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O Dever de Escrever - O Desafio

Para o Rui o dever de ferias e muito bem, porque ele tem sido de facto a força motriz deste blog. Na estatistica individual devera seguramente ter contribuido com mais de 50 % dos textos. Para os que ficam ( e nao sei se sao os ou o porque nao faço a minima por onde anda o JPSetubal ) o Dever de escrever. Não que com isso se pretenda recuperar na estatistica de textos, mas porque ao longo deste ano e pouco fomos "angariando" leitores assiduos que nos merecem o maior respeito. É certo que estes ultimos dias com o calor que está tem sido dificil encontrar inspiração ( já transpiração ....) para escrever. Todavia e correndo riscos imensos mas porque gosto de os correr e sobretudo porque gosto de desafios lanço aqui UM DESAFIO Estimados leitores no espaço reservado aos comentários escrevam as vossas perguntas. Escrevam os temas que gostariam de ver tratados. As regras são as seguintes: Serão apenas consideradas perguntas sobre Maçonaria. Os temas sugeridos também só serão conside...

O dever de férias

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Costuma-se falar mais do direito a férias. Mas é característica do humano necessitar de um período de repouso, de saída da rotina, para manter um bom rendimento na actividade a que se dedica. Para quem se preocupa em usar eficazmente as suas capacidades em tudo o que faz, ter férias é também um dever. Um dever perante si, para reconstituir a sua capacidade de trabalho, um dever perante os demais, para poder manter um rendimento adequado. Desde que me abalancei a iniciar e manter este blogue, sempre me propus manter uma apreciável regularidade na produção de textos e a qualidade de escrita tão boa quanto me seja possível. O blogue é uma actividade lateral à minha actividade profissional e à minha vida familiar e social mas, como tudo o que se faz, deve-se fazer bem feito. Desde o início do blogue, há catorze meses, que a ele tenho dedicado parte apreciável das minhas energias. Mesmo durante os períodos de férias da minha actividade profissional, arranjei maneira de ir sempre escrevendo...

Será só Semantica ?

Anda aqui uma duvida existencial a assolar-me o espirito (maçónico é claro !), há já uns tempos. A sigla com que terminamos os nossos textos e que nos fala dos abraços T F A ou T A F Triplo e Fraterno Abraço (triplice e fraternal abraç0) ou Triplo Abraço Fraterno É Triplo e Fraterno o Abraço ? ou só o Tiplo Abraço é que é Fraterno ? Se eu der um só abraço e usar o TAF e nao o TFA entao o meu abraço não é fraterno ? E se eu o der a um Irmão ? Pronto já larguei mais uma "bizantinice" como lhe chama o Rui !! Eu prefiro TFA José Ruah

Garibaldi: selos comemorativos com logotipo maçónico

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Os Correios do Brasil e do Uruguai lançaram no passado dia 4 de Julho dois selos assinalando o bicentenário do nascimento de Giuseppe Garibaldi, conhecido maçon do século XIX que lutou pela unificação da Itália e, no Brasil, apoiou a Revolução Farroupilha. Garibaldi nasceu no dia 4 de julho de 1807 em Nizza (hoje conhecida como Nice). Criação de Márcia Mattos, o selo brasileiro retrata, em primeiro plano, Giuseppe Garibaldi a cavalo, levando a bandeira dos revolucionários gaúchos, simbolizando a importância de seu papel na Revolução Farroupilha. Em segundo plano,vê-se o barco Seival, com o qual, após atravessar os pampas gaúchos, obteve vitória na conquista de Laguna, no Estado de Santa Catarina, ocasião em que foi proclamada a República Juliana. Ao fundo, uma vista da cidade de Porto Alegre, na época. No canto superior direito, o logotipo da Maçonaria, de que era obreiro. Para acriaçãodo selo, foram utilizadas as técnicas de lápis, aguarela e computação gráfica. O selo uruguaio ap...

O fim da infância

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Os minutos seguintes foram dos mais complicados da história da Loja. Quase 40 Homens adultos nos braços uns do outros – não importava que caminho tinham votado – chorando. José Ruah, in Um dia fui Venerável Mestre da Mestre Affonso Domingues - 2 Nesta passagem, José Ruah não exagerou nem um bocadinho! Foi assim mesmo que se passou! No entanto, ao longo de duas reuniões, com várias horas, dois grupos de membros da Loja esgrimiram razões, arremessaram argumentos, prouraram influenciar os aparentemente indecisos para a sua posição, sabendo ambos que a maioria, num ou noutro sentido, seria muito pequena. Foi uma luta leal, mas uma luta dura! Assim sendo, como foi possível que, minutos após a decisão, que determinou vencedores e vencidos, não existissem nem uns, nem outros, mas apenas Irmãos chorando as circunstâncias, despedindo-se uns dos outros, mutuamente se desejando felicidades e esperando que um dia se reunissem os que então se separavam? A resposta está em que a Loja Mestre A...

Um dia fui Veneravel Mestre da Mestre Affonso Domingues - 3

Com a devida desculpa de nao publicar com maior intervalo mas terei amanha segunda feira uma quase total impossibilidade de o faze. Por isso aqui fica a 3º e ultima parte das minhas memorias relativas ao ano em que fui Veneravel Mestre da Mestre Affonso Domingues. Restava cumprir a minha palavra. Convoquei de imediato uma sessão ritual da Loja, para uma sala do Hotel Penta (era assim o nome na altura), informei a grande Secretaria desse facto e solicitei a presença de um Grande Oficial para que logo após a votação fosse imediatamente instalado o candidato eleito. Não dei qualquer hipótese ao J.P.G. , que era o 1º Vigilante na altura. Ele tentou demover-me, dizendo que faltavam uns meses para acabar o ano, que estávamos em Março e em Julho haveria eleições, etc. etc. Não podia ser. Além da palavra e compromisso assumidos e ainda sou dos que foi educado dando valor à palavra de honra, havia um outro factor fundamental. Eu tinha sido um “Comandante de Guerra” e a Loja precisava de um “C...

Um dia fui Veneravel Mestre da Mestre Affonso Domingues - 2

Continuo hoje a publicação do texto sobre o meu Veneralato. Sábado 7 de Dezembro de 1996. Nessa madrugada (noite de sexta para sábado) pelas 3h um grupo de membros da Grande Loja, comandados pelos meus interlocutores da chamada de Novembro espera o fim de uma sessão de uma Loja e tomam de assalto a Sede ocupando-a. Decretam o impedimento do Grão Mestre por Insanidade maçónica (ainda hoje não consegui perceber o que isto queria dizer!), constituem uma “ Junta de salvação maçónica” e convocam um Soberano Colégio de Oficiais para 2ª feira à noite. Estranhamente a convocatório, feita por telefone, foi selectiva. Até segunda (9 de Dezembro) foi um frenesim. Não tendo sido convocado para o Soberano Colégio de Oficiais, reuni em minha casa à mesma hora do dito Colégio, os oficiais da Loja, com excepção do Tesoureiro que estava em Cascais a assistir ao Colégio, para poder ouvir os meus pares e poder decidir. Antes de mais impunha-se saber se no sábado seguinte, dia 14, haveria ou não reunião d...