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A mostrar mensagens de 2009

E chega...

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Encadeada com a festa do solstício de dezembro, o Hanukkah, o Natal, a Festa da Família, segue-se o período da comemoração do Ano Novo. A necessidade de compartimentação do tempo, desde tempos imemoriais sentida pelos humanos, levou à criação dos calendários. A compartimentação do tempo não se fez ao acaso, antes seguiu e reproduziu o ciclo da vida na natureza, nos países temperados. Desde cedo que o bicho-homem se apercebeu que a natureza se repetia ciclicamente, que ao frio sucedia o calor, que o brotar das plantas, o seu florir, era seguido pelo crescimento dos frutos, que à colheita se seguia o tempo de pousio, em que nada crescia e a natureza parecia reservar um tempo para ganhar forças e tudo recomeçar. Desde cedo que o bicho-homem se apercebeu do ciclo natural e da sua repetição. Um ano corresponde, assim, ao desenrolar dos processos desde o repouso da Natureza até novo repouso - ou, conforme as culturas, desde um florescer a outro, ou desde uma época de colheita a outra. No cal...

O BONECO

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Meus Caros, o funcionário de serviço ao fim de semana chegou atrasado, culpa de um "gripalhado" (junção dos genes da gripe com o "atrapalhado") que me deixou um tanto às avessas durante dois dias. E depois não sei como passariam o fim de semana completo sem esta intervenção sempre tão oportuna e valiosa... (digo eu... claro) Certamente que poderiam passar o fim de semana sem mim... mas não seria a mesma coisa ! O Rui conta tudo direitinho quanto ao período que estamos a atravessar. E neste período aquilo que mais se ouve falar é em auxílio, fraternidade, solidariedade, companhia, combate à solidão e não sei mais quantas coisas boas. É bom que esta época festiva sirva para isso, já que passando este período tudo regressará invariavelmente ao isolamento cada vez maior em que cada ser humano se vai distanciando dos outros, num movimento que, se bem entendo o sentido de preservação da existência, é completamente contraditório. Mas de facto aquilo que sinto é um egoísmo ...

A festa do solstício de dezembro

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A 21 de dezembro ocorre o solstício de inverno, o dia mais curto do ano no hemisfério norte. A partir daqui, dia a dia, o dia ganha mais uns minutos. Ao fim de um mês, mais coisa menos coisa, é uma hora de Sol a mais - o que faz a sua diferença e é notado. Desde tempos imemoriais que a Humanidade celebra este dia, este período. À angústia de ver cada dia o Sol (a primeira divindade do homem primitivo) a desaparecer mais cedo e por mais tempo, dando lugar às trevas e ao frio da noite, sucede-se, a partir do solstício, o alívio de notar que o processo se inverte, que cada dia nos traz um pouco mais de tempo de luz. Desde os primitivos tempos que a humanidade celebra esta ocasião, ligando o receio de ver desaparecer, esvair-se, o Sol ao outro grande receio primitivo do bicho-homem, o do seu desaparecimento físico, a morte, e anunciando a esperança de que a vitória do Sol sobre as trevas que, a partir do solstício, sensivelmente se vê, dia a dia, simbolize também a vitória sobre a morte, n...

Semana da preparação

Estamos no penúltimo fim de semana anterior à "festa da Família (?)", chame-se-lhe Natal ou outra coisa qualquer, de acordo com a cultura e convicções de cada um. Os míudos ficaram de férias e há muita gente a fugir, ou a preparar-se para fugir das cidades, quem sabe procurando o quê. Há casos em que se procuram os familiares mais chegados que restam (cada vez menos) nos locais de origem, outros procuram sossego (leia-se, silêncio), outros procuram a diferença e outros ainda procuram sem encontrar e sem saberem o que procuram. Como o tempo não está para grandes festas (está um frio danado e andam por aí a barafustar por causa do aquecimento...), mantenho a minha tentativa de Vos animar (não faz mal tentar...) com um pouco de música bem disposta. Se depois de verem os bonequinhos (os que os virem, claro) puderem dizer: - T'á giro... já fico satisfeito. Se não acharem piada nenhuma... azar. O tempo gasto não foi muito. O primeiro é dos antigos, daqueles que já não se faze...

Criar e fabricar

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Jean Staune A Loja Nacional de Investigação da Grande Loge Nationale Française tem o nome de Villard de Honnecourt , um arquiteto gaulês do século XIII. Esta Loja publica trimestralmente Les Cahiers Villard de Honnecourt . No decorrer da minha recente visita à Respeitável Loja Fraternidade Atlântica, o seu Venerável Mestre teve a amabilidade de me oferecer o último volume então publicado, o n.º 69, dedicado genericamente ao tema Aspetos do sagrado . Logo nas páginas iniciais deste volume, encontrei e li uma interessante entrevista concedida por Jean Staune , fundador da Universidade Interdisciplinar de Paris e professor convidado em duas Universidades Pontificais em Roma e na Universidade de Shandong, na China. Considera-se um filósofo das ciências, trabalhando na encruzilhada entre a filosofia, a teologia, as ciências e a gestão. O seu último livro foi um sucesso editorial em França e tem um título significativo: A nossa existência tem um sentido? Na entrevista, toca temas como a a...

Bom, então seja... 1002 !

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Bom, rompamos então com os salamaleques matemáticos para um apontamento curtíssimo. ( Tinha mais umas coisas para incluir neste texto mas confronto-me com uma dificuldade que não estou a perceber e que se assemelha muito a uma daquelas birras em que as "novas tecnologias" são ferteis. Como costumo dizer, esta treta das "Novas Tecnologias" foi inventada para nos moer o juizo, e agora é o que está a acontecer. Já gastei mais tempo às voltas à "procura desta rolha" do que o que gastei na maior parte dos posts que cá deixei. Adiante, hei-de descobrir e depois conto. ) O Rui deu-nos uma grande notícia com o seu exercício de pura lógica matemática. Nada de completamente inesperado, mas sem dúvida bem melhor lido assim... escrito pelo próprio. O exercício lógico do Rui leva-me a uma conclusão: - Garantidamente tê-lo-emos a escrever no blog durante mais 1000 posts, pelo menos ! É fácil de demonstrar. Se quem escreveu o 1, deve escrever o 1000, então quem escreveu ...

O milésimo (e um) é da Fraternidade (Atlântica)

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O nosso sempre muito apreciado JPSetúbal dispôs-se, magnanimamente, a efetuar provisória torcedela nas imemoriais regras da Aritmética (uma das ciências que, por gosto, tradição e inerência os maçons cultivam), de forma a que a 999 anunciasse que se seguia 1001, deixando "reservado" o (simbólico) milésimo texto para o meu humilde teclado. Assim simbolicamente (outro algo em que os maçons trabalham) se suspendeu o milésimo texto até à minha anunciada chegada de Paris, não no bico de lendária cegonha (que sou demasiado grandinho e... "usado" para tal meio de transporte), mas em prosaica viagem de avião. Agradeço penhoradamente a atenção e a intenção, mas julgo asado repor aqui a normalidade aritmética, por duas igualmente importantes razões, que de imediato exponho. A primeira é que o número 1000 não deve, a meu ver, ser apenas encarado como um mero número redondo; deve também ser visto como a pedra (laboriosa, persistente e interessadamente partida) de fecho do ciclo...

Texto 1001

O Zé Ruah fez questão de alertar para o número de ordem do texto em que refere o livro sobre a "influência dos maçons na guerra civil americana". E esse texto tem o número de ordem 999 ! Daí este ser o 1001 !!! Óh meu querido leitor, até podia ter razão. Não lhe levo nada a mal essa de me chamar burro por, aparentemente , não saber contar até 1000. As minhas qualidades natas levam-no, naturalmente, a pensar assim, mas desta vez não tem razão. Sei contar até 1000 sim senhor... Enfim, não saberei muito mais... mas até 1000 ainda lá vou. O que acontece é que o texto 1000 tem de ser, de direito mais que pleno, do Rui. Portanto, façam o que quiserem com a Matemática, com a Adição e as suas propriedades (na verdade não sei se isso ainda existe !), mas tem de ser. Neste Blog vai ser 999+1= 1001 . O 1000 vai ter que esperar o regresso do Rui, que foi até Paris (aquele "Paris da França", sabem qual é ?) de visita aos nossos Irmãos da R:. Loja:. Fraternidade Atlântica, e qua...

Qual o Papel dos Maçons na Guerra Civil Americana ?

Sabe o Leitor ? Eu tambem não. Mas Michael Halleran sabe. E como sabe, aliás essa é uma das suas especializaçoes, decidiu publicar um livro a sair em março de 2010. Como Michael é nosso amigo fez o favor de nos informar desse facto e mandou-nos o site onde iniciou a divulgação do Livro. Mas o autor é mesmo muito nosso amigo, e decidiu obsequiar este blog ( através de mim) com a possibilidade de publicarmos em fevereiro uma peça sobre o livro pelo que vai mandar um exemplar. Quem estiver interessado pode desde ja fazer a encomenda no site do livro e que é: http://michaelhalleran.com José Ruah PS: esta mensagem é a 999 publicada neste blog ( se ninguem publicar nada entretanto)

Fanfarra para o homem comum

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Aaron Copland, compositor Esta é uma das peças musicais minhas preferidas. Não é demasiado longa - menos de três minutos. Transmite uma sensação de solenidade. É executada sem a intervenção do naipe "nobre" da orquestra - as cordas -, que cede a primazia aos usualmente secundários metais e à percussão. É uma peça musical que se destina a ser executada, não pelas "estrelas", mas pelos "carregadores do piano" (instrumento que, afinal, nem sequer faz parte da orquestra sinfónica...). Mas o que me atrai primordialmente nesta peça musical é o seu nome: FANFARRA PARA O HOMEM COMUM. Não para o especialista, não para o melómano, não para o solista, não para o génio executante, não para o emblemático compositor. Simplesmente para o homem comum! Para mim, que isto escrevo, para si, que isto lê, para o analfabeto e para o culto, para o rico e para o pobre, para o novo e para o velho - para o homem comum, em todas as suas vertentes. Não para o que se destaca - para o ...

Amigos... AMIGOS ... sempre

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Estamos a falar de Amigos. De AMIGOS ! E amigos são todos os que aqui vêm. E os amigos não têm de concordar sempre. E os amigos também discutem. Mas... os amigos não deixam de ser amigos. Este pequeno vídeo dá-nos uma indicação de como é possível os animais entenderem-se. Os animais de 4 patas... quanto aos de 2... muita água tem de correr ainda. De qualquer forma a minha intenção às 6. feiras (ou ao Sábado... ou ao domingo... consoante a oportunidade disponível) é deixar um toque de boa disposição para o fim de semana. Eu repito... "intenção" ! Se o objetivo é conseguido ou não, é outra conversa e depende mais dos leitores do que do escriba. Se for possível, ótimo, se não for assim... continuemos a tentar. Há milhões de vídeos, power-point's, sonetos, poemas, versos soltos e "presos", cantigas e músicas, pimbas e óperas,... eu sei lá o que há por esse universo à volta para glorificação da Amizade, e para mostrar exemplos, e para ensinar a ser amigo (como se iss...

O Gato

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Todas as noites, quando o guru se sentava para fazer as preces, o gato do ashram entrava e perturbava os presentes. Por isso, o guru mandou que o gato ficasse amarrado durante o serviço da noite. Depois de o guru morrer, o gato continuou a ser amarrado durante o serviço da noite. E, quando o gato morreu, foi trazido outro gato para o ashram , para que pudesse ser devidamente amarrado durante o serviço da noite. Séculos depois, eruditos tratados foram escritos pelos discípulos do guru sobre o significado liturgico de se amarrar um gato durante a realização do serviço religioso.

Maçonaria e Política

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Em comentário ao texto Versão brasileira de "Cinco motivos para NÃO SER maçom" , Diogo perguntou: Porque estará tão disseminada a noção de que a integração na Maçonaria confere «influência junto ao Poder Político», que serve para «subir na vida» e «usufruir de privilégios especiais»? De tal forma que leva maçons a escrever - «CINCO MOTIVOS PARA NÃO SER MAÇOM»? A pergunta é pertinente e é daquelas que merece resposta, não apenas em outro comentário mas em texto no espaço principal do blogue. Comecemos por aferir da justeza dos pressupostos. É exato que está tão disseminada a noção de que a integração na Maçonaria confere «influência junto ao Poder Político» ? Está! É inegável que está! Pelo menos na "opinião publicada". Seguramente nos azedos comentários de anti-maçons ou, mais elucidativo ainda, de adversários políticos de determinado partido político português, que, certa ou erradamente, ganhou fama de ser muito influente entre os maçons. É óbvio, é evidente q...

O obstáculo no nosso caminho

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De acordo com os meus queridos Manos entrei hoje... em tempo "extra" ! Não sei se é uma fina alusão ao futebol e ao período extra que os árbitros sempre dão após o tempo regulamentar significando que o meu "tempo de jogo já acabou", mas se é... tudo bem, eu tratarei de ir preparando o caldeirão para quando Vocês chegarem não ficarem à espera !!! Entretanto chegou-me, sob a forma de lição (esta é uma de 5) mais um "continho" que Vos passo. O obstáculo no nosso caminho Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho. Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no so...

Extra! Extra!

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O JPSetúbal faz hoje 69 anos! Como disse certa vez um Presidente da Asssembleia da República... curioso número! Aliás, quando buscava uma imagem para ilustrar este texto, encontrei uma razoável percentagem de imagens brejeiras. Mas este blogue é temático e.. nada recusando das coisas boas da vida, que os maçons prezam o esoterismo, mas não são monges e, portanto, não consideram esoterismo incompatível com erotismo... não é dado a brejeirices! Bem basta pisar (levemente?) o risco com as voltas que o texto deu até aqui... Portanto, a imagem escolhida para ilustar este texto é alusiva à famosa "Route 69" americana. Pretende-se com ela simbolizar que este aniversário do JPSetúbal é essencialmente um marco na estrada da vida que ele percorre. Completa agora o JPSetúbal o último ano da década dos "sessenta". Para o ano, entrará na década dos "setenta", desejamos todos que com a mesma boa disposição, agilidade e lucidez, física e mental , com que faz o favor de ...

Versão brasileira de "Cinco motivos para NÃO SER maçom"

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Publicado no A Partir Pedra em 10 de abril de 2007, o texto Cinco motivos para NÃO SER maçon vem, desde então, e ano após ano, a ser o texto mais lido do blogue. Sugiro que o leitor siga agora o atalho que coloquei no seu título e o leia ou releia, para melhor apreciar o que vem aí. E o que vem aí é uma versão criada especificamente para o Brasil e a realidade brasileira desse texto. É seu autor o Irmão N.·. A.·. S.·. (ele, se assim o entender, mais completamente se identificará; eu não o faço, pois respeito o compromisso de nunca revelar a identidade de um maçom, que não se tenha antes publicamente identificado como tal e não sei se tal sucedeu com este Irmão), Mestre Instalado da A.·. R.·. L.'. M.·. Justiça e Liberdade, nº 13, a Oriente de Aracaju - Sergipe. O autor desta versão teve a fineza de ma enviar e deu-me autorização para aqui a publicar, o que muito lhe agradeço. Aqui deixo, pois, a versão para o Brasil e realidade brasileira de CINCO MOTIVOS PARA NÃO SER MAÇOM 1. INF...

O MURO

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Festejou-se no dia 10, com toda a pompa e circunstância a chamada “Queda do Muro de Berlim”. Juntaram-se Presidentes e Primeiros Ministros, fizeram-se discursos, cantou-se vitória sobre o fim da divisão física da Alemanha. É bom que se lembre o muro de Berlim, o que ele significou enquanto existiu, todos os que morreram por se aproximarem dele na ânsia da fuga a um regime ditatorial, policial, opressor. É bom que se faça isso. A memória dos homens é fraca demais e a tendência para o laxismo é constante. Por isso é bom que se provoquem estas recordações, mesmo que com a pompa e circunstância que, se calhar, seria dispensável. Quem viveu em Portugal antes de Abril de 1974 sabe interpretar bem o que significou, para os alemães, o derrube do muro de Berlim. A questão é: - e será que o muro foi mesmo abaixo ? - completamente ? Quem vai à Alemanha e aborda o assunto com alemães (especialmente com os que viviam na parte Ocidental) apercebe-se facilmente que ainda há "muito muro para derr...

O Símbolo Perdido

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O Símbolo Perdido , da autoria de Dan Brown e recentemente publicado, conta uma história que se desenrola em torno da Maçonaria e dos seus símbolos existentes na capital americana. Desde o megassucesso de O Código Da Vinci que os livros deste autor americano, até aí relativamente desconhecido, são objeto de grande curiosidade por parte do público. Estou em crer que se venderam mais exemplares de livros anteriores ao Código da Vinci ( Anjos e Demónios , Fortaleza Digital , A Conspiração) depois da publicação da emblemática novela de aventuras sobre os alegados segredos escondidos na Última Ceia , de Leonardo da Vinci, do que aquando da publicação original dos respetivos volumes... Hoje por hoje, juntar uma novela de Dan Brown e a temática da Maçonaria é êxito editorial garantido. Os exemplares do livro vendem-se como pãezinhos quentes. A historieta decorre ao estilo do escritor, em ritmo rápido, de leitura fácil e viciante. Na minha opinião, a trama de O Símbolo Perdido tem uma qualid...

Você sabia que...

Este "Você sabia que..." vem com um atraso considerável (3 dias !). Para os que já se habituaram à minha lenga-lenga pr'ó fim de semana terão desta vez um novo paradigma (esta está tão na moda que não resisti... "um novo paradigma"... não digam que não é bonito !) que é uma lenga-lenga prá semana. Como de costume trata-se de um vídeo/texto enviado por um amigo do tempo dos calções para o qual peço a Vossa paciência para a adaptação à realidade portuguesa. É da autoria de um brasileiro (escrito em brasilês...) e naturalmente com números e exemplos da realidade brasileira, mas em todo o caso muito interessante. É a chamada de atenção para uma realidade que ninguém põe em destaque, mesmo constituindo a parametrização de toda a nossa vida próxima futura. Políticos de todos os setores, técnicos de todas as profissões, população em geral interessada ou distraída, todos... mas todos mesmo passam ao lado das questões que aqui são afloradas. Uns por desinteresse, outros ...

A Lenda do Ofício - análise crítica: conclusão

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Feita a viagem pelos caminhos da Lenda do Ofício , com paragens nos vários apeadeiros que o fluir do tempo foi proporcionando, é tempo de fazer o balanço do que se aprendeu com a jornada, recolhendo esses ensinamentos para uso no prosseguimento da exploração da vereda de nossa vida. Já em vários dos específicos comentários aos diversos trechos da Lenda chamei a atenção para uma das suas caraterísticas: o aparecimento frequente de anacronismos históricos, no entanto explicáveis por refletirem concretizações de arquétipos, personificações de factos praticados por anónimos, reflexos de evoluções coletivas. Os anacronismos detetados constituem, evidentemente, entorses (ou quiçá mesmo valentes caneladas...) em relação à verdade histórica. É por isso que se trata da Lenda do Ofício , não da História do dito... Mas, se essas entorses existem e são visíveis, pudemos verificar que normalmente corresponderam, porém, a artifícios de narrativa condizentes com o plano de fundo da evolução históri...

A Água

Apenas os votos de bom fim de semana, sem mais. Está tudo aí. É só ver ! JPSetúbal

A Lenda do Ofício - análise crítica: Athelstan

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Chegamos finalmente ao epílogo da Lenda do Ofício . Esta última parte da Lenda tem um fundo histórico há muito conhecido. Registos históricos comprovam que, no tempo do rei saxão Athelstan, foram reguladas por lei as frith-gildan ( free guilds em inglês moderno), ou corporações livres de artífices de diversas profissões, entre eles os construtores. Mas, sendo uma construção lendária, a base histórica entrelaça-se com alguma imprecisão, embelezamento, modificação, gerada pela transmissão oral ao longo dos tempos. Mas, antes do mais, relembremos o último trecho da Lenda do Ofício , que alguns estudiosos maçónicos autonomizam sob a designação de Lenda de York: Pouco tempo depois da morte de Santo Albano, houve diversas guerras no reino de Inglaterra entre diversas nações, pelo que a boa regra da Maçonaria foi destruída até ao tempo dos dias do Rei Athelstone, que foi um valoroso Rei de Inglaterra e trouxe a esta terra descanso e paz; e construiu muitas grandes obras de Abadias e Torres...

A hora mudou ! E os homens ?

Pois é, esta coisa das mudanças de hora tem uma influência danada na psique do povo, e eu sou povo sofro enormemente com estas alterações. Por que raio se hão-de lembrar de mudar a hora para mais cedo se, pouco tempo depois a tornam a mudar para mais tarde ? Não seria mais sensato deixar os "reloginhos" tal qual e em vez disso dar um geitinho à velocidade da terra ? (ou do Sol como preferissem...) Parece que não é assim e esta gente prefere as soluções mais complicadas. Hoje já tive que dar à roda de uma boa dúzia de ponteiros e vários outros ficarão para quando reparar que cheguei com uma hora de avanço à reunião. Nessa altura ficarei admiradíssimo, procurarei uma boa razão para o atraso dos outros todos e constatarei com o ar inteligente que me caracteriza que afinal não acertei o meu relógio na altura certa. Paciência... há coisas piores ! Bom, mas pela confusão que estas mudanças me provocam vejam bem com que atraso chego ao blog este fim de semana... Tenho este texto com...