Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta UGLE

Entrar é apenas o princípio!

Imagem
Há poucos dias, o DG publicou aqui no A Partir da Pedra um texto a que chamou “ A conversa que ninguém quer ter ”, onde abordou uma questão que me parece não só pertinente como também inevitável hoje em dia: o envelhecimento da Maçonaria e a necessidade de conseguirmos atrair e manter novas gerações. Começo por dizer que partilho a sua opinião quase na íntegra e, na verdade, este texto não pretende propriamente apresentar uma visão contrária à sua. Ao lê-lo fiquei sobretudo com vontade de pegar numa das duas partes da questão que colocou, como atrair e como manter, e desenvolver um pouco mais a segunda. Também acho que temos demasiada burocracia, que não faz muito sentido ocupar uma parte importante de uma sessão com assuntos administrativos que poderiam ser tratados de outra forma, que podemos utilizar melhor a tecnologia precisamente para retirar parte dessa burocracia da Loja e que devemos criar mais espaço para a discussão, para a formação e para aquilo que verdadeiramente nos lev...
Imagem
Integrado na comemoração dos 300 anos da Grande Loja Unida de Inglaterra, a Ilha de Man emitiu um conjunto de selos postais alusivos que merecem ser vistos:

1717? 1721? Por enquanto, ainda 1717...

Imagem
O tema começou a chamar a atenção quando o Irmão Chris Hodapp, no seu blogue Freemasosns for Dummies , informou que, na Conferência sobre a História da Maçonaria que a Loja Quatuor Coronati, n.º 2076, o Queen's College e a Universidade de Cambridge organizaram, dedicada ao 300.º aniversário da fundação da Primeira Grande Loja de Inglaterra, em 1717, o prestigiado historiador Andrew Prescott, professor da Universidade Glasgow (que, além do mais foi o fundador e Diretor, entre 2000 e 2007, do Centro de Investigação sobre a Maçonaria na Universidade de Sheffield) e a historiadora Susan Mitchell Sommers, professora de História do St. Vincent College, apresentaram uma comunicação na qual terão reportado a descoberta, na parte de trás de um dos Livros de Atas da Loja Antiguidade , n.º 2, uma ata referente à criação da Grande Loja de Londres e Westminster (a primeira Grande Loja) em 1721 , na qual, designadamente se refere como Grão-Mestre fundador John Montagu, o 2.º Duque de Montag...

United Grand Lodge Of England - Quarterly Communication

Falamos muito dos eventos maçónicos ocorridos do outro lado do Atlântico Sul. Esquecemo-nos de vez em quando dos que acontecem aqui mais perto. Venho hoje falar de um evento que em si é importante mas que se revestiu de importância suplementar se tivermos em conta o discurso do Grão-Mestre (reeleito) local. O escrito de hoje é sobre a United Grand Lodge of Engalnd e sobre o que na sua “Quarterly Communication” de 11 de Março aconteceu. Em finais de 2008 foi a Maçonaria Universal informada que o Marquês de Northampton, Pró Grão-Mestre da UGLE iria renunciar ao seu mandato por se encontrar doente. Convém aqui relembrar que em Inglaterra quando o Grão-Mestre é membro da família Real nunca representa formalmente a Grande Loja, por uma questão de protocolo nacional e internacional. Existe assim regulamentarmente o oficio de Pró Grão-Mestre que tem como função, entre outras, substituir o Grão-Mestre em todas deslocações e missões de representação. Nessa qualidade o Marquês de Northampton vis...

Solsticio de Verão - Aniversário

Imagem
Decorreu no passado Sábado a sessão de Grande Loja correspondente ao Solsticio de Verão e consequentemente o aniversário da constituição da Grande Loja. E vão 17 anos desde a consagração pela Grande Loge Nationale Française, e vão dias bons e dias maus e outros assim assim. O de sábado foi dia bom. Sala absolutamente cheia estando cerca de 250 Irmãos presentes. A GLLP/GLRP foi honrada com a presença de várias potências estrangeiras a saber: Moldova, Marrocos, Roménia, Itália, França, Espanha, Brasil e a mais importante de todas a Inglaterra. A Grande Loja Unida de Inglaterra fez-se representar pelo seu Pró Grão Mestre o Marquês de Northampton, 2ª figura da hierarquia da UGLE. A sessão decorreu ligeira e rapidamente, sendo respeitados todos os procedimentos e protocolos. Mas a melhor noticia foi que o Grão Mestre da GLLP/GLRP o Muito Respeitável Irmão Mário Martin Guia se apresentou de saúde e com toda a sua força e jovialidade, já recuperado das maleitas que lhe atormentaram a saúde no...

O Quatuor Coronati Correspondence Circle

Imagem
A admissão na Loja Quatuor Coronati, n.º 2076 da Grande Loja Unida de Inglaterra ( UGLE ) ocorre exclusivamente por convite formulado a maçons regulares que se tenham distinguido no campo dos estudos maçónicos ou em outro campo das artes, letras ou ciências. Porém, o resultado do trabalho desta elite de especialistas não interessa apenas a estes, nem sequer apenas aos maçons. A Loja Quatuor Coronati criou, assim, uma estrutura destinada a acolher todos os que se interessem pelos temas objecto de estudo dos seus membros: o Círculo de Correspondência da Quatuor Coronati ( Quatuor Coronati Correspondence Circle , ou, abreviadamente, Q. C. Correspondence Circle, ou ainda mais sinteticamente, QCCC). Até há alguns anos, podiam aderir ao mesmo apenas Mestres Maçons Regulares. Presentemente, qualquer interessado, maçon ou não maçon, pode ser admitido. O Círculo de Correspondência é administrado pela Q.C. Correspondence Circle, Limited, uma sociedade comercial constituída por todos os membros d...

A Loja de Investigação Quatuor Coronati

Imagem
Na Maçonaria existem diversas Lojas de Investigação A mais antiga é a Loja Quatuor Coronati, n.º 2076 da Grande Loja Unida de Inglaterra ( UGLE ). Foi fundada em 1884 por um grupo de nove maçons: Sir Charles Warren (então Coronel, mas mais tarde General), W. Harry Rylands, Robert Freke Gould, o Reverendo Adolphus F.A. Woodford, Sir Walter Besant, John P. Rylands, o Major Sisson C. Pratt, William James Hughan e George W. Speth. Todos eram académicos e alguns foram altamente reconhecidos no campo do estudo da Maçonaria. A carta patente da Loja foi emitida pela Grande Loja Unida de Inglaterra em 28 de Novembro de 1884, mas, porque o Venerável Mestre designado, Sir Charles Warren, tinha sido enviado em missão diplomática e militar a África, só em 12 de Janeiro de 1886 ocorreu a respectiva Cerimónia de Consagração. Os objetivos dos fundadores foram o desenvolvimento do interesse dos maçons pela investigação, designadamente histórica, o incentivo ao estudo da Maçonaria, a apresentação de pr...

Reconhecimento de Corpos Maçónicos

Imagem
Freemason's Hall - Londres A existência de diversos Corpos Maçónicos, desde logo em termos internacionais - mas não só -, mas também a existência de organizações para-maçónicas ou que, nada tendo a ver com a Maçonaria, se reclamam dela, ou de esoterismo, ou de similares conceitos, implica a necessidade da Maçonaria distinguir entre o que é Maçonaria e o que não é e, dentro desse conceito, entre quem postula idênticos princípios e quem segue diferente caminho. Criou-se, assim, o mecanismo do Reconhecimento. Na Maçonaria Regular, particularmente importante é o Reconhecimento da Grande Loja Unida de Inglaterra ( UGLE ), por ser essa a Grande Loja original da Maçonaria Especulativa. Daí que seja dada especial atenção aos critérios instituídos por essa Grande Loja para o Reconhecimento de Corpos Maçónicos. Tais critérios estão publicados aqui e a sua versão em português está publicada no sítio da GLLP /GLRP, mais precisamente no capítulo sobre o Reconhecimento , de onde é para aqui tr...

A Regularidade Maçónica

Imagem
No seu texto Breve análise do Blogue , JoséSR sugeriu aos visitantes do mesmo que, no espaço para comentários, indicassem assuntos que gostassem de ver aqui tratados. Escriba não se fez rogado e escreveu: Gostaria de por aqui ver abordada e participada pelos internautas, a questão da regularidade. É com enorme tristeza e pesar que constato o que no nosso país se passa neste dominio. Instado a esclarecer a razão da tristeza, acrescentou: o que me deixa triste é a maioria das obediências deste país, não todas, proibam, a palavra é esta, o contacto entre maçons de outras obediências que não a sua. Não faz para mim sentido, de todo, que me possa reunir institucionalmente com um irmão australiano e não o possa fazer com um de coimbra. A Maçonaria é só uma, uma questão administrativa não devia servir para dividir irmãos que almejam apenas trabalhar em conjunto, há luz de um Ideal Maior. A prioridade no desenvolvimento cabia ao JoséSR, já que o assunto fora suscitado em comentário a um text...