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A mostrar mensagens de abril, 2010

Repto aceite

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A publicação do interessante texto de Charles Evaldo Boller A Viagem motivou, até o momento em que escrevo este texto, quatro comentários. O primeiro a ser produzido, claramente crítico: "Li o texto cuidadosamente e sou da opinião que o Mestre Maçon, Charles Evaldo Boller, mistura alhos e bugalhos, faz várias afirmações contraditórias e outras das quais não tem ideia nenhuma. Nada das suas premissas lhe permite tirar qualquer conclusão. Estou disposto a discutir consigo o artigo, ponto por ponto." (Diogo). Depois, dois comentários sintéticos e adjetivantes: "Inspirador e belo" (LuxAeterna) e "Maravilhoso" (Júnior). Finalmente, um novo comentário de Diogo, no qual, em nove pontos, procura concretizar as razões das suas considerações inclusas no seu anterior texto. Estas reações mostram-me que acertei ao ter pedido ao Irmão Charles Evaldo Boller autorização para aqui publicar o seu texto: só textos de qualidade são suscetíveis de gerar tão contraditori...

A viagem

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Hoje, resolvi elevar a qualidade deste blogue até ao nível que os seus leitores merecem e, obviamente com a devida e indispensável autorização do seu autor, publico aqui um texto que descobri através do Grupo Maçônico Orvalho do Hermon e que foi já publicado, pelo seu autor, no seu blogue Segredo Maçônico . O texto é um pouco longo, mas vale a pena lê-lo e, sobretudo, a partir dele meditar. Eis, portanto, da autoria de Charles Evaldo Boller, Mestre Maçom da Augusta e Respeitável Loja Maçônica Apóstolo da Caridade, n.º 21 da Grande Loja do Paraná, A VIAGEM Acompanhe-me numa singular viagem. Para isto é necessário que você aceite alguns postulados e a pouca consistência do que mostrarei, considerando que, em essência, tudo não passa de simples fantasia, mas os conceitos são os mais modernos de que a ciência dispõe. Façamos à semelhança de nossas lendas na Maçonaria, que mesmo em sendo ficções, pretendem transmitir profundos conhecimentos filosóficos, dependendo apenas do grau de interes...

A Maçonaria não é uma religião

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M. A., em comentário a O maçom e a Religião , formulou as seguintes questões: Sendo a Respeitável Loja um espaço sagrado, para os maçons, um espaço onde se executam determinados rituais (agora não em causa) e um templo, não será a Maçonaria, ela mesmo, uma religião? Não será a fusão das várias religiões, profanas, na cultura de um único grande Arquitecto, também um movimento orgânico de criação de uma religião própria, em alternativa às várias confissões, religiões existentes? Não será esta uma forma de criar uma religião alternativa, agarrada a um lema, “profano”, da necessidade de o homem se tornar livre, honrado e mais culto, uma forma de “angariar novos membros para essa tal e hipotética nova religião? As perguntas colocadas e as respostas que tenho para elas fazem-me lembrar uma peça processual que há muitos anos vi, escrita por um antigo, patusco e bem-humorado Advogado, uma contestação a uma ação em que eram alegados três factos. Escreveu então o meu bem-humorado Cole...

A propósito de três perguntas que já não existem...

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Um leitor deste blogue deixou, num comentário que posteriormente ele próprio eliminou, três perguntas, a propósito do texto O maçom e a Religião . Ausente do país na última semana, li o comentário, mas não lhe respondi por duas razões: em primeiro lugar, a minha ausência e menor disponibilidade; em segundo, o facto de ter logo decidido que as pertinentes questões mereciam ser respondidas num texto autónomo e não em simples comentário. Regressado, verifiquei que o autor do comentário o eliminara, não sei por que razão. Terá receado serem as três perguntas demasiado incómodas? Se foi esse o motivo, o receio foi infundado: neste espaço já várias vezes ficou patente que as perguntas pertinentes, cómodas ou incómodas, têm sempre a melhor resposta que somos capazes de lhes dar. Terá duvidado da pertinência das perguntas? Asseguro que as considero pertinentes - tanto que reservei um texto para lhes responder... Terá, relido o comentário, dele discordado ao ponto de ter achado melhor eliminá-l...