publicar, pois parece-me ser mais uma boa alegoria, demonstrativa de princípios e posturas de vida que devemos ter. Uma filha queixou-se ao seu pai da sua vida e de como tudo estava difícil para ela. Já não sabia o que fazer. Estava cansada de lutar, sem obter resultados. Apetecia-lhe desistir. Parecia que, mal resolvia um problema, logo outro lhe aparecia, numa sucessão sem fim e sem descanso. O pai, cozinheiro de alta cozinha em restaurante de luxo, levou-a até à cozinha do restaurante onde trabalhava. Ali, encheu três panelas com água e colocou cada uma delas sobre lume alto. Na primeira, colocou ainda cenouras. Na segunda, deitou ovos. E, na terceira, despejou café em pó. Sem dizer uma palavra, deixou que tudo fervesse. Cerca de vinte minutos depois, apagou o lume. Retirou as cenouras da primeira panela e colocou-as num prato. Retirou os ovos da segunda panela e col...

Museu virtual Aristides de Sousa Mendes

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Meus Caros, este é apenas um adicional ao post do Rui de dia 15 p.p. A Figura exemplar de Aristides de Sousa Mendes começa a aparecer, para conhecimento dos portugueses e orgulho de Portugal. Infelizmente continuam a acontecer eventos da maior relevância nacional que passam..., pura e simplesmente passam ! Talvez se perceba porque de facto A.S.Mendes apenas salvou milhares de vidas, e se estudarmos bem a Sua existência constataremos que não foi jogador de futebol, nem bancário vigarista, nem nada dessas coisas importantes. A casa de A.S.Mendes, em Cabanas de Viriato, está na ruína. Ali, ele e Sua Mulher Angelina receberam e alimentaram grande parte dos exilados cujas vidas haviam sido salvas pelos vistos consulares passados por ASM à revelia das ordens de Salazar. Desta vez o Presidente Cavaco Silva tem razão, há outras prioridades à frente do campeonato do mundo de futebol. A exposição (virtual) está dividida em três corredores: da Guerra, da Fuga e da Liberdade. Nestes corredores são...

Colóquio Mozart e a Matemática

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Sábado, dia 23 de Fevereiro, 15h30 Será que já na sua primeira composição, aos 5 anos, Mozart se socorreu da Matemática para escrever música? Qual a relação entre uma peça de Mozart e um vitral? E será que o número 3 tem um significado especial na Flauta Mágica? No próximo Sábado, dia 23 de Fevereiro, às 15h30, assista no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva a mais um colóquio sobre A Matemática das Coisas e descubra a relação entre Mozart e a Matemática. A entrada é gratuita. Carlota Simões, docente do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, irá mostrar a presença da Matemática na obra do criador das Bodas de Fígaro e um grupo de alunos da Escola de Música do Conservatório Nacional tocará alguns trechos da Flauta Mágica. E para provar que na obra de Mozart tudo é possível, duas alunas de violino do Conservatório de Música de Coimbra vão tocar a mesma peça de forma bem diferente: uma lendo a partitura de cima para baixo, outra len...

O salário do maçon

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A Maçonaria Operativa, como estrutura de regulação do acesso e prática da actividade profissional de construtor em pedra, regulava igualmente as formas de pagamento e os montantes dos salários dos seus associados. Também na Maçonaria Especulativa os maçons recebem o seu salário. Simplesmente, como tudo na Maçonaria Especulativa, o salário que o obreiro recebe é simbólico. O obreiro trabalha em Loja. Em quê? No seu aperfeiçoamento, na busca dos conhecimentos, das lições, dos exemplos, das práticas que dele farão uma pessoa melhor. Nesse trabalho tem de identificar e interpretar símbolos, atribuindo-lhes o seu significado pessoal, similar ou não ao que os seus Irmãos, ou alguns dos seus Irmãos, ou um particular Irmão, lhes atribuem. O trabalho do obreiro em Loja insere-se e une-se ao trabalho que os demais obreiros efectuam, constituindo o conjunto um acervo de estudos, actividades, interpretações, princípios desenvolvidos, que tem mais virtualidades como um todo do que a mera s...

Decidir em Loja

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O processo de tomada de decisão em Loja não tem necessariamente os mesmos trâmites e parâmetros da vida de relação em sociedade. Claro que, quando a decisão a tomar se prende com uma eleição, as regras são as mesmas de uma sociedade democrática: um homem, um voto, voto secreto e é eleito quem tem mais votos. Mas, por exemplo, a admissão de um novo membro, também objecto de uma votação por voto secreto, não está sujeita à regra da maioria, antes de uma tendencial unanimidade. E digo tendencial, porque, em algumas Lojas, a existência de um ou dois votos contrários deve ser justificada, para se atribuir validade impeditiva da admissão do elemento sob escrutínio. Mas a grande maioria das decisões não se toma por voto secreto, antes na sequência de debates abertos, em que cada um manifesta livremente a sua opinião. Procura-se, se possível, atingir um consenso. Mas, se não for possível, não é propriamente uma decisão por maioria que indica o caminho a tomar. Isto causará porventura perplex...

Homenagem a Aristides Sousa Mendes

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A Respeitável Loja Aristides Sousa Mendes, n.º 32 da GLLP/GLRP, levou a cabo ontem, dia 14 de Fevereiro, uma sessão comemorativa do seu 11.º aniversário e de homenagem ao seu patrono, o Cônsul que, desobedecendo a Salazar, emitiu vistos válidos para entrada em Portugal a cerca de 30.000 refugiados, muitos deles judeus, que fugiam do avanço das tropas de Hitler e do colaboracionismo do regime de Vichy. A sessão realizou-se numa sala de um hotel de Lisboa, para o efeito preparada e decorada segundo os trâmites do Rito de York, o rito praticado pela Respeitável Loja Aristides Sousa Mendes. Os trabalhos foram ritualmente abertos e posteriormente suspensos, sendo então franqueada a entrada na sala aos convidados, familiares e amigos de Aristides Sousa Mendes, familiares dos obreiros da Loja e maçons visitantes, representante da Fundação Aristides Sousa Mendes, da Comunidade Israelita de Lisboa e da Embaixada de Israel em Lisboa e senhoras da Ordem da Rosa (organização de senhoras esposas e ...

Discutir e conversar

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A frase final do comentário de JPM/David que ontem reproduzi produziu-me alguma perplexidade. Relembro-a: Que tal uma secção do tipo "Discutindo com o profano" (discutindo, não conversando). A perplexidade adveio-me da dicotomia discutir-conversar e da preferência pela discussão sobre a conversa. Normalmente (e sem grandes preocupações de precisão linguística) atribui-se ao verbo discutir um de dois significados: manifestar acaloradamente divergências de opinião; ou analisar em conjunto um assunto ou tema. Por outro lado, o significado usual de conversar remete para uma troca descontraída de opiniões, num registo mais intimista e prazenteiro; mas também se pode utilizar o conversar como uma forma de confronto ("temos de conversar sobre o que fizeste ontem"; "recebi um telefonema sobre a tropelia que fizeste na escola e logo vamos ter uma conversa sobre isso..."). Mas, genericamente, tenho a noção de que preferencialmente se utiliza o verbo discutir pa...

Discutindo com o profano

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Em comentário ao texto A Prancha de Aprendiz , JPM/David escreveu: Incrível como você consegue tanto escrever em trabalhos e pranchas, sem nunca nos revelar no que é que consiste no sentido prático a realização desse material. Nem uma mínima vez. Não leve a mal estas palavras mas isto sendo um blog publico, se bem que de preferência para iniciados, esperava obter mais "luz" por assim dizer sobre o trabalho que se efectua enquanto maçon. Confesso que isto é um nevoeiro total para mim, até porque o estado das coisas é propositadamente deixado oculto, claro. Só um ignorante de primeira classe é que se pode indignar com o carácter discreto da maçonaria. Mas para um profano como eu que tenta conceptualizar ou pelos menos reconhecer materialmente um mínimo o papel desempenhado pela maçonaria, e que ouve constantemente falar em ritos, iniciações, graus, trabalhos e progresso social ou intelectual com as suas prováveis influencias, vindo de gente como vocês maçons, é difícil, m...

Do UM

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Há dias, numa troca de correspondência electrónica, o meu interlocutor interrogava-se e interrogava-me sobre os eventuais limites ou requisitos mínimos que a Maçonaria Regular colocasse na, para ela indispensável, crença num Ser Supremo. E, indo mais longe, interrogava-se e interrogava-me sobre diversas características ou concepções da Divindade que vira na Wikipédia e se seria admitida uma concepção fluida que considerasse o Universo, ou a Energia, como Deus. No fundo, fazia, de forma mais rebuscada a pergunta que toda a Humanidade faz ao longo dos tempos: Quem ou o que é Deus, qualquer que seja o nome que se lhe dá, Ser Supremo, Criador, Grande Arquitecto do Universo, etc.? Enviei-lhe a minha resposta. Relendo-a, achei que valeria talvez a pena deixá-la também aqui. Não há autoridade que fixe "requisitos mínimos" para o Ser Supremo, obviamente. Até porque, a haver, teria que ser mais "suprema" que o "Supremo"... As características do Criador são as que E...

José Manuel Severino, maçon leal

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José Manuel Severino era jornalista de um diário matutino. Era um aficionado da Festa Brava, sabedor e entusiasta. Partilhava esse interesse com o Grão-Mestre fundador, Fernando Teixeira e com Manuel A. G., que foi o quinto Venerável Mestre da Loja Mestre Affonso Domingues. O José Manuel Severino chegou à Loja Mestre Affonso Domingues pela mão do Manuel A. G. e com o beneplácito do Grão-Mestre fundador. Nutria por eles grande amizade. Devotava grande lealdade a Fernando Teixeira. Aquando da crise da secessão, era Companheiro. E acompanhou aquele, juntando-se-lhe e aos demais elementos que cindiram, na Casa do Sino . Essa sua decisão foi por todos respeitada e compreendida. Afinal de contas, a relação de amizade que mantinha com Fernando Teixeira, a devoção que lhe demonstrava, tornavam natural essa opção. Fernando Teixeira acabou por não sobreviver muito tempo depois da cisão. Com o seu desaparecimento, José Manuel Severino deixou de ter motivação para continuar onde, por simples l...

Capturar o Vento

Meus Queridos Irmãos, visitantes, leitores habituais ou ocasionais, estamos no fim, do fim de semana. É pois um bom momento para prepararmos a semana que está a entrar, para a grande maioria uma semana de trabalho e de preocupação. Este vídeo, certamente, será mais interessante para os que já forem avós, mas a sensibilidade não tem dono, nem idade apropriada, nem sexo, nem época. É de todos, os que forem humanos. Os outros não, claro ! Aproveitem a dar uma olhada e se sentirem alguma coisa... guardem-no e voltem a ele sempre que as dificuldades parecerem intransponiveis. Pode ser um tubo de escape interessante. A questão é, se podemos "capturar o vento", e está provado que sim, então tudo é possível. É só querermos, imaginarmos, e fazer valer a nossa vontade. É um anúncio ? E depois ? Vale menos por causa disso ? Não (!), se calhar até vale mais porque o ambiente e a poupança da energia são uma boa causa. Um abraço grande. Boa semana. JPSetúbal

O cão e o coelho

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O texto que hoje aqui vos deixo é uma adaptação minha de um texto, de origem desconhecida, que circula por aí. Já o recebi várias vezes. Provavelmente alguns de vós também já o receberam mais de uma vez. Mas talvez agora, sem imagens, apenas com o texto, propicie a reflexão que merece. Enquanto procurava uma imagem para ilustrar o tema, verifiquei que já vários blogues publicaram variantes deste texto. É bom sinal: é sinal que vem tocando a muita gente. Também tem lugar aqui! Era uma vez dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os seus filhos cuidarem e com ele brincarem. Os filhos do outro vizinho pediram então ao pai que também ele lhes arranjasse um animal para eles cuidarem e com que pudessem brincar. O pai comprou-lhes um cão, um pastor alemão. O primeiro vizinho mostrou-se preocupado que o cão pudesse vir a comer o coelho. O segundo vizinho sossegou-o, dizendo que certamente não iria haver qualquer problema, pois adquirira o cão ainda cachorro e este iria cres...

Porque se vai à Loja

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A pergunta sobre as razões porque os maçons vão à Loja, gastando tempo que, não fora essa utilização, dedicariam à sua família, ao lazer ou a outras actividades a que se dediquem, tem tantas respostas quantos os maçons. Em boa verdade, cada um tem as suas razões para ir à Loja. Uns vão em busca do conhecimento, dos ensinamentos que a Maçonaria proporciona. Outros buscam o convívio, rever os seus Irmãos, com eles estar e partilhar um ágape, em amena cavaqueira. Outros ainda procuram na Loja a estrutura que corresponde aos seus anseios de serem úteis à Sociedade e aos seus semelhantes, utilizando a Loja como meio de enquadramento da sua vontade de devolver à Sociedade um pouco do que esta lhes proporciona. Também há os que vão à Loja simplesmente cumprir o seu dever de maçons, assegurar o cumprimento das obrigações que assumiram, efectuar as tarefas cuja execução assumiram. Há também aqueles que, na Loja, no seu espaço, nos seus símbolos, no seu ritual, encontram espaços e temp...

Loja Luz do Oriente (Macau)

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A Loja Luz do Oriente (Macau) é uma estrutura maçónica sediada naquele território outrora sob administração portuguesa, que trabalha sob os auspícios da Grande Loja Legal de Portugal/GLRP. Trabalha no Rito Escocês Antigo e Aceite. Originada no Triângulo Luz do Oriente, criado pelo Decreto n.º 99 do Muito respeitável Grão-Mestre da GLLP/GLRP, reúne como "Loja Justa" (mas ainda não Perfeita) desde 6 de Junho de 2007. As suas reuniões têm lugar em Macau, no terceiro sábado de cada mês. Tanto quanto sei, o seu funcionamento ainda se baseará na autorização de funcionamento como Triângulo que o Muito Respeitável Grão-Mestre da GLLP/GLRP concedeu pelo mencionado Decreto, porquanto o seu processo de instalação não está concluído. Não dei conta ainda da publicação do Decreto de Constituição da Loja e atribuição do respectivo número e, naturalmente, a respectiva carta-patente estará por emitir, faltando ainda realizar a devida Cerimónia de Consagração. Um Triângulo funciona com um míni...

TIPOS DE MAÇOM

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Continuando a aproveitar o descanso do "guerreiro" e o tempo disponivel do fim de semana, cá estou mascarado de trabalhador. Um dos anteriores VM da Mestre Affonso Domingues enviou-me uma lista de definições de Maçon, anotando que em alguma dessas definições deveria estar incluido. Claro que o nosso querido LRD está incluido numa delas, e para castigo dele mas alegria nossa, incluo-o na última ! A mensagem que Ele me enviou é a que segue: Como em todas as Organizações, podemos afirmar que também na Maçonaria não somos todos iguais. Existem, informalmente, diversos tipos de maçons que se caracterizam pelos seus comportamentos. De conformidade com as suas maneiras de se comportarem em relação à Instituição, vários tipos de Maçom vamos evidenciar. SUPERMAÇOM - Este é o que conhecemos, geralmente, como um figurão . Como sempre, amável e educado. Na vida profana ocupa posições de relevo; talvez por isso não tenha tempo nem se sinta obrigado a frequentar os nossos trabalhos. A Te...