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Arte Real - Trabalhos Maçônicos

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O blogue Arte Real - Trabalhos Maçônicos  é administrado pelo Irmão Paulo Edgar Melo, Mestre Instalado da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Cedros do Líbano, n.º 1688 do Grande Oriente do Brasil, que trabalha no Rito Escocês Antigo e Aceite, ao Oriente do Rio de Janeiro.  Este blogue foi, assumidamente, criado "para divulgar trabalhos Maçônicos de Irmãos". Publica, assim, textos de diversas proveniências e inéditos (não anteriormente publicados) de maçons que chegam ao conhecimento do seu administrador. Publica-se há cinco anos (desde julho de 2011), com assinalável regularidade - 1.451 textos até à data de elaboração deste texto, à média de 290 textos por ano, ou seja, mais de cinco textos por semana, em média. Com esta frequência e quantidade de textos, naturalmente que nem sempre há ópera , mas a qualidade média dos textos é muito interessante e a variedade dos temas abordados muito rica. Como é natural, essencialmente os textos publicados são origi...

A Santificação do Homem (republicação)

O texto de hoje, ou a sua republicação, foi escrito pelo  José Ruah  em 2009 e onde aborda o Judaísmo, a sua religião, e reproduz uma comunicação que apresentou  no colóquio  " Turres Veteras X - a Historia do Sagrado e do Profano". O texto original pode ser consultado  aqui. Uma pequena menção do autor:  " O Texto foi escrito para ser lido e por isso perdoarão alguma incorrecção. As citações são extraidas do Livro " Torá" editado recentemente pela editora Sefer do Brasil e consequentemente estão escritas em português do lado de lá." "A Santificação do Homem Quando me foi lançado este desafio, de vir aqui falar sobre o Sagrado e o Profano do ponto de vista do judaísmo, aceitei sem saber bem o que iria dizer sobre o tema. É importante lembrar que não sou Rabino nem estudioso de matérias religiosas pelo que corro o sério risco de vos apresentar algo que fique muito aquém das expectativas, mas é a minha visão do assunto. O judaísmo enquanto religi...

O Ponto Dentro do Círculo

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Por aqui no blogue A Partir Pedra  não se cultivam tiques exclusivistas ou manias de superioridade. Aqui escreve-se sobre Maçonaria, procurando-se que o que publicamos seja útil a maçons e a não maçons. Mas não somos os únicos a fazê-lo e não temos pretensões a ser a última Coca Cola do deserto. Vamos seguindo, com agrado e interesse, outros blogues e espaços nas redes sociais também dedicados ao tema da Maçonaria. Hoje  é tempo de destacar um blogue brasileiro, já com mais de um ano de existência - os primeiros textos remontam a março de 2015 - que se vem impondo com a marca da qualidade, o blogue O Ponto Dentro do Círculo  ( https://opontodentrodocirculo.wordpress.com/ ). O autor deste blogue é Luiz Marcelo Viegas, Mestre Maçom da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Pioneiros de Ibirité, n.º 273, jurisdicionada à Grande Loja Maçônica de Minas Gerais e trabalhando ao Oriente de Ibirité, Minas Gerais, Brasil. Este Irmão é ainda membro da Escola Maçônica Mestre Antó...

"O Ramo da Acácia" (republicação)

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Hoje trago-Vos um texto "antigo" de 2007 saído da mão do  José Ruah  que aborda um dos símbolos mais importantes da Maçonaria, a Acácia. No texto que abaixo republico e que pode ser consultado no seu original  aqui , o José dá a sua opinião sobre esta madeira e a sua simbologia na Maçonaria. "O Ramo de Acácia" Quem me conhece sabe que não sou dado a grandes explicações simbólicas, nem tão pouco tenho seguido a via do esoterismo. Acredito que as coisas têm um fundamento e que esse fundamento poderá ser encontrado na História, nos Usos e Costumes, ou em Livros Sagrados. O que fazemos com as coisas pode derivar da interpretação dada, tenha ela sido a mais correcta ou não, ou simplesmente diferente. Hoje decidi pegar na Acácia. A Maçonaria elegeu como um dos seus símbolos a Acácia, outros, e apenas a título de exemplo, são o Esquadro e o Compasso. Porquê a Acácia e não o Cedro? Sabemos pela tradição e pela História que estas madeiras foram usadas no Templo de Sa...

Cerimónia de iniciação e Iniciação

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Como é sabido, a admissão na Maçonartia ocorre através de uma Cerimónia de Iniciação do interessado. Através dessa Cerimónia, o interessado adquire formalmente a condição de maçom. Mas adquire em que termos? É maçom enquanto continuar a integrar uma Obediência maçónica, ou a aquisição dessa qualidade é vitalícia, isto é, perdura mesmo que a pesoa em causa abandone a Maçonaria ou dela seja expulsa ou excluída? Os defensores da primeira alternativa consideram que a admissão na Maçonaria pressupõe a aceitação das regras vigentes na mesma, designadamente na Obediência em que ocorre a integração, e  que essas regras, consubstanciadas normalmente em regulamento, estatuto ou equivalente conjunto de normas, estipulam que aquele que abandone a Maçonaria ou dela seja expulso ou excluído perde a qualidade de maçom. Quem estiver abrangido por qualquer destas situações será um ex-maçom. Os defensores da segunda alternativa contrapõem que esta é uma visão puramente administrativa da ...

"A Irmandade Maçónica"

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A forma habitual de tratamento entre maçons é por "Irmãos". Irmão porque a Maçonaria é uma fraternidade, logo traduzido literalmente "fraternidade" por "irmandade", sendo os "fraters", "irmãos" entre si. Todavia, mesmo não sendo  irmãos de sangue  - que os há! - e inclusive de não fazerem parte da mesma família sanguínea ou por adopção, os maçons sentem-se como tal, como membros integrantes e plenos de uma "família universal". E daqui vem o seu  espírito de corpo  (de corporação, de corporativismo).  E aproveitando este termo também, porque a Maçonaria atual tem as suas origens nas corporações medievais de pedreiros e artificies que trabalhavam na construção civil à época onde nas quais os seus membros se sentiam também como irmãos por partilharem o mesmo ofício e os seus  mistérios ... Enquanto os "construtores de catedrais" trabalhavam efetivamente a pedra em si, os atuais maçons laboram a "pe...

Do ritual

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Todas as sessões de Lojas maçónicas se processam segundo um ritual padronizado. Cada sessão de cada Loja inicia-se sempre da mesma maneira, repetindo-se sempre as mesmas palavras, efetuando-se as mesmas ações. E igualmente termina também sempre da mesma maneira, com as mesmas palavras e ações que foram ditas e executadas em todas as vezes que anteriormente a Loja se reuniu em sessão formal. Por que razão homens adultos, alguns homens maduros ou mesmo idosos, pais de filhos, alguns avós de netos, muitos deles com importantes responsabilidades profissionais e sociais, semanal, quinzenal ou mensalmente se juntam para repetir, vezes sem conta, as mesmas palavras e executar sempre e sempre as mesmas ações? A primeira resposta  consiste na consideração de que a prática do ritual, o facto de se iniciar as sessões sempre da mesma forma e igualmente as terminar com os mesmos procedimentos marca uma diferença, estabelece um tempo e um espaço próprios, diferentes das experiências...