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Fácil X Difícil

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Mais um texto aparentemente ligeirinho, que recebi através do correio electrónico. Mas, meus caros, sendo ligeirinho, ligeirinho, vale a pena meditar no que nele está escrito (o que é fácil) e, sobretudo, levar à prática as nossas conclusões (o que é mais difícil). Fácil é ocupar um lugar na agenda telefónica; Difícil é ocupar o coração de alguém. Fácil é julgar os erros dos outros; Difícil é reconhecer os nossos próprios erros. Fácil é ferir quem nos ama; Difícil é curar essa ferida. Fácil é perdoar aos outros; Difícil é pedir perdão Fácil é exibir a vitória; Difícil é assumir a derrota com dignidade. Fácil é sonhar todas as noites; Difícil é lutar por um sonho. Fácil é rezar todas as noites; Difícil é encontrar Deus nas pequenas coisas. Fácil é dizer que amamos; Difícil é demonstrá-lo todos os dias. Fácil é receber; Difícil é dar. Fácil é criticar os outros; Difícil é melhorar-nos a nós mesmos; Fácil é pensar em melhorar; Difícil é deixar de pensar e realment...

Procuram-se Anjos da Guarda

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Li no jornal electrónico A Tribuna on line , do litoral Estado de São Paulo, Brasil, que a estrutura da região litoral de São Paulo da Ordem DeMolay, organização juvenil apoiada pela Maçonaria, tem em curso, de hoje até domingo, uma campanha de angariação e registo de potenciais dadores de medula óssea, nos municípios de Santos, Praia Grande e São Vicente. Na Praia Grande, funcionarão dois postos de registo, um na Praia do Boqueirão, que funcionará entre as 9 e as 17 horas, e o outro no Litoral Plaza Shopping, aberto entre as 10 e as 18 horas. Neste último ponto de registo, estará presente, no sábado, a partir das 12 horas, o saxofonista Caio Mesquita, disponível para dar autógrafos... mas apenas a quem se registar como dador de medula! Em Santos, o posto de recolha funcionará, das 9 às 17 horas, na Praça das Bandeiras: ao lado do Bonde Turístico, na Praia do Gonzaga. Em São Vicente, o centro de recolha funcionará, no mesmo horário, no Ilha Porchat Clube, sito na Alameda Paulo Gon...

Vamos poupar energia...

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O “e = mc2” já está passado, mas foi durante muitos anos a bandeira dos físicos. Constituiu a enorme descoberta de uma relação matemática entre “energia” e “matéria”, relação que já se sabia que existia muito antes mas não estabelecida e provada matematicamente. Foi esse o enorme passo que Einstein deu. Entretanto aqui, no A-Partir-Pedra, o tema foi base de um encontro, mais um, de textos esclarecidos e esclarecedores e ao qual quero dar uma achega, isto é, não resisto a meter a colherada. - É da maior importância a discussão sobre o ambiente e a sua manutenção; - É muito importante trazer a ‘campo descoberto’ o relacionamento, ou o possível relacionamento, com a atitude maçónica; - É da discussão que nasce a luz (?) já diziam os meus avós, e eu posso constatar que da discussão nascem as ideias, as coisas novas, as melhores e mais importantes descobertas. Então se é assim só posso apoiar esta “discussão” ! O consumo de energia e respectiva produção estão directamente relacionados com o...

Prancha

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Na Antiguidade, a especialização era muito menor. O Mestre Construtor era uma mistura de arquitecto, mestre de obras, engenheiro, paisagista, decorador de interiores, canteiro, escultor, metalúrgico, enfim, parte daquilo que as nossas mulheres ainda hoje pretendem que nós sejamos lá em casa... Na Idade Média e no Renascimento, as corporações de construtores em pedra também tinham estruturas (Lojas) dirigidas por Mestres construtores, que exerciam as funções de arquitecto, engenheiro e director de obra, além de assegurar também as de gestor e formador. Como hoje, a construção de uma edificação que ultrapassasse a rusticidade implicava a prévia laboração de um mais ou menos complexo e detalhado projecto. O desenho desse projecto era, na falta de papel, executado em material durável, transportável, leve, que se transportava enrolado e que se consultava estendido sobre e preso a uma prancha de madeira. Mesmo a própria acção de desenhar o projecto era efectuada com o suporte do desenho...

Variações sobre e=mc2

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O simple elaborou um comentário ao texto MAÇONARIA E AMBIENTE: e=mc2 que merece ser puxado para o corpo principal do blogue, quer pelo seu interesse intrínseco, quer por suscitar várias questões. É algo longo e, com as considerações que o comentário me suscita, vai resultar num texto maior do que o habitual, mas acho que vale a pena ler. O Rui, como nos tem habituado, começou bem e acabou melhor. De facto, estamos em plena fase de transição de uma forma de energia (o petróleo) para outra (sabe-se lá qual...) e temos que ser cautelosos com o rumo que tomarmos. Pelo meio, contudo, o Rui vacilou um bocadinho - não é a sua área, e não tem obrigação de a dominar com precisão. Vou tentar, já que o Rui abordou o assunto - que, reconheça-se, não é nada simples - aclarar um ou outro ponto. Como descobriu Lavoisier, "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" . Contrariamente ao que parece empiricamente, na combustão não há transformação de matéria em energia; o que há é liberta...

Ambiente...

O nosso caríssimo Rui voltou às lides "blogueiras" abordando o tema ambiente e bem como sempre. A colocação da conservação ambiental face às necessidades energéticas do planeta e ao respectivo consumo mostra a fotografia de uma relação tão terrível quanto real. Para ajudar a esta "festa" trago para o blog um vídeo da WWF-BRASIL, organização que visa a conservação/salvação do ambiente natural no Brasil (Amazónia, Pantanal,...) espalhando a sua acção pelo resto do mundo com a mesma preocupação, onde a protecção de espécies animais e de ambientes ameaçados o justificam. O vídeo que junto é um complemento, verdadeiramente directo, ao texto do Rui. Parece-me que ficam bem, agora para terminar esta achega, 2 apontamentos vindos de origens diferentes, o que também ajuda a perceber que esta preocupação existe nos mais diversos quadrantes do globo, ainda sem consequências muito visíveis mas, com mil diabos, falar-se e discutir-se o problema já é um começo. GreenPeace – Quan...

MAÇONARIA E AMBIENTE: e=mc2

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A civilização humana actual baseia-se no consumo de energia. Usa-se energia para produzir. Usa-se energia para transportar. Usa-se energia para consumir. A energia é tão vital para a civilização humana, tal como a entendemos nos tempos actuais, como o ar para uma pessoa. O problema é que a energia que existe em abundância (por exemplo, a solar) não é fácil de utilizar. Não é fácil pegar num pouco de energia solar e colocá-la dentro do reservatório do nosso automóvel, para a utilizar como combustível... O problema é que a civilização humana tem tendência para se desenvolver sempre através da solução mais fácil. Durante séculos, a necessidade de aquecimento foi suprida com o recurso à queima de madeira, recurso abundante e de fácil obtenção e utilização. Com a descoberta das potencialidades da energia do vapor de água, a obtenção deste fez-se à custa da queima de carvão. Com a descoberta do motor de explosão, a obtenção da energia necessária para movimentar o veículo fez-se à custa...