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Já somos fonte!

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, Foi hoje publicado na edição eletrónica do jornal Ponto Final, de Macau, um artigo, da autoria do jornalista João Paulo Meneses, intitulado Está a nascer a terceira loja maçónica em Macau . Para além de apreciarmos uma notícia genericamente bem feita relativa a uma Loja em constituição da GLLP/GLRP, Obediência em que se integra a Loja Mestre Affonso Domingues, que temos nós a ver com isso? Dois aspetos: O primeiro, notar que a Imprensa tradicional começa a usar assumidamente como fonte de informação e pesquisa os blogues, no caso os blogues de temática maçónica. Com efeito, expressamente se refere na dita notícia que parte das informações recolhidas para a notícia foram obtidas no blogue Luz do Oriente (Macau) (in installation) , para cujo endereço remete um dos atalhos que disponibilizamos na coluna da direita do A Partir Pedra . O segundo, assumir que o "outro blogue que segue a mesma filiação da GLLP", no qual o "mestre instalador" escreveu um comentário transc...

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 - Base III

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BASE III DA HOMOFONIA DE CERTOS GRAFEMAS CONSONÂNTICOS Dada a homofonia existente entre certos grafemas consonânticos, torna-se necessário diferençar os seus empregos, que fundamentalmente se regulam pela história das palavras. É certo que a variedade das condições em que se fixam na escrita os grafemas consonânticos homófomos nem sempre permite fácil diferenciação dos casos em que se deve empregar uma letra e daqueles em que, diversamente, se deve empregar outra, ou outras, a representar o mesmo som. Nesta conformidade, importa notar, principalmente, os seguintes casos: 1º) Distinção gráfica entre ch e x: achar, archote, bucha, capacho, capucho, chamar, chave, Chico, chiste, chorar, colchão, colchete, endecha, estrebucha, facho, ficha, flecha, frincha, gancho, inchar, macho, mancha, murchar, nicho, pachorra, pecha, pechincha, penacho, rachar, sachar, tacho; ameixa, anexim, baixei, baixo, bexiga, bruxa, coaxar, coxia, debuxo, deixar, eixo, elixir, enxofre, faixa, feixe, m...

A propósito de anedotas e de sementes

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O nosso “novato” A.Jorge aproveitou a 6ª feira, entrada do fim de semana, para propor uma reflexão sobre uma anedota, tirando no final (e muito bem) uma conclusão moral. Acontece que recebi uma “estorinha” (não é uma anedota), com evidente relação com a conclusão moral tirada pelo A.Jorge no seu post. Bom, a relação tem a ver o encaminhamento que é, ou pode ser, dado às sementes... Transcrevo pois a estorinha que uma amiga fez o favor de me enviar hoje (6ª feira, dia 5). Conta assim: Uma chinesa velha tinha dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas. Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Todos os dias ela ia ao rio buscar água, e ao fim da longa caminhada do rio até casa o vaso perfeito chegava sempre cheio de água, enquanto o rachado chegava meio vazio. Durante muito tempo a coisa foi andando assim, com a senhora chegando a casa somente com um vaso cheio e outro meio de água. Naturalmente o vaso perfeito tinha muito orgulho...

Poema maçónico

Onde quer que possas estar, Onde quer que te detenhas a meditar, Seja longe, em terras estranhas, Ou simplesmente no lar, doce lar, Sempre sentes um grande prazer, Que faz vibrar as cordas do coração, Apenas em ouvir a fraterna saudação “Vejo que tens viajado muito, Irmão!” Quando recebes a saudação do Irmão E ele te toma pela mão Isso comove-te e toca-te no íntimo, Numa emoção incontida, por demais profunda. Sentes que aquela união de Irmãos, Que é um anseio da humanidade inteira, Que se realiza no estender das mãos E na voz a dizer fraternalmente: “Vejo que tens viajado muito, Irmão” E se és um estranho, Solitário em estranhas terras, Se o destino te deixou derreado, Batido e à beira da morte, longe do lar, Não há sentimento mais completo Que aquele que te sacode sob a saudação “Vejo que tens viajado muito, Irmão” E quando chegar, finalmente, tua derradeira hora, O momento de empreender a mais longa das viagens, Revestido do branco avental de cordeiro E sob a a escolta dos Irmãos qu...

Uma anedota

Como o fim-de-semana se aproxima, decidi transcrever aqui uma anedota que ouvi há dias e que acho "deliciosa". Um industrial da nossa praça, tendo problemas com um equipamento informático, decidiu chamar um técnico. O técnico chegou, deu duas voltas ao equipamento e com uma simples chave de parafusos, deu 1/4 de volta num parafuso, tendo o equipamento ficado a funcionar perfeitamente. Passados dias, chegou a factura. Tinha como descritivo "reparação informática - 1.000€". O nosso empresário, achando a factura demasiado alta para um simples quarto de volta num parafuso, decidiu solicitar uma factura discriminada. A nova factura que chegou já tinha duas linhas: Apertar 1/4 de volta no parafuso - 1 € Saber qual o parafuso a apertar - 999€ A factura foi paga. (PAUSA PARA RISOS) Desta anedota, é possível concluir que numa situação destas, quereríamos todos receber os 1000€, que são bem melhores do que só um. O problema é que só tem direito aos 1000€, quem sabe realmente...

A CAVERNA E AS BARREIRAS do A.Jorge

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Os variados acidentes com que tropecei ao longo dos últimos 3 meses não são de molde a desculpar a terrível “sornice” que me deu e que fez com que não tivesse dado qualquer ajuda ao “coitado” do Zé Ruah que arcou com a responsabilidade, por inteiro, de manter viva a chama diária do “A-Partir-Pedra” durante o mês de Agosto. De facto, durante todo este tempo, até foram muito poucas as vezes que visitei o blog, umas vezes por não ter máquina disponível, outras porque a tinha para utilização muito “bate e foge”, outras ainda por “sornice”… pois, a mesma ! Agora regressado à base pude passar pelos textos entretanto “blogados” e, haja Deus, eis senão quando dou com um novo colaborante para as postagens (não é pastagens, é mesmo postagens ! O Rui que se entretenha a confirmar se cabe no acordo, acordado). E fiquei muito feliz. Primeiro porque é mais um que não promete, faz ! Segundo por ser quem é ! Terceiro porque, tal como diz o Zé R., soltaram o monstro… Agora aturem-no. Grande texto, esta...

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 - Base II

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BASE II DO H INICIAL E FINAL 1º) O h inicial emprega-se: a) Por força da etimologia: haver, hélice, hera, hoje, hora, homem, humor. b) Em virtude da adoção convencional: hã?, hem?, hum!. 2º) O h inicial suprime-se: a) Quando, apesar da etimologia, a sua supressão está inteiramente consagrada pelo uso: erva, em vez de herva; e, portanto, ervaçal, ervanário, ervoso (em contraste com herbáceo, herbanário, herboso, formas de origem erudita); b) Quando, por via de composição, passa a interior e o elemento em que figura se aglutina ao precedente: biebdomadário, desarmonia, desumano, exaurir, inábil, lobisomem, reabilitar, reaver. 3º) O h inicial mantém-se, no entanto, quando, numa palavra composta, pertence a um elemento que está ligado ao anterior por meio de hífen: anti-higiénico/ anti-higiênico, contra-haste, pré-história, sobre-humano. 4º) O h final emprega-se em interjeições: ah! oh! Sobre o uso da letra h, H no início e no fim das palavras, nenhuma modificação ...